Edição 837

  • ‘Objetivo do governo e dos empresários é desregulamentar o direito do trabalho no Brasil’

    altPara tratar do assunto com a perspectiva da classe trabalhadora, que não tem garantida estabilidade alguma, o Correio entrevistou o advogado e assessor sindical Jorge Luís Martins, ex-CUT, para quem a atual onda de desregulamentação é puxada pela China e sua obsessão pela produtividade que tanto necessita.

  • Sobre os ataques à Previdência Social

    altJá começaram na grande mídia críticas à sustentabilidade das contas previdenciárias, e o passado já mostrou como a pressão por redução de direitos pode aflorar, ainda mais que na Europa se procura desconstruir a longa luta pela conquista do Estado de bem-estar social.

  • Joelmir e Fidel

    altO diálogo entre Fidel e Joelmir Beting foi reproduzido em forma de entrevista em todos os jornais brasileiros para os quais Joelmir Beting colaborava na época e, em agosto de 1985, editado em livro pela Brasiliense, sob o título Os juros subversivos.

  • Reflexões, um ano após a saída do MST

    altEnfrentamos as dificuldades e desafios, consequência da nossa saída. Continuamos firmes, aprofundando a crítica e procurando ir além do que nos produziu.

  • Direitos Humanos: Verdade, Memória e Justiça

    altO Dia Internacional dos Direitos Humanos leva-nos a fazer duas reflexões. A primeira, sobre as violações dos Direitos Humanos praticadas atualmente no Brasil, e a segunda sobre os sinais concretos de esperança que existem hoje no Brasil.

     

  • Imoralidade parlamentar

    altNeste escrito, refiro-me somente ao caso das ausências não justificadas de vereadores da Câmara Municipal de Goiânia e de deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Goiás (não de todos) como uma amostra.

  • Em Gaza, eu não estive

    altNão é só questão de diferenças políticas, nem tem a ver só com jornalismo profissional: os israelenses teriam de saber o que é feito em seu nome, mesmo que, de fato, nada queiram saber. O papel do jornalismo é esse.

     

  • Voto correto: Palestina (quase) na ONU

    Por significativa maioria de votos, foi concedida à Autoridade Palestina, que é o governo palestino no exílio, o estatuto de País Observador. Não é ainda a posição que precisa ser reconhecida, ou seja, a posição de membro efetivo com direitos iguais aos de todos os demais membros. Mas já é um avanço importante.

  • A insurreição está viva!

    altAs insurreições árabes, a rápida rebeldia na Inglaterra, os sinais de insubmissão na França, Grécia e Espanha, demonstram, de forma cabal, que esse caminho não ficou no passado, considerando ser movimento em busca da ruptura.

  • Setor elétrico: recuo para evitar fiasco maior

    altDo ponto de vista dos trabalhadores, sem dúvida, sofrerão em breve os reflexos das contenções de despesas que certamente ocorrerão por parte das empresas, que já reativaram seus planos de demissões voluntárias e incentivadas.

  • A ONU dá novo fôlego à causa palestina

    altComo Estado não membro da ONU, a Palestina pode agora acionar Israel no Tribunal Criminal Internacional com muitas chances de êxito, pois o governo de Tel-aviv tem cometido repetidas violações das leis internacionais.

  • Reordenação das forças

    altSe alguém tem dúvidas sobre o processo de reordenação das forças políticas, talvez deva ler as intervenções feitas durante a reunião dos prefeitos do PSB e do PSDB..., sapear os últimos artigos do inefável ex-presidente FHC e sua reação irada às...

  • Relato da viagem às comunidades Guarani-Kaiowá

    alt“Tivemos a honra de ter como nosso guia uma liderança ameaçada de morte. Por coincidência, estávamos começando a trabalhar em uma denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos”

  • Trocas na seleção são medidas oportunistas dos novos candidatos a donos do futebol brasileiro

    A decisão, tomada pelo presidente biônico José Maria Marin, representa uma luta cada vez menos silenciosa pelo suculento espaço aberto com a saída de Rei Teixeira.