Edição 817

  • Brasil e Paraguai

    altSuspender o Paraguai e incluir a Venezuela no Mercosul trata-se, em todo caso, de uma aposta perigosa. Os USA avançam a Aliança do Pacífico, entre o Chile, Peru, Colômbia, México, claramente em oposição ao Brasil.

  • Pedágio metropolitano: quem vai pagar essa conta?

    altPrimeiro se construiu um modelo urbanístico carro-dependente e agora se transforma esse modelo num modelo caro e excludente que dificultará a circulação nestas cidades.

  • Síria, informação e propaganda

    altDepois dessas flagrantes mentiras, ficamos sem saber até onde se pode acreditar no que afirmam os líderes do Ocidente e a grande mídia. Afinal, a Al-Qaeda faz parte de coalizão de oposição.

  • Rebeldes sírios se aproximam do maior troféu

    altAgora foram na jugular. O cunhado do presidente, o ministro da Defesa, uma bomba de destruição massiva colocada perto, ou talvez dentro dos quartéis militares encabeçados pelo irmão do mandatário.

  • Catolicismo: a decadência do poder

    altAs últimas pesquisas indicam que o catolicismo brasileiro, nominal, é da ordem de 64,6% da população. Como na Europa, a tendência é se estabilizar por volta de 40%. Deve crescer o número dos indiferentes às igrejas.

  • Dom Eugênio Sales era, com todo o respeito, o cardeal da ditadura

    altAs azeitadas relações com os donos dos jornais e com alguns jornalistas em postos-chave continuaram depois da morte. A defesa de dom Eugênio, na realidade, funciona como uma autodefesa da mídia e do poder.

  • Doente ou diferente? O crack social

    altAs evidências de que esse programa da prefeitura do Rio em momento algum teve a intenção de cuidar de crianças e adolescentes em situação de risco, fossem elas usuárias de drogas ou não, são muitas, diversas.

     

  • Corrupção e eleição

    altAproximam-se as eleições e vem à tona a grande preocupação: um sufrágio límpido, transparente e no qual sejam escolhidos os melhores candidatos.

     

  • Bastidores – O processo de licenciamento de Belo Monte

    altBastidores é uma série de artigos que não tem prazo de encerramento e vai evoluir para contar ao público como enfiaram Belo Monte e outras hidrelétricas goela abaixo da sociedade.

  • Dona Europa e suas filhas

    altCorremos o risco de ficar gripados se Dona Europa continuar a espirrar tanto, alérgica ao espectro de um futuro tenebroso: a agonia e morte do deus Mercado.

  • Erundina debreou!

    altIsso, porém, é menos grave se comparado com uma legião imensa de petistas, de matriz pretensamente socialista, que capitularam diante do capitalismo e se passaram, de malas e bagagens, para o lado da burguesia.

  • Nova onda de violência policial em São Paulo

    altAlckimin disse que quem enfrentar o Estado vai perder. Sua secretária de Justiça já havia dito no massacre do Pinheirinho que, para ela, a legalidade está acima dos direitos humanos. A senha foi dada, a chacina continua a céu aberto...

  • Lições do pedágio

    altO Estadão publicou que, desde o início da crise, o governo brasileiro abriu mão de 26 bilhões de reais em impostos, ao mesmo tempo, o setor automotivo teria criado apenas 27.753 novas vagas de trabalho, cada uma das quais equivaleria a um custo de cerca de 1 milhão de reais em renúncia fiscal.

     

  • China propõe aliança estratégica ao Mercosul: um dragão no quintal

    altA crise política no Paraguai e suas repercussões na região deixaram a visita do primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, e a renúncia no principal cargo do Mercosul em um segundo plano da agenda de notícias.

     

  • Nazismo da torcida alemã na Eurocopa: “um metrô de Lviv a Auschwitz”

    altRacismo, antissemitismo e nacionalismo agressivo durante os jogos da seleção alemã pertenceriam ao passado. No entanto, como se sabe, isso não é assim: a UEFA investigou e multou a Federação Alemã de Futebol (DFB) por causa do comportamento incivil e os cantos inapropriados da torcida alemã.

     

  • ‘Não foi nem “juízo”, nem “político”; o processo de destituição de Lugo é de nulidade insanável’

    altEm entrevista, Ricardo Canese reitera a ilegalidade do processo, sem direito efetivo à defesa, além do teor ideológico. “A acusação critica o ‘socialismo do século 21’ e as ‘juventudes socialistas’, o que está proibido pela Constituição.