Edição 843

  • Energia para poluir

    altNestes tempos de crise energética batendo as portas, devemos ficar com a “pulga atrás das orelhas” diante das propostas mirabolantes, salvadoras, de instalação de usinas nucleares, termelétricas a carvão mineral, a óleo combustível/diesel...

  • Na contramão das atitudes sustentáveis: a obsolescência programada

    altDe acordo com o documentário The Lightbulb Conspiracy (A Conspiração da Lâmpada), dirigido por Cosima Dannoritzer, fabricantes de lâmpadas se reuniram para definir padrões de produção que aumentariam o consumo.

  • Moradores de rua: por uma política que liberta

    altDepois de 15 execuções de moradores de rua em quatro meses em Goiânia e da repercussão nacional, o estado e a prefeitura resolveram tomar algumas medidas; na realidade, um paliativo e não abrem caminhos para uma solução estrutural.

  • Nível de insegurança em São Paulo explodiu

    altQuem governa por meio do delito, ou seja, quem governa tendo o item segurança como indicador máximo da sua performance, corre alto risco de ser afastado do poder.

  • Razões do poder

    altHá, aliás, um conjunto de argumentos que são cansativamente recorrentes por parte de vários tipos de poderes, sejam governos, autarquias, direções políticas ou associativas.

     

  • Ocupação independente é faceta oculta da crescente luta pela moradia em São Paulo

    altO que surpreende em mais essa recente ocupação de um velho edifício largado às traças da especulação é o caráter independente do ato levado a cabo pelas famílias. E as razões não são nada inocentes.

  • Projetos diferentes

    altPor via de reformas políticas ou de transformações democrático-revolucionárias, podem-se introduzir mudanças de caráter socialista, paralelamente à presença do capitalismo, num processo de transição.

  • A seca e o olhar sudestino

    altÉ duro ver as reportagens feitas pelos grandes meios de comunicação do Sul e Sudeste sobre nossa região, particularmente em tempos de longa estiagem. O imaginário preconcebido sempre está presente.

  • Governo e oposição usam informações econômicas como ‘arma, marketing e diversão’ em 2013

    altO ambiente de novos riscos sociais (ambientais, financeiros etc.) e o contexto de dependência externa são considerados “negativos”, quer a uma estratégia de “marketing” oficial, quer a uma operação de guerra da oposição.

  • Pinheirinho e as promessas de Alckmin

    altO governo estadual não cumpriu a promessa de realocar os moradores expulsos. Algumas famílias recebem auxílio-aluguel de R$ 500, “mas o valor dos imóveis dobrou de preço nos bairros próximos ao Pinheirinho.

  • Alterando a informação jornalística (meia-ficção): lindo governo, esse progressista!

    altO certo é que dois loiros musculosos com cabeças raspadas dos lados, vestindo uniformes da marinha estadunidense, andam praticando “ato de presença” junto à subdesenvolvida polícia uruguaia.

     

  • Mali: os interesses em jogo

    altCertamente Hollande teme que um sucesso dos invasores contamine os regimes dos países limítrofes, todos produtores de materiais essenciais à indústria francesa. A guerra civil não é uma luta entre good guys versus bad guys.

  • Morte antes do tempo

    altEticamente, Aaron Swartz colocou-se contra a mercantilização de conhecimento público. Ou seja, contra o fato de se ter de pagar para conseguir acesso ao conhecimento gerado com dinheiro público.

  • Prioridades dos donos do mundo

    altEnlouqueceram ou não entendo bem o que propõem? De 22 a 27/01, o Fórum Econômico de Davos reunirá empresários, banqueiros e outros donos do dinheiro que parecem não dar a mínima para a crise na Europa (18 milhões de desempregados!).