Edição 812

  • Estados Unidos e Brasil: da desconfiança inicial de Lula à parceria convicta

    altNa análise de curto alcance de muitos opositores, fosse por comodidade intelectual ou por desinformação histórica, o sindicalismo obrigatoriamente se ligaria ao progressismo. Se, na Europa, poder-se-ia até crer nisso, nos EUA, não.

  • Rio+20 e a matriz energética brasileira - Parte II

    altBom exemplo seria apresentar uma análise mais abrangente das alternativas genuinamente limpas de complemento às hidrelétricas. Incentivos à pesquisa para as energias alternativas também. A conferência talvez não fracassasse.

  • Comissão da Verdade, Justiça e “Revanchismo”

    A reunião do dia 11 com a Comissão da Verdade foi alentadora, pois que nos foi assegurado explícita e oficialmente que os trabalhos que estão se iniciando agora serão voltados para os crimes do Estado, e não para “os dois lados”.

  • Rebeldes sírios também barbarizam

    altReportagem do conceituado jornal alemão, Frankfurter Allgemine Zeitung,informou que os autores do massacre de Houla foram milicianos sunitas anti-Assad. A maioria das vítimas assassinadas eram membros  das minorias xiita e alawita, que apóiam o governo.

  • O discurso antidrogas e as eleições no México (2)

    altO suposto combate ao narcotráfico e a resposta do crime organizado são apenas um lado da mesma moeda. Com a justificativa de que o alvo maior é a criminalidade, o abuso dos militares contra a sociedade civil já ultrapassou os limites.

  • Rio+20 e a matriz energética brasileira – Parte I

    altPara onde vai uma boa parte de toda essa energia que o governo planeja gerar? Não parece ser para suprir os rincões miseráveis isolados, ou para diminuir a desigualdade.

  • Greve docente de 2012 é um vigoroso movimento contra o sindicalismo de Estado na vida universitária

    altÉ certo que a greve desnudou esse espectro que anda pelos gabinetes de Brasília a falar em nome dos docentes. E o que se vê por baixo da capa artificial de legalidade que o Estado tenta lhe vestir é o putrefato cadáver do peleguismo do PROIFES.

  • PT. Para que?

    altNão se pode chamar de Partido dos Trabalhadores uma agremiação política que se limite a defender os interesses imediatos dessa classe sem incorporar, ao mesmo tempo, os seus interesses históricos.

  • O candidato ingênuo

    altO que poucos candidatos desconfiam é que servem de escada para a vitória eleitoral de políticos que eles criticam. Para se eleger vereador, deputado estadual ou federal, é preciso obter quociente eleitoral - aqui reside o pulo do gato.

  • Tim Lopes, dez anos depois: dos mortos notáveis aos inomináveis

    altNossa hipótese se assenta na idéia de que as notícias publicadas depois da morte do repórter se guiaram também em torno do objetivo de legitimação do grupo. O campo jornalístico, nesse sentido, parece buscar no episódio a preservação da autoridade jornalística.

  • O estado dos nossos estados

    altNosso sistema educacional está simplesmente reproduzindo as desigualdades e a educação, entre nós, é uma espécie de subproduto da economia, e não um fator de desenvolvimento pessoal e de emancipação nacional.

  • Pauta negativa e decorrências

    altOs setores de comunicação do governo e partidos da base terão que intensificar a denúncia da hipocrisia tucana, fazendo o que já deveria ter sido feito: o levantamento das negociatas privatistas, da quebradeira industrial e do sucateamento da infra-estrutura

  • Somos todos humanos

    alt800 milhões de pessoas no mundo não têm acesso à água potável e 2,5 bilhões não têm saneamento básico. Segundo a OMS, sete pessoas morrem por minuto no mundo por ingerir água insalubre e mais de 1 bilhão ainda defecam ao ar livre.

  • Um SUS que mata os pobres

    altAo que me consta, quando uma categoria de trabalhadores(as) descumpre uma ordem judicial, os responsáveis são presos e processados. Por que os responsáveis pela morte do estudante Rubens não foram presos e processados em Goiânia?

  • Conjuntura e a greve dos docentes das IFES

    altA melhoria das condições de trabalho reivindicada pelos docentes está diretamente relacionada a uma crítica à concepção de educação e de universidade pública defendida pelo MEC que anda de mãos dadas com a privatização, a tecnocracia e meritocracia nas instituições, que transformou a função social da universidade para que ela exerça um papel de prestadora de serviços.

  • Sob o signo da ambigüidade (ainda Bye Bye Brazil)

    altÉ como se a mudança do país após tantos anos de ditadura militar impossibilitasse qualquer reconciliação idílica ou apaziguadora entre o antes e o depois, entre um agora ao qual falta futuro definido e o passado que se recusa a desaparecer por completo.

  • Guerra civil no Mali fortalece a Al-Qaeda

    altEnquanto o caos se instaurava na capital Bamako, no norte a situação era ainda mais perturbadora. Milicianos tuaregues que participaram das lutas na Líbia, em defesa do coronel Kadafi, voltaram poderosamente equipados com as armas que o ditador deposto lhes fornecera.

  • ‘Comissão da Verdade não nasceu bem; investigar os dois lados é uma barbaridade’

    altEntrevista com o Procurador do Estado José Damião de Lima Trindade.