Edição 825

  • Mudanças no setor elétrico

    altO novo plano para o setor elétrico, mesmo reconhecendo que o custo da eletricidade é um problema importante para o país, é paliativo. Do lado positivo, elimina de forma definitiva certos encargos.

  • O golpe da Taxa Libor : a falcatrua no mercado financeiro mundial

    altComo era de se esperar, é pouco noticiado o recente escândalo no sistema financeiro internacional da manipulação da Libor, taxa de juro que é referência para transações financeiras globais.

     

  • Inimigos da Dilma!

    altEssa dicotomia, neoliberalismo versus modelo nacional-desenvolvimentista, não passa de uma deslavada fraude política, cuja serventia é enganar consideráveis parcelas do povo, principalmente os setores tidos como mais politizados.

  • O papel da Dívida Pública

    altNas últimas décadas, a formação de conglomerados empresariais, novos ricos e a conformação de uma nova morfologia do sistema capitalista no país estão intimamente relacionadas ao negócio da dívida pública, e às vantagens de quem a administra.

     

  • Três aniversários

    altAs lições econômicas são importantes, como também as políticas. Prevalece a regra não escrita de que os governos em regime “democrático” só concluem seus mandatos se se curvarem às pressões das potências imperiais.

  • Para entender Russomanno, é preciso ouvir Marilena Chauí

    alt"São Paulo é uma cidade protofascista. Esse sentimento está interiorizado na sociedade paulistana. A gente nem percebe mais. Viajo pelo Brasil. E não vejo algo que se aproxime", afirmou.

  • O sentido da política econômica que dirige o Governo Dilma

    altAs providências corajosas de reestruturação da política monetária e financeira e a herança positiva da política social, ambas de caráter redistributivo, não se comprazem com uma política de fomento econômico calcada na especialização primária e na concentração da riqueza fundiária.

     

  • O golpe no Paraguai e o Mercosul (2)

    altA suspensão vence em abril de 2013, quando haverá eleições no Paraguai. O ingresso de Venezuela ficaria questionado depois (sob novas negociações, já que sua estrutura alfandegária é incompatível com a do Mercosul).

  • Ocupação e protesto por saúde denunciam privatismo e promessas não cumpridas

    altCansados de esperar respostas concretas, os integrantes do Fórum São Paulo de Saúde organizaram uma ocupação de um prédio abandonado na zona sul de São Paulo, no populoso bairro da Capela do Socorro.

  • Belo Monte é a forma de viabilizar definitivamente a mineração em terras indígenas

    altComo se viabiliza a maior exploração de ouro da história da Amazônia, aproveitando a implantação de empreendimentos hidrelétricos. Isso já está acontecendo no Xingu.

  • A casquinha de sorvete

    altO problema número 1 do mundo não é econômico, é ético. Perdemos a visão de bem comum, de povo, civilização. O capitalismo infundiu-nos a perversa noção de que acúmulo de riqueza é direito e consumo de supérfluo, necessidade.

  • Ser nacionalista: estudo de casos

    altPreventivamente, o Brasil deveria colocar só a Petrobrás para atuar nesta área. Entretanto, se pressões de governos estrangeiros exigirem leilões de novos blocos marítimos poderíamos admitir nos leilões só empresas pertencentes a países que aceitam a nossa Zona Econômica Exclusiva.

  • Ingenuidade ou incompetência?

    altTalvez o que o ex-embaixador devesse se perguntar é por que os investimentos chineses na indústria brasileira não são maiores. Algo que o professor Lacerda procurou responder no mesmo seminário, ao sugerir que isso se deve, em grande medida, ao fato de a China no Brasil ser “um debate interditado”.

  • A falsa ilusão de paz na presente disputa presidencial

    alt2012 encerra-se sem que os Estados Unidos tenham contribuído de maneira incisiva para a paz no Oriente Médio, estabilidade no norte da África, após o florescer das movimentações populares, e desembruscamento na Ásia Oriental, por conta da Coréia do Norte, e na própria América do Norte, por causa do México.

     

  • Os “cães de guarda” estão soltos

    altAntes que alguém se desinforme ainda mais: em 1995, o governo federal gastava, com a folha de salários do funcionalismo, 56% do que arrecadava; em 2011, gastou 32%. Esse “escândalo” a mídia não vê.