Edição 813

  • E por que não “Cidadania Sustentável”?

    altO próximo passo para se produzir o evidentemente imprescindível desenvolvimento sustentável é absolutamente incompatível com o capitalismo voraz que vivemos, capaz de devorar países, e que requer resultados imediatos e lucros crescentes: trata-se do “consumo consciente”.

  • Qual universidade queremos? Que pesquisa faremos? A quem atenderemos?

    altQuero uma universidade preocupadíssima com a divulgação científica e com a transformação do vocabulário mais técnico para um mais próximo ao dia a dia do cidadão. Quero a universidade inserida na sociedade e não à margem dela.

  • Apoiar o desenvolvimento sustentável de Pernambuco não é investir em Suape

    altSegundo dados oficiais, de 2007 a 2014 serão investidos no Complexo mais de 60 bilhões de reais, com recursos públicos e privados. Montante que poderia ser mais bem aplicado se distribuído em empreendimentos descentralizados, menores, sustentáveis.

     

  • Rio + 20 e Cúpula dos Povos: fracassos em palco iluminado

    altTermina esta pantomima, em que nada se pareceu com a Rio 92, onde, sem dúvida alguma, a sociedade civil organizada, mas não ainda tão aparelhada pela politicalha institucional, surpreendeu o “establishment” e deu o tom do evento, protagonizando as ações e a mídia.

  • A Grécia de Sócrates

    altA bóia de salvação lançada pelo neoliberalismo é a mais furada possível: apertar o cinto. Até parece que as medidas de austeridade foram ditadas por Antístenes. Na verdade, querem salvar os bancos, e não as pessoas.

  • Depois da Rio+20

    altA busca da nova síntese civilizacional persiste, sobretudo porque agora as populações originárias querem ser sujeitos da história, não apenas um apêndice ou uma barreira ao desenvolvimento. O etnocentrismo do mundo iluminista não vai subsistir.

  • Cada vez mais portentosa, indústria naval precariza e terceiriza seus trabalhadores

    altChama extrema atenção a forma como os trabalhadores de Niterói chegaram à greve, que nas palavras do metalúrgico Paulo Martins os obrigou a “passar por cima” da diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói.

  • Rio+20: apenas uma farsa publicitária

    A Rio+20, a exemplo de outras recentes cúpulas de viés ambientalista, não passa de uma forma de colonialismo. Muito aplaudido, o presidente boliviano Evo Morales, citando a sabedoria de Fidel Castro, declarou que “no sistema capitalista, não há como defender a natureza, pois, nesse regime, o objetivo principal da atividade econômica é o lucro, e a defesa da natureza implica necessariamente restrições ao lucro”.

  • Rio+20 e a matriz energética – Parte III

    altLógico que o Brasil pretende elucubrar a sua própria "economia verde” pós Rio+20 e, ao que tudo indica, no que tange a energia elétrica, deverá ser escorada em hidrelétricas, combustíveis fósseis, exploração do pré-sal, em metas pífias de conservação e eficiência energética.

  • Osmarino Amâncio: um seringueiro na luta por um projeto socialista no Brasil

    altOsmarino viajou pelo Brasil em um circuito de debates e palestras. Em suas passagens, abordou a criminalização dos seringueiros, o extermínio dos povos indígenas e nativos, os projetos de capitalismo verde de Marina e alertou sobre a destruição da Amazônia.

  • Sob divergências mínimas, governo Dilma reitera relação estável entre Brasil e Estados Unidos

    altO curso da relação no último ano e meio mantém-se estável, sem divergências fora do comum, caso se compare com outros países da América Latina. Segundo a própria Casa Branca, cada bilhão exportado sustenta cerca de cinco mil empregos.

  • Gustavo in memoriam

    altAs pessoas em geral não fazem a ligação que os Gustavos morrem por causa da usurpação de recursos públicos. Desvio de dinheiro público irá sempre representar diminuição de atendimento público, chegando a mortes.

     

  • Austeridade para quem?

    altParece correto perceber, naquilo que é tocado pelo objeto que estamos investigando, um pouco daquilo que o contato bruto não consegue fornecer. Uma gestão irresponsável das finanças públicas não se configura apropriada, tampouco a destrutiva austeridade em pauta.

     

  • Meio Ambiente: é possível?

    Diante do fato de sentirmos ser necessário e urgente se empreender uma política de preservação, a pergunta fundamental, de quem seriamente queira enfrentar essa questão, é: quem, de verdade, agride o meio ambiente?

  • Amaral de Souza: não em nosso nome!

    O atual governador do RS decretou luto oficial em homenagem ao ex-governador de coturno. Abriu o portão nobre do Palácio Piratini para velar seus restos. Sobretudo, envolveu diretamente o povo sulino na homenagem à ditadura.

  • Educação: o que não fazer

    O limitadíssimo controle federal e estadual, que deveria assegurar a qualidade dos cursos superiores, é totalmente insuficiente para enfrentar o poder dos controladores das instituições privadas de ensino superior.

  • Manifestantes se acorrentam em subprefeitura para exigir unidade de saúde

    altDe acordo com Gustavo Moura, o objetivo é obter respostas claras e satisfatórias. “Visto que já realizamos outros atos, ouvimos diversas promessas e prazos de muitas pessoas do poder público e até agora nada aconteceu”, disse Moura ao Correio.

  • A lista de Schindler brasileira

    altAracy, mulher de Guimarães Rosa, chamada de “O anjo de Hamburgo”, é a única brasileira, com apenas outras dezoito pessoas, no Museu do Holocausto em Jerusalém. Sem, até hoje, uma única homenagem pública em sua terra natal.

  • Desafios à Rio+20

    altO enfoque deverá estar não nos direitos do capital, e sim na urgência de definir instrumentos normativos internacionais que assegurem os direitos universais de 7 bilhões de habitantes do planeta e a preservação ambiental.

  • Xingu +23: pare Belo Monte

    altHoje, Belo Monte não é mais um projeto, mas uma obra em andamento, e neste encontro foram debatidos seus terríveis impactos, que já assolam a população desta região da Amazônia. Essa sandice de barrar todos os rios do planeta tem que parar!

  • Perguntas de um ignorante ambiental

    Na opinião deste ignorante ambiental, a luta para recuperar e proteger o meio ambiente não passa pelo congelamento do desenvolvimento industrial e agrícola dos países em desenvolvimento, como o Brasil, ao contrário.

  • Sectarismo contribui para a vitória da direita na Grécia

    A vitória poderia ter acontecido não fosse a propaganda do medo levada a cabo pelos meios de comunicação hegemônicos, mas, sobretudo, pelo sectarismo do Partido Comunista Grego (KKE), que obteve 4,5% dos votos.

  • Juros e economia desestruturada

    altMuita gente tem a ilusão de que, nos últimos anos, houve mudanças significativas na redistribuição da renda, mas isso só se deu em relação a estratos marginalizados pelo sistema produtivo. Este prossegue oferecendo poucos empregos em geral.

  • Direitos sociais e meio ambiente não estão na agenda estritamente econômica do governo

    altEm síntese, o que parece de consenso do governo e dos seus críticos à esquerda é a necessidade de manter o nível de emprego, acrescentando-lhe ano a ano o incremento normal da força de trabalho.