Edição 821

  • Estados Unidos: relacionamento inicial de Obama com questões de Bush

    altA indicação de Paul Ryan para vice de Romney auxiliará os democratas, uma vez que diminui aos olhos do eleitorado mediano o caráter conservador da gestão de Barack Obama.

  • Novas formas de agressão dos EUA

    altAs Inovações “revolucionárias” na estratégia militar do imperialismo iluminam bem a ameaça para a humanidade de um sistema de poder monstruoso.

  • Kit Felicidade

    altA presidente não somente evitou a utilização da palavra privatização, como fez questão de destacar que o Estado não está se desfazendo de nenhum patrimônio, para “fazer caixa” ou para abater dívidas.

  • Mercosul e Venezuela: uma nova perspectiva de integração sul-americana

    altA entrada da Venezuela incorpora 900 mil quilômetros quadrados, praticamente as superfícies de França e Alemanha somadas, e consolida a jurisdição e o controle sobre as maiores reservas energéticas, minerais, naturais e hídricas do globo.

     

  • Mensalão e corrupção

    altEmbora o PSDB não seja palatável para a maioria dos eleitores, a oligarquia conta com o tempo decorrido desde 2002 e com a amnésia ministrada pela grande mídia para fazer esquecer a devastação tucana.

  • Brasil precisa de políticas sociais de amplitude para sair da mediocridade esportiva

    altDesta vez, a desfaçatez de Nuzman não está descendo goela abaixo do governo Dilma. Alguns de seus porta-vozes, como o ministro dos Esportes Aldo Rebelo, já transmitiram sutis, porém certeiros, recados de que alguns parâmetros de formação e gastos serão mudados.

  • Rumores: o Irã estaria enganando o Ocidente?

    altÉ possível que Bibi queira recuperar-se, criando um clima de guerra iminente ou mesmo bombardeando o Irã, antes das eleições americanas de novembro, para desgosto de Obama.

  • A lógica infernal do capital

    altOs Estados capitalistas dependentes, que na América Latina têm governos chamados progressistas, estão presos a uma engrenagem que devora os esforços em favor de uma mudança econômica e social.

  • Política social se enfraquece ao promover desonerações sem rumo

    altParece haver se optado por enfraquecer a política social, retirando-lhe recursos essenciais à complementação das remunerações salariais – pela via dos direitos sociais. Em troca disto, se aposta numa fantasia: ‘despertar o espírito animal’ dos empresário.

  • Ditadura ruralista e os rios intermitentes

    altSem interferência da ciência, desprezando advertências dos técnicos da Agência de Águas, contra a vontade de 80% do povo, a bancada ruralista, numa ditadura via Congresso, fulmina florestas, rios e solapa nossas bases naturais.

     

  • Petralhas versus Tucanalhas

    altÉ preciso ter bem claro que tanto uma quanto outra vertente da politicagem burguesa representa, apenas, versões de direita, uma vez que nenhuma delas se opõe ao sistema socioeconômico.

  • Rocky Balboa contra os espartanos

    altImprovável ateniense, Rocky Balboa emerge novamente como o símbolo desejado para derrotar o frio militarismo. A lógica do underdog parece acabar sobredeterminada pela narrativa da democracia ocidental.

  • Como ganhar mais medalhas?

    altSalvo melhor interpretação desta aplicação de regressão estatística, o alto índice de Gini do Brasil (51,9), que reflete a má distribuição de renda do país, influi para que seja tão baixo o número de medalhas do país.

  • Oligopolização, poluição e agricultura

    altOs movimentos sociais e a esquerda parecem ainda não se terem dado conta de que, sem a participação das populações urbanas, nenhum movimento rural no Brasil de hoje terá sucesso.

  • Razões do fracasso

    A causa do mau desempenho olímpico está em nosso sistema escolar. Nossas escolas não dão a menor importância para as aulas de educação física e não cuidam, de modo algum, de estimular a prática de esportes. Aliás, a grande maioria delas nem dispõe de quadras e instalações adequadas para a prática de esportes.