Edição 833

  • Indenização e tarifas para as usinas da CHESF

    altSem a menor dúvida, as novas tarifas das geradoras trarão enormes problemas para o equilíbrio financeiro das empresas estatais.

  • Brasil, país dos contrastes

    altNo centro das atenções mundiais, o governo apressa obras, reforma estádios, aprimora a infraestrutura e promete festas que nos farão esquecer que ainda somos, socialmente, uma das nações mais desiguais do mundo.

  • ‘O melhor está para vir’. Ou não?

    altSe as condições aparentemente não mudaram, por que Obama iria mudar de atitude no Oriente Médio, tornar-se conciliador com o Irã e enérgico com Israel? Talvez porque as condições não serão mais exatamente iguais às que vigoraram até o presente.

  • Obama: ruim, mas não o pior

    altMas se Obama era a má opção, Romney era pior ainda. O primeiro é um representante do capital, mas o segundo é o capital, e em suas versões mais degradas e facínoras.

     

  • Argumentos contra o financiamento do novo Plano Nacional de Educação são falsos e enviesados

    altSe nenhum país conseguiu superar atrasos educacionais acumulados, que fossem tão intensos quanto os nossos, sem investir valores próximos ou mesmo superiores a 10% do PIB em educação, por que há quem ache que nós conseguiremos?

  • A eleição de Obama

    altNinguém fez tanto pelo “anticomunismo” como os longos anos de stalinismo e aí está: o mais avançado país capitalista acerbamente dividido entre uma direita fascista e outra moderada, como bem retrata a eleição de Obama.

  • Quem julga os juízes?

    altQuem tem a incumbência de julgar tem uma imensa responsabilidade, principalmente para com os acusados, mas também com a sociedade e consigo próprio. Não pode ceder à tentação de satisfazer seus anseios humanos.

     

  • Episódios imperialistas: agressão, armas e diplomacia

    altNa política, como na vida, mas principalmente na política externa, acontecimentos aparentemente independentes podem estar concatenados para o alcance de um único objetivo. Este artigo destaca alguns fatos que estão a ocorrer em diferentes regiões do planeta.

     

  • Crianças, Crack e prefeitura do Rio de Janeiro: o óbvio se tornou ululante

    altSe efetivamente a Prefeitura pretendia desenvolver um programa para cumprir sua obrigação legal de cuidar das crianças e adolescentes usuárias de crack, por que desarticulou totalmente seus serviços básicos e/ou especializados de atendimento de usuários de drogas?

  • Saara Ocidental: enviado especial da ONU para a região

    altA razão deste impasse se deve à pretensão da Frente Polisário, que exige a autodeterminação, opondo-se a um critério de recenseamento exigido para o povo detido nos campos de Tindouf, sudeste da Argélia.

  • A morte anunciada dos guarani-kaiowá

    altNão adianta o governo assinar documentos em prol dos direitos humanos e do desenvolvimento sustentável se isso não se traduzir em gestos concretos para a preservação dos direitos dos indígenas e do meio ambiente.

  • A via crucis dos trabalhadores endividados

    altA perversidade maior é a de esconder para o conjunto da sociedade que o padrão de vida do trabalhador vem sendo rebaixado progressivamente, seu poder aquisitivo “caindo pelas tabelas”, seus direitos fundamentais sendo roubados em conta gotas por anos a fio.

  • Estimativas pessimistas

    altO Estado brasileiro precisa elevar a sua interferência na economia, seja através de um controle mais efetivo sobre as concessões públicas, seja tornando as empresas estatais em instrumentos de fomento da industrialização, seja ainda criando estatais para implementar a produção em áreas estratégicas.

  • Estados Unidos: a federação em xeque

    altNa eleição presidencial da semana, é possível que, diante de novo resultado desfavorável, os republicanos tentem distinguir-se dos democratas pela proposta de outro federalismo, sobre o qual as responsabilidades sociais seriam mais estaduais que federais.

     

  • Obama x Romney: diferenças que pesam

    altObama e Romney brigaram para mostrar quem ama mais os israelenses. Cada um por sua vez enumerou os motivos que provavam ser seu amor maior e mais sólido. A segurança dos israelenses foi destacada como a grande questão do Oriente Médio.