Edição 816

  • Lei de Acesso à Informação não trata apenas de salários

    altPor meio desta lei o cidadão irá dispor de informações que lhe possam denunciar irregularidades, atos de corrupção, apadrinhamento político, nepotismo e ainda exigir concurso público nos órgãos do Estado.

  • O Líbano pode ser a bola da vez

    altA retaliação israelense seria mais aguda, mais dura e violenta do que na última invasão do Líbano, em 2006. Livre da ameaça do Hizbollah, Netanyahu poderia então pensar a sério num bombardeio das instalações nucleares do Irã.

  • O passado dura muito tempo: as ações antidemocráticas do governo Dilma na greve nacional das federais

    altO atual governo reproduz os mesmos atos de 2001 da dupla tucana FHC-Paulo Renato, na atual greve das federais: desmarcou todas as audiências e mesmo após 53 dias de greve, finge ignorar que 58 das 59 universidades estão em greve, afetando um milhão de estudantes.

     

  • Estados Unidos: a expectativa frustrada do governo Obama

    altNão há dúvida de que há pouca diferença no cotidiano da população entre as duas principais candidaturas. Eis as razões da precoce frustração com os democratas à frente do poder: sua semelhança com os republicanos.

  • Economia verde-financeira associada ao novo código florestal aumenta caos fundiário e ambiental

    altAparentemente, o governo Dilma encampou desapercebidamente a jogada dos verdes de vertente financeira. Terá a oportunidade da regulamentação legal para colocar freios na especulação mais escandalosa, sob pena da produção de uma enorme confusão fundiário-financeira.

  • Um SUS que descarta os Idosos

    altNas vagas em UTI do SUS, os idosos são descartados, dando a preferência às pessoas mais novas. O mesmo acontece com outros doentes que, sem serem idosos, requerem internação prolongada e alto custo de tratamento.

  • Educação: disciplina ou liberdade

    altA finalidade da educação não consiste apenas em ensinar a obediência às normas, mas também em ensinar a lei que reside dentro de si. Só assim é possível a liberdade, pois somente através do fato do dever o homem tem poder para agir.

  • Almas Gêmeas e briga pelo poder em Belo Horizonte

    altPatrus é coerente com o atual PT. Será um governo do neoPT, sem nenhum avanço real crítico ao mundo do capital, mas com grandes chances de receber o apoio dos movimentos e, o pior, desarticulá-los, como vimos com Lula.

  • Luta deve ser por um sistema público de educação referenciado na sociedade e suas necessidades

    altNo último artigo de sua série especial sobre educação, Otaviano Helene mira no futuro, após a aprovação do novo Plano Nacional de Educação, a vigorar até 2020 e ainda por ser aprovado no Senado.

  • Paraguai, democracia falsificada

    altA primavera democrática pode se transformar em longo inverno, caso os governos progressistas e suas instituições como Unasul, Mercosul e Alba não se convençam de que fora do povo mobilizado e organizado não há salvação.

  • Livre escolha

    altNão existia uma formulação política que pudesse nos autorizar a dizer que o PT era um partido socialista. Apostava-se, porém, no seu potencial social e, particularmente, na sensibilidade e intuição da classe trabalhadora.

  • Relatório aponta corrupção em recursos de programas sociais da prefeitura carioca

    altAo somarmos essa denúncia às inúmeras outras por tortura, supressão de direitos, falta de atendimento, fica evidente que a prefeitura nunca teve, e nem tem, intenção de cuidar das crianças e adolescentes que habitam ruas.

  • Cem anos de Luiz Gonzaga

    altA música de Gonzaga continua viva por ser uma obra prima da cultura popular, mas a nossa realidade mudou. Há muito por caminhar, mas grande parte do caminho foi feito. Gonzaga gostaria de ver a volta de grande parte dos migrantes.

  • Laços latino-americanos

    altSobretudo quando se trata de urgir a lisura democrática nas decisões políticas, é propriamente nula a influência dos posicionamentos oficiais dos países que entre si já firmaram compromissos formais com a democracia.

  • Estatizar ou privatizar

    altNo Brasil, o que se coloca hoje não é nem mesmo a estatização ou nacionalização dos monopólios, entre outros motivos porque não há força social e política (aqui incluída a força militar) para impor tal processo.