Edição 835

  • “É preferível morrer que ficar preso”

    altA educação é a solução, fora e dentro das prisões. Como evitar a criminalidade se 5,3 milhões de jovens brasileiros, com idade entre 18 e 25 anos, estão fora da escola e sem trabalho?

  • Mídia opta por monstruosa equidistância no tratamento dos conflitos entre Israel e Palestina

    altOs jornalistas são eqüidistantes para não “se queimarem”, não se comprometerem, para não parecerem partidários de nada nem ninguém. É o pós-jornalismo, a democratização levada ao delírio, a relatividade defendida como religião.

  • Ainda goteja a fonte do crime!

    altA proposta da ONU foi de metade do território, o que deixa bem claro que todos sabiam que aquela não era uma terra vazia. Para os que viviam na terra doada aos judeus, os meses que se seguiram foram de terror.

     

  • Realidade da conspiração

    São os manipuladores de informações, que vivem nos bombardeando com armas linguísticas, quando não são tendenciosos ou mentem. O objetivo principal da mídia do capital não é ter um cidadão bem informado.

     

  • Um genocídio chamado de guerra

    altQuando há um Estado terrorista e opressor em ação (e a política da direita nacionalista no poder em Israel é de nazi-apartheid), a resistência (inclusive armada) é consequência não só natural, mas desejável, uma forma de ação e luta política considerada inclusive pela carta de fundação da ONU.

  • Contradições da luta de classes

    altNo Brasil a questão central imediata passa a ser a construção de uma classe trabalhadora assalariada quantitativamente forte, capaz de se tornar uma força social suficientemente poderosa para travar a luta de superação do capitalismo.

     

  • A rotina dos “apaguinhos” de energia

    altO caso de Pernambuco é emblemático, pois é grande a frequência das interrupções no abastecimento de energia ocorridas não só na capital, como nas cidades interioranas. Já há algum tempo a queda de energia nos bairros de Recife e em outras cidades atendidas tornou-se uma rotina.

  • Manifesto Público – PUC-SP

    altA política interna da Universidade não deve espelhar-se nas mazelas da “grande” política. Pelo contrário, ela deve fazer-se um “pequeno” modelo para a política “maior”.

  • O auxílio-alimentação dos juízes do Rio

    altEstão passando fome. Precisam de auxílio-alimentação. Que tal cadastrá-los numa instituição beneficente para receber, no início de cada mês, uma cesta básica ou incluí-los no programa Bolsa-Família?

  • Brasil governado pelo fundamentalismo?

    altO passado do Ocidente comprova que mesclar poder religioso e poder político é reforçar o fundamentalismo e, em suas águas turvas, o preconceito, a discriminação e, inclusive, a exclusão (Inquisição, “heresias” etc.).

  • Fleury(s) e militares: herança macabra

    altAtacar a violência atual com outras formas de violência é jogar mais combustível na fogueira da própria violência. É o que fazem hoje governantes que estão há longos dezoito ou mais anos à frente dos estados brasileiros mais desenvolvidos.

     

  • “Quase estouramos nossas duas carótidas de tanta indignação...”

    altNão há ventrículo esquerdo ou direito que consiga bombear com força suficiente o sangue para irrigar todos os vasos, em deterioração progressiva, diante de um quadro calamitoso em que menos de 4% do PIB são destinados à Saúde.

  • Gaza: guerra por opção

    altAparentemente, o governo de Tel-aviv ainda não se decidiu entre dois caminhos possíveis: a) invadir e ocupar Gaza, matando ou prendendo o maior número possível de militantes do Hamas e outros movimentos afins; b) continuar bombardeando implacavelmente a Faixa até o Hamas pedir água.

  • O antissemitismo como chantagem política: a propósito da nova agressão de Israel à Faixa de Gaza

    altO silêncio cúmplice dos anos 30 e 40 possibilitou o extermínio dos judeus na Alemanha nazista. A comunidade internacional não pode incorrer novamente em semelhante erro, sobretudo quando sabemos que os governos das principais potências não farão absolutamente nada para deter essa carnificina.

  • Mais uma carnificina inútil no Oriente Médio

    altLembram os nazistas em países ocupados: se um soldado alemão era morto pelos partisans, os nazis agarravam a esmo dezenas de moradores do bairro e os executavam bestialmente, como forma de intimidação.