Edição 823

  • Governar é inaugurar obras?

    altMe chamou a atenção o fato de que a maioria dos outdoors e cartazes, assim como os spots de rádio e TV, referiam-se a obras inauguradas pelo candidato.

  • Venezuela: acidente ou sabotagem?

    altO jornal espanhol “El País” publicou, em 2006, matéria sobre um videojogo fabricado nos Estados Unidos que tinha como objetivo derrubar o governo venezuelano.

     

  • Que futuro, com este passado?

    altOs expedientes para o “crescimento” subordinam-se aos dogmas do Consenso de Washington, tais como parcerias público-privadas, nas quais o dinheiro público financia os empreendimentos e assume o risco, cabendo a gestão e lucro garantido a concentradores privados.

  • Bastidores - Belo Monte vai tirar a vida da Volta Grande do Xingu

    altDesviar as águas do rio Xingu durante as obras de instalação de Belo Monte e depois, na fase de operação, inviabilizará definitivamente o direito de ir e vir das comunidades. O rio é a via que liga a Volta Grande ao resto do mundo.

  • Brevíssimas reflexões sobre a guerra de torcidas no julgamento do mensalão

    altO julgamento do "mensalão" no STF transformou-se definitivamente em mais um capítulo da acirrada disputa de torcidas que marca o atual empobrecido cenário político brasileiro.

  • Casa da Morte em Petrópolis, agosto de 2012: um primeiro passo para que nunca mais aconteça

    altA desapropriação se fundamenta e a decisão da prefeitura é idônea e legítima porque atinge o objetivo público de recordar as atrocidades para que nunca mais aconteçam, de valorizando a memória coletiva e das vítimas.

  • Soldados de Israel narram violências contra meninos palestinos

    altCerca de 30 atuais e antigos soldados revelaram a forma violenta como crianças palestinas são rotineiramente tratadas durante as operações militares e prisões. São 850 relatos, publicados pela organização Breaking The Silence.

  • Nelson Rodrigues: contraditório centenário

    altNão desejo reconhecer e louvar o cronista que cunhou expressões como “padres de passeata” e “freiras de minissaia”. No entanto, não posso deixar de homenagear o genial escritor de nosso cotidiano brasileiro e carioca.

  • Por uma nova lei de comunicação

    altA atual sobreviveu a mais de vinte propostas de modificação, em debates que se iniciaram no dos anos 70 e foi tornado obsoleto pela Constituição. Mas nunca se venceu a força dos donos de emissoras.

  • PT, um partido rico?

    altPartido rico e partido dos ricos, o PT não passa de uma agremiação a serviço do sistema capitalista. Essa é uma lamentável verdade e dela não devemos fugir.

     

  • O caso Assange

    altAssange não se nega a comparecer perante a Justiça sueca e responder pela acusação de estupro. Teme apenas ser vítima de uma cilada diplomática e acabar em mãos do governo mais desmoralizado pelo WikiLeaks – o que ocupa a Casa Branca.

  • Intransigência governamental

    altA intransigência do governo, desde o primeiro dia da greve, foi evidente. Somente depois de transcorridos 60 dias de paralisação é que houve o primeiro encontro entre as partes, e uma proposta foi colocada na mesa.

  • Contradições dos investimentos em infraestrutura

    altEnquanto analisarmos os problemas dos investimentos no Brasil, seja em infraestrutura, seja nas demais áreas da economia, pela ótica do senso comum, não conseguiremos enfrentar as contradições existentes nas condições postas pela realidade.

     

  • Brutalidade do sistema prisional e bárbaras humilhações a parentes são denunciadas em Ato Público

    altNós passamos muitas humilhações, os parentes que visitam seus filhos, maridos, primos presos também são ‘condenados’ pelos funcionários do presídio. Sofremos muitos abusos”, contou Andrea MF, ex-presidiária.

  • Questão energética: quem decide?

    altPodemos concluir que existe uma concentração de poderes e um acentuado caráter autoritário na condução da política energética no país, o que acaba subordinando o futuro ao presente.

  • Para além dos direitos: a ruptura pela luta

    altO próprio fato de uma reivindicação se consolidar num direito previsto em lei, mas que, na maior parte das vezes, demanda orçamento e regulamentação pública específica, esvazia a luta, desmobiliza e remete à esfera das instituições a mitigação dos problemas.

     

  • Maior estatura

    altA tarefa fundamental que pode ter hoje um verdadeiro socialista é tentar desvencilhar-se da dura herança do stalinismo que gozou e goza de hegemonia nesses últimos noventa anos de história.

     

  • Um julgamento histórico

    É importante lembrar que a responsabilidade pelo bom termo do julgamento não depende apenas dos ministros da corte. Todos nós precisamos acompanhar com atenção o decorrer dos debates e não nos deixarmos enganar pelos comentários sensacionalistas da imprensa.