Edição 826

  • Nuclear em desuso

    altDepois da histórica decisão do governo alemão em abandonar em definitivo a energia nuclear, agora são os governos do Japão e da França que vão rever os planos relativos ao uso do nuclear.

  • Expressão ideocultural de uma independência manipulada: Abraham Lincoln, o caçador de vampiros

    altLembrar da independência estadunidense na independência brasileira vem ao encontro da falsidade de nossa liberdade, comemorando um grito falso e silenciando o grito dos excluídos que todos os anos sai às ruas.

  • O conservadorismo paulistano abraçou Russomanno

    altPor vias tortas, parece que Lula será mesmo ator político fundamental e decisivo na definição do futuro prefeito de São Paulo – no entanto, talvez o escolhido da população não seja o abençoado pelo líder petista.

  • Estados Unidos e a desatenção com a Ásia emergente

    altEmbora o mundo muçulmano chame de forma constante a atenção estadunidense, Obama, desde o início do mandato, tenta dedicar mais tempo a outros aliados – ou parceiros econômicos – na Ásia, especialmente Japão, Coreia do Sul, China e Índia.

  • As bravatas de Dirceu

    altLembramos muito bem, ele dizia: “O PT precisa aprender a fazer política”. Não pretendia com isso que a agremiação se esmerasse em levar adiante um projeto de natureza socialista.

  • Desperdício

    Você pode escolher qualquer jornal de país desenvolvido que não encontrará nenhum anúncio de página inteira. Aqui em nosso país, anúncio de página inteira é coisa corriqueira. Todos sabem que a fabricação do papel exige o sacrifício de árvores. Uma página de jornal significa, portanto, um dano ecológico importante, que não pode ser feito de forma irresponsável.

  • ‘Mais Direito Penal tem representado mais criminalidade’

    altEm meio aos intensos e polêmicos acontecimentos em torno do mensalão, das próximas eleições municipais e até mesmo do Código Florestal, a reforma do Código Penal não tem encontrado espaço à altura de sua importância na mídia. Para comentar o assunto, o Correio entrevistou o Juiz de Direito Marcelo Semer.

  • Na contramão

    altInfelizmente, ainda na mesma linha de preocupação com os preços, o ministro nada falou sobre medidas efetivas para elevar a produção de alimentos e garantir preços baixos e seguridade alimentar para o país.

  • De golpe em golpe, a Casa Grande se perpetua

    altAté que enfim o Brasil está destravando. Agora, vai ser para valer. Depois do julgamento do mensalão, teremos o do mensalão mineiro, aqueles derivados das operações Satiagraha, Castelo de Areia, Vampiro... Neste ponto do sonho, me acordam e jogam contra mim a dura realidade.

  • 15 de setembro: um “abril de gente” nas ruas de Portugal

    altEntre 750 mil a um milhão de pessoas, num país com cerca de onze milhões de habitantes, responderam veementemente ao anúncio da transferência direta das contribuições dos trabalhadores para os bolsos do patronato.

  • Os americanos não aprendem

    altCom a Rússia e a China bloqueando qualquer resolução contra o governo Assad, restarão dois caminhos para os EUA: ou unir-se aos países que desejam um acordo de paz, ou lançar a força militar da OTAN contra o governo.

  • Eldorado Parque: memória permanente da barbárie

    altA barbárie do despejo de quase 14 mil pessoas, em menos de duas horas, cinicamente chamada “Operação Triunfo” (depois da “Operação Inquietação”), pode ser considerada uma verdadeira operação nazista de guerra.

  • Não só de hóstias

    altAs novas gerações da zona leste, após a próspera experiência de D. Angélico em São Miguel Paulista, sobrevivem em condições melhores, com a certeza de que, se há muito por lutar, sabem que a igreja tem o seu papel social.

  • Dirceu e o Supremo Jiló

    altAté agora o PT não perdeu eleição por razões éticas. As razões pragmáticas do povo, como comida, água e energia, são mais decisivas. Mas, como um equilibrista, o PT parece dançar na boca do abismo.

  • Solução do conflito colombiano pela via da negociação política é a única possível

    altHá que fechar espaços às vozes que, de maneira simplista e irresponsável, argumentam que a negociação entre o governo e a guerrilha é a negociação entre o Estado democrático e o narcotráfico.

  • Um abuso injustificável

    Despertar pessoas que não partilham a fé católica constitui evidente violação do seu direito de acordar na hora em que bem entendam. Não é só aí que a Igreja Católica comete abusos. Dentre estes, convém assinalar o afã de colocar crucifixos e outros símbolos religiosos em prédios públicos.

  • Os candidatos são todos iguais?

    altDeixe de lado a emoção e pense com a razão. As instituições públicas são movidas por políticos e pessoas indicadas por eles. Todos os funcionários são nossos empregados. A nós devem prestar contas.