Edição 820

  • Limpeza étnica em Mianmar: o Ocidente finge que não vê

    altO Ocidente, implacável na condenação dos chefes nazistas e dos racistas sérvios, prefere olhar para as riquezas potenciais inexploradas de Mianmar. Para seu mercado de 55 milhões de consumidores. Para sua economia quase virgem.

  • Maioridade penal

    altAdvogar a diminuição da idade, para efeito de responsabilização, não significará, em hipótese alguma, resolver a questão da violência.

     

  • Insaciável busca da felicidade

    altO que faz uma pessoa feliz não é o projeto de vida que ela assume. Todo projeto – conjugal, profissional, artístico, científico, político – supõe uma trajetória cheia de dificuldades e desafios. Mas é apaixonante.

  • Mais dois atentados aos direitos do povo

    Dois fatos ocorridos nesta semana – um decreto presidencial e um projeto de lei apresentado ao Congresso por um parlamentar da base do governo – dão bem a medida da gravidade da situação do país. Tanto um como o outro se referem a duas questões da maior importância para a vida econômica, social e política dos brasileiros.

     

  • ‘Em São Paulo tem sido utilizada a linguagem da guerra, carta branca à violência policial’

    altPara tentar analisar as nuances dessa onda de violência, ainda pouco esclarecida oficialmente e com alguns novos elementos, o Correio da Cidadania entrevistou a advogada e socióloga Alessandra Teixeira, estudiosa da criminalidade urbana da metrópole.

  • As águas turvas da Nestlé

    altA desmineralização é combatida por cientistas e pesquisadores de todo o mundo. Por que alterar a legislação em um item que apenas interessa à Nestlé? O que nós, cidadãos, ganhamos com isso?

     

  • Lições do passado

    altA república brasileira, apesar de mais de dois mil anos após os escritos de Publicus, ainda conserva algumas das características da república romana. A luta de classes mantém ativos os estratagemas e armadilhas utilizados contra os tribunos da plebe.

     

  • Estados Unidos: a continuidade das questões médio-orientais

    altEm junho de 2009, Obama visitou dois aliados tradicionais - os conservadores Arábia Saudita e Egito - como meio de aproximar mais o país da comunidade muçulmana. Na ocasião, Obama mencionou as maiores fontes de tensão entre os Estados Unidos e os países maometanos.

  • Classe trabalhadora reage ao avanço no desmonte dos direitos sociais

    altA revolta crescente dos trabalhadores é a revolta das forças produtivas contra a decomposição do capital e a submissão nacional. A postura do governo Dilma frente à greve nacional dos docentes e, mais recentemente, dos técnicos e administrativos das universidades federais não é uma simples “contenda trabalhista.

  • Argumentos contra o aumento de recursos para a educação manipulam e desinformam

    altComo o projeto de PNE ora em discussão deverá ainda ser apreciado pelo Senado e promulgado pela presidência da República, que tem o poder de veto, as elites nacionais têm feito uma grande campanha contra o aumento de recursos para a educação pública usando, inclusive, argumentos falsos.

  • A excelência do espírito olímpico

    altSe queremos superar Londres, não basta fazê-lo na forma, mas também no conteúdo, para que as Olimpíadas do Rio não sejam apenas uma festa na terra de um povo semianalfabeto e carente de recursos.

  • Dilma nada aprendeu

    altPelo visto, ela nada aprendeu pela via da violência de que foi vítima. Ao invés de ter reforçado as suas “convicções socialistas”, ela se revelou um quadro pronto para gerenciar o capitalismo.

     

  • A crise e o governo. As montadoras e o PIB. Os bancos e a dívida pública

    altGM lucra com isenção de IPI e faz terrorismo com trabalhadores, demitindo milhares de funcionários. Bancos lucram explorando os clientes e o tesouro nacional com juros e tarifas altíssimas.