Edição 811

  • O que desfaz e refaz o Brasil e o continente

    altHá um pacto tacitamente firmado, que atrela traiçoeiramente a geração de novos empregos e a ampliação de políticas assistenciais à condição do pleno desimpedimento do avanço dos grandes negócios e das movimentações financeiras.

  • Quem tem medo da verdade e por quê?

    altO Correio da Cidadania veicula carta-resposta enviada por Paulo Silveira, do movimento “respeito é BOM e eu gosto”, à redação do jornal O Globo, em razão da publicação do Editorial “Guerra ao crack”, de 24 de maio.

  • A dor da seca e das cercas continua no Nordeste

    altNa análise da conjuntura ficou claro que a Transposição do São Francisco vai de mal a pior. Obras paradas com rachaduras, um grande número de famílias expulsas de suas casas, povo desiludido. As promessas estão se revelando falsas.

  • ‘PSDB fracassou na gestão do transporte sobre trilhos’

    altPaulo Pasin e Carlos Giannazi atacam pontos nevrálgicos do atual viés do debate público, pouco esclarecedor dos intrincados jogos de interesse e sempre afinado ao discurso do poder econômico, atacando os mitos criados nos anos neoliberais.

  • Ilusões e desafios

    altNão tem sentido ter ufanismo com uma Embraer que importa cerca de 70% de seus componentes de alta tecnologia, principalmente eletrônicos. Nem com uma indústria automobilística que mantém seu oligopólio através da importação de grande quantidade de componentes.

  • Considere estes países

    altA comparação entre EUA e Finlândia mostra que caminho tomar. Premiação e punição de professores e escolas baseadas no desempenho dos estudantes em testes padronizados, feitos à exaustão, não são boa idéia, até mesmo para se conseguir bom desempenho em testes padronizados!

  • Fragilidade das avaliações dos impactos dos agrotóxicos e os riscos inerentes à sua utilização

    altDas 4288 amostras analisadas, 605 apresentaram ingredientes ativos de agrotóxicos não autorizados para aquela cultura, enquanto 47 ultrapassaram os limites máximos de resíduos estabelecidos pelas normas brasileiras.

  • O PIB do Brasil cresceu menos. Que coisa boa!

    altVocê com certeza vai repetir a lógica: é preciso aumentar o PIB para que possamos acabar com a pobreza. Mas aumento do PIB não acaba com a pobreza. O que acaba com a pobreza é partilha da riqueza.