Edição 842

  • Uruguai: Mujica, o ícone de una derrota

    altO “mujiquismo” não mudou a equação. Por um lado, a aplicação dos fundamentos da “responsabilidade fiscal; de outro, as políticas “compensatórias”. O “resgate do Estado Social” se abraça aos interesses do mercado.

  • Os dilemas de Rafael Correa

    altO processo liderado por Correa é cheio de contradições e limites, embora mostre muito mais disposição para enfrentar os problemas históricos de seu país em comparação com outros governos da região.

  • A soberba elétrica

    altHá também diferenças que permitem afirmar que a falta de energia não é para agora, mas que existe risco a partir dos próximos anos, caso não haja uma mudança radical no que concerne à diversificação da matriz elétrica.

  • Oscar Niemeyer, um arquiteto comunista

    altO “partidão” solicitava a todos os seus membros a melhor habilitação profissional possível. Isso explica a galeria de cientistas e intelectuais que sua história pode ostentar. Não bastava saber ganhar eleições. Era fundamental saber-fazer.

  • Por um 2013 de luta e de classe

    altAs lutas em andamento devem ser unificadas em um fórum comum, que discuta uma alternativa política operária independente frente à crise nacional. Uma esquerda classista digna do nome só pode existir para impulsionar esse caminho.

  • Risco de um novo racionamento de energia elétrica?

    altA curto prazo não existe possibilidade de risco de faltar energia para atender a demanda atual. O que ocorrerá, sem dúvida, será um aumento nas tarifas devido ao repasse dos custos da energia elétrica, bem mais cara, das usinas termelétricas, que estão funcionando desde o final do ano passado a todo vapor (literalmente). Logo, os aumentos que ocorrerão nos próximos anos vão absorver a redução da tarifa obtida com a MP 579.

     

  • A seca no sertão e o debate sobre a convivência com o semiárido brasileiro

    altOs debates e as disputas políticas para o aprimoramento e a ampliação de outro conjunto de ações e políticas públicas estão em pauta nessa região, apesar de silenciados ou ignorados pelas esferas de governo e a grande mídia.

  • ‘É grande o risco de um novo massacre, agora no Assentamento Milton Santos’

    alt“As 68 famílias assentadas enfrentam uma poderosa articulação entre agronegócio, judiciário, governo paulista e federal, e a mídia”, disse em entrevista ao Correio da Cidadania a socióloga Maria Orlanda Pinassi.

  • Mortes anunciadas

    Um judiciário classista não está preocupado com a justiça, mas apenas em satisfazer os proprietários. Os assentados estão, como é natural, revoltados e determinados a resistir ao despejo. Ou seja, estamos diante da possibilidade de um confronto armado. Em outras palavras, mortes anunciadas..

  • Comunicação e trabalhadores

    A ofensiva contra o PT e Lula continua a todo vapor. O partido da mídia, em especial, se esmera em tentar demonstrar que o Brasil está virando um caos. Um dos principais bordões dos noticiários televisivos é o Caos na Saúde. O atraso no avanço das obras de infraestrutura é outro prato servido todo dia. E a corrupção, claro, restrita ao PT, não sai da pauta.

  • País, país, país...

    Assistimos à entrevista de deputada do PCdoB, que em nenhum momento falou em capitalismo. Toda a sua falação enquadrava-se no discurso burguês dos interesses nacionais que, em última instância, são os interesses da burguesia.

     

  • Arte e meditação

    A arte desperta-nos a intuição e a emoção. Nos re-liga com algo que, até então, escapava à razão. Daí sua relação com a religião. Ela emite sinais que não são controlados nem pelo artista nem pelo apreciador.

  • Crimes da Saúde Pública

    Jandira “solicitou uma consulta com um endocrinologista no dia 1/6/2011. Dezoito meses depois, sua responsável recebeu a notícia de que o atendimento estava marcado. No entanto, a consulta já não tem mais serventia.

  • Luta pela moradia, um dos desafios em 2013

    Muitas áreas ocupadas pelos pobres há décadas passam a ser consideradas áreas de riscos, mas porque se tornaram áreas de ricos. O que mais os ameaça não são riscos geológicos, mas a especulação e os riscos sociais.

  • Festa de final do ano de 2042

    Conseguimos implantar o nosso sistema de governo. Hoje, quem governa é quem tem a capacidade. Acabamos com os ditos “representantes do povo”, que se elegiam às nossas custas e só queriam se locupletar.

  • Apesar das críticas, mais drones no ar

    A ideia é matar o maior número possível de talibãs, especialmente combatentes graduados, para compensar o enfraquecimento das forças que defendem o governo central. Por isso, em 2013 e 2014 devem ser incrementados ao máximo os ataques de drones contra talibãs.

  • Tirania financeira

    Ela não admite que os Tesouros emitam moeda para financiar o que a economia precisa. Criou-se a mentira que seria inflacionário. O sistema exige que o próprio Estado, endividado por ter socorrido os bancos, dependa do crédito deles.

  • A História da Universidade de Brasília será incompleta omitindo a significativa presença de Heron de Alencar

    altO pensamento dialético caracterizou os propósitos e as atuações dos primórdios da UnB, mas os anos de chumbo escancararam as portas da universidade à departamentalização e ao individualismo acadêmico.