Edição 847

  • Ela é da CIA?

    altConfessamos não saber responder, a contento, se a blogueira Yoani Sánchez é patrocinada pela CIA. Sabemos, entretanto, que ela faz oposição ao governo castrista, por um viés claramente de Direita.

  • Duelo em Teerã

    altA briga está feia em Teerã. De um lado, os setores mais conservadores, muito próximos do Supremo Líder, o aiatolá Kamenei. Do outro, o presidente Ahmadinejad e seus aliados, ensaiando uma postura liberal e humanista.

     

  • Violação de direitos não é mais consequência, mas condição da lógica econômica

    altNão basta dizer que uma das consequências do extrativismo mais intensivo é a violação de alguns direitos. Deve-se deixar claro que estas estratégias de apropriação de recursos naturais somente são possíveis quebrando-se os direitos das pessoas e da natureza.

  • O resgate da AP

    altUma das principais bases políticas da resistência ao regime militar, a Ação Popular defendeu a luta armada para derrubar a ditadura.

  • A eleição do sucessor de São Pedro

    altQuem garante que um dos membros da equipe não age sob suborno de cardeais ou governos interessados em manipular a Santa Sé?     

  • Mais um partido “prêt-à-porter”

    altComo o existencialismo nos tempos da “chiquita bacana”, a moda agora é outra: o “pós-tudo” e o “neo-nada”. É a panela comum na qual se dissolvem duas figuras tão díspares e vindas de mundos contrapostos, Marina e Kassab, que usaram as mesmas palavras para definir o perfil de seus projetos partidários.

     

  • A sucessão de Bento XVI

    altA comunidade católica da América Latina, por representar mais de 2/5 do total dos fiéis, desenvolve a expectativa de que a região finalmente poderia proporcionar um titular para a Igreja. Da Argentina ao Canadá, todos aguardam.

     

  • Quaresma com T. S. Eliot

    altO jejum da quarta-feira de cinzas é muito mais do que abster-se de carne. É esperar não conhecer “a vacilante glória da hora positiva”.

  • Fantasia, esquecimento e memória

    altOs filmes de Tarantino aproximam-se da história como antes já o tinham feito os de Zemeckis e Stallone, como se a história fosse um grande baú de ossos de heróis, de grandes realizações objetificadas em grandes atos de grandes homens .

     

  • Uma causa política da renúncia de Bento XVI

    altComo entender, como gesto de grandeza, o mesmo discurso que tornou Ratzinger tão conhecido e temível agora ser utilizado ao reverso - ou seja, a fraqueza diante dos graves problemas do mundo fazer-se, de repente, elemento humano autêntico e legitimador de sua renúncia?

  • Estado: Argentina e Brasil

    altA restauração do Estado na Argentina faz-se acompanhar de excelentes resultados. Ademais, como escreveu o jornalista Beto Almeida, o presidente Kirchner enfrentou o oligopólio da mídia, fortaleceu e expandiu a TV Pública Argentina, firmando as bases para aprovar-se a Lei de Meios de Comunicação.

     

  • Liberdade vigiada: Assange denuncia imperialismo na internet

    altEm livro recém-lançado, o fundador do WikiLeaks alerta os países da América Latina sobre o uso e controle da rede pelos Estados Unidos.

  • Hoje, na América Latina, Marx seria extrativista?

    altPara sustentar o estímulo extrativista, está se apelando a novas justificativas políticas. Uma das mais chamativas é invocar os velhos pensadores do socialismo, a fim de argumentar que eles não se oporiam ao extrativismo do século 21, pelo contrário, promovê-lo-iam.

     

  • Problemas da crise mundial

    altNão passa de besteira desinformada de alguns pensadores dizer que a China é apenas como uma ditadura do trabalho no limite da exploração, um chão de fábrica do mundo, pouco produtivo, dependente da economia norte-americana e da burocracia do partido comunista.

     

  • A Linguagem Diplomática do Vaticano

    altA história tem surpresas – ela não é controlável pelo método 0 e 1 -, e eu vejo nessa renúncia do Papa uma dessas surpresas da história, como um sopro do Espírito, eivado de muitos significados.

     

  • Para consolidar a ‘Revolução Cidadã’, Correa precisa seguir com rapidez e firmeza

    altSabe o reeleito presidente que os próximos quatro anos serão cruciais para assegurar a irreversibilidade das reformas que, depois de dez anos de gestão, teriam concluído com a refundação de um Equador melhor, mais justo e mais sustentável.

     

  • Novo partido, velha política

    Na semana que passou, o Brasil ganhou um novo partido político. No lançamento desse partido, sua fundadora, a ex-senadora petista, Marina Silva, declarou que o mesmo não é “nem de direita e nem de esquerda. Está além disso”. Frase típica de políticos que se especializaram em dizer não dizendo.