Edição 814

  • O futuro do México em jogo

    altO processo eleitoral não termina no dia 1º de julho. Seus desdobramentos devem ir muito além da eleição em si. No caso de uma nova fraude, dificilmente as forças populares aceitarão o resultado oficial, com desdobramentos imprevisíveis.

  • A alma da propaganda

    altTenho constantemente defendido que a popularidade de Lula, o ex-operário e ex-presidente, não teria sido possível de se consolidar sem o fortíssimo apoio que mereceu da mídia dominante. Mídia não somente nacional, mas internacional.

  • Lugo, governo e poder

    altNão votamos para escolher o Estado Maior das Forças Armadas, os comandos policiais, os organismos do aparato Judiciário e outras tantas instituições permanentes, cuja finalidade é defender e manter o sistema capitalista.

  • Oportunismo político

    altPara justificar, sempre em nome da chamada governabilidade, usam-se desculpas esfarrapadas. “Como nós aceitamos o apoio do PP no governo federal, é natural que houvesse uma aproximação com o PP paulista”.

  • Depois do golpe no Paraguai: por uma verdadeira Revolução Cultural na América do Sul

    altA direita golpista está agonizando e por isso parte para a ofensiva. Ela ainda tem muita força, mas está ficando sem saída. Os golpistas estão na UTI da história. A esquerda, entretanto, não pode ficar esperando sua morte natural.

     

  • 'Fala-se em nome dos pequenos agricultores, mas, de fato, beneficiam-se os grandes grileiros'

    altDilma Rousseff fez todo o esforço possível para angariar ao país uma imagem vanguardista de responsabilidade ambiental. Na análise de José Juliano de C. Filho, entrevistado pelo Correio, tal visão simplesmente “não se aplica à realidade dos fatos da macroeconomia brasileira”.

  • Por que derrubaram Lugo?

    altApesar das múltiplas advertências de numerosos aliados dentro e fora do Paraguai, Lugo não assumiu a tarefa de consolidar a grande, porém heterogênea, força social que, com enorme entusiasmo, o levou à presidência.

  • Brasil e Paraguai: a diferença é a capacidade de se vender

    altLugo caiu, mas decidiu não resistir. Fica como lição para certa esquerda que aliança com a direita não é garantia de nada. Caso contrarie os "aliados", o golpe pode chegar. Não se confia em fascista, não se coloca a segurança de um país nas mãos de forças retrógradas e conservadoras.

  • A mão invisível do mercado

    altSimplesmente desconsideram o grau de concentração e centralização da economia brasileira e o papel que isso desempenha no mercado, seja pressionando a combinação de juros altos e preços altos, seja impedindo que médias e pequenas empresas participem no mercado e compitam com elas.

  • Golpe branco, a nova estratégia da direita

    altTanto o governo de direita do Paraguai, quanto os do Egito e de Honduras, foram conquistados dentro de uma democracia formal, que esconde um golpe contra a vontade do povo.

  • Paraguai: quem são os derrotados?

    altCom pusilanimidade singular, Lugo submeteu-se disciplinadamente ao golpe, esforçando-se para desmobilizar qualquer resistência, sob a desculpa de impedir derramamento de sangue, que vertera sem dó em Ybyrá Pytá.

  • “A luta armada foi uma guerra justa”, diz o bispo de Volta Redonda

    altFalando sobre a influência do capital financeiro na sustentação da ditadura, Dom Waldyr lembrou que um banqueiro mineiro mobilizou tropas de Juiz de Fora para ajudar no golpe. “O poder econômico dominou, animou e impulsionou”.

  • Todos são iguais perante a violência

    altAlguns foram punidos, até com a pena máxima e sem direito a qualquer defesa, enquanto outros, travestidos de agentes estatais, em momento algum foram incomodados, mas mereceram a mercê da anistia. Só no Brasil!