Edição 819

  • Vendo a cidade real...

    altNa imensidão do novo prédio, cheio de lojinhas burguesas, esse povaréu que não se encaixa vai construindo um universo paralelo. Aquelas gentes de rosto vincado, de mão calejada, são a vida real, pulsante e bela.

  • Rio de Janeiro: campeão olímpico em preços de imóveis

    altEste boom imobiliário é mais intenso justamente nas áreas de investimentos para os megaeventos. O corredor olímpico, entre a Barra da Tijuca e o Recreio, valorizou 50% em 2010, concentrando lançamentos de imóveis.

  • Filosofilmar

    altA relação sempre foi tensa. Os filósofos nem sempre se deixaram levar pelo cinema, ou ao cinema, pacificamente. Talvez pela natureza bastante antirracional e imóvel que a plateia assume na sala de cinema.

  • O custo da desnacionalização

    altMas quem induziu ao erro? Esse é o fulcro da maior – e menos comentada – corrupção existente no país. Os juristas da Roma Antiga recomendavam procurar a quem o crime aproveita.

  • Denver: um massacre útil ao poder

    altSe a alienação generalizada da sociedade norte-americana é a raiz, outros fatores combinam para produzir comportamentos hediondos como o de Holmes. Em primeiro lugar o grande negócio da venda de armas.

     

  • Condições desumanas da prisão podem livrar Manning

    altEle enfrenta 22 acusações de traição, das quais a mais grave é de “ajudar o inimigo”, cuja pena máxima é a morte. Os danos que, segundo as autoridades, ele teria causado aos EUA foram claramente exagerados, senão falsos.

     

  • Abrangência da logística reversa na Política Nacional dos Resíduos Sólidos

    altSegundo o IPEA, apenas cerca de 13% dos resíduos urbanos são reciclados. O Brasil perde cerca de R$ 8 bilhões por ano com o aterramento de materiais que poderiam ser reciclados, se voltassem para cadeia de produção.

  • Esqueceu de dizer...

    altLula da Silva, o metalúrgico, num dos seus arroubos, afirmou que no Congresso existiam trezentos picaretas. Na época, dissemos a ele que faltou apontar quantos picaretas existiam nas fileiras de sua agremiação política.

  • Por onde anda o petróleo brasileiro?

    altA publicidade oficial criou a legitimação da urgência em explorar o pré-sal, com destinação ao mercado internacional. Seus recursos devem ser aplicados de modo obrigatório em títulos, que podem pertencer às empresas que abocanharam parte dos blocos.

  • Oligopolização e desnacionalização

    altA consultoria internacional KPMG, em sua última Pesquisa de Fusões e Aquisições, constatou que durante o primeiro semestre de 2012 empresas de capital majoritário estrangeiro adquiriram 167 empresas de capital brasileiro.

  • “Investimento em educação vai quebrar o Brasil”

    altO que está quebrando o Brasil, senão o cumprimento da Carta aos Brasileiros, de Lula, a redução de impostos às grandes e lucrativas empresas, em prejuízo da Seguridade Social, as obras superfaturadas para atender uma FIFA corrupta?

  • Eu, o Coringa, venci o Batman!

    altSou um exterminador do presente. Meu sonho é a guerra. É legal, faz dos matadores heróis, move a indústria. Este é mais um genuíno produto de exportação made in USA: a guerra. Protegida pelas mais solenes convenções.

  • Guerra de mentiras e hipocrisia

    altTudo isso tem a ver com o Irã e nosso desejo de destruir a república islâmica e seus infernais planos nucleares, se é que existem, o que não tem nada a ver com os direitos humanos ou com a morte de crianças sírias.

  • A persistência da herança negativa dos republicanos

    altDepois de quase quatro anos, nenhuma das medidas iniciais gerou modificações substantivas. Assim, os democratas teriam desconforto para criticar a política exterior dos republicanos ao longo dos próximos debates.

  • “Comissão da Verdade” do período neoliberal

    altSó com uma Comissão da Verdade poderemos conhecer qual era o preço justo da Vale e das empresas de telefonia, quantos barris de petróleo foram entregues a petrolíferas estrangeiras, e assim por diante.

  • Em meio a agravamento da crise financeira, governo brasileiro aprofunda princípios neoliberais

    altAbrindo mão do papel protagônico que deve guiar o Estado, em um país dominado pelo capital financeiro, o recrudescimento das atuais dificuldades do governo deverá ser respondido com maiores concessões ao capital privado.