Edição 810

  • Deveríamos comemorar, mas...

    altO que pensar de um programa que se predispõe a promover a internação compulsória de crianças e adolescentes que estejam “nitidamente sob a influência do uso de drogas” e disponibiliza para tal apenas 150 vagas? Deboche? Escárnio com a população?

  • O ocaso melancólico de um ciclo político

    altO encontro, que explodiu como desencontro um mês depois, existiu e foi pedido por Lula. Essa, por enquanto, é a única certeza.

  • ‘Universidade de serviços’ explica intransigência do governo com universidades públicas federais

    altO alastramento da greve nacional dos professores das Federais e o vigoroso e emocionante apoio estudantil sugerem que os analistas políticos do governo federal podem estar equivocados.

  • A CPI do escárnio

    altNão demora, Cachoeira volta às ruas. Como tantos cujas façanhas assombraram a nação e, no entanto, encontraram em nosso falido judiciário, feito para assegurar imunidade e impunidade à Casa Grande e punir a senzala, brechas para não pagar por seus crimes.

  • Como o diabo gosta e os ruralistas adoram

    altNada adianta setores da esquerda proclamarem que os ruralistas perderam algo, ainda que seja os anéis. Saem fortalecidos, nessa ditadura da oligarquia rural imposta ao resto da nação.

  • Um pogrom em Israel

    altPor uma ironia do destino, os “pogrons” reviveram em Israel, na noite de quarta-feira da semana passada. Só que as vítimas de ontem foram os algozes. Na região sul de Tel-aviv, uma multidão de mil pessoas atacou e destruiu casas, carros e pequenos negócios de uma zona habitada por africanos.

  • Crise capitalista, crise política e greves

    altA luta da classe trabalhadora começa a se transformar em um fator do cenário político brasileiro. O regime político escancara suas divisões e, sobretudo, sua podridão, no momento em que mais precisa avançar em sua política de arrocho e privatizações.

  • “Primavera do Quebec” sacode província canadense em defesa do acesso democrático à educação

    altA greve começou estudantil e se tornou a maior mobilização popular do pós-guerra. O aumento de 200% nos custos de estudos entre 1995 e 2005 fez saltar de 49% a 57% a proporção de secundaristas que desistem da universidade.

  • Contradições do capitalismo atual

    altDiante dessa herança neoliberal, a questão chave é retomar a industrialização através de reformas mais profundas, inclusive aproveitando algumas das experiências dos países que enfrentaram as ameaças e contradições da globalização.

  • Controle social do SUS está emperrado em São Paulo

    altNo texto do decreto, como justificativa do mesmo, a prefeitura declara que, na 15ª e 16ª Conferência Municipal de Saúde, os representantes reivindicaram mais participação e que a cidade é muito grande para o número atual de conselheiros.

  • Se outros países podem, por que nós não podemos?

    altA pergunta óbvia é: por que não podemos ter um sistema educacional pelo menos igual à média dos demais países com mesmas oportunidades materiais, mantendo um sistema educacional tão precário, se temos condições de não fazer isso?

  • Alimentos envenenam crianças

    altA regulamentação obriga advertências nos comerciais de alimentos, embora a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação se recuse a fazê-lo, pois obteve liminar garantindo a não aplicação das novas regras e a decisão final depende agora da Justiça.

     

  • Algo de novo no reino das Universidades Federais?

    altEstivemos longe de fazer greves meramente corporativistas, pois sempre pautamos a garantia da qualidade do trabalho de ensino, pesquisa e extensão nas universidades, o que foi sempre reconhecido pelos(as) estudantes, muitas vezes com greves conjuntas.

  • ‘Sem uma classe trabalhadora em movimento e organizada pela base, não há mudança social’

    altEm meio a um contexto de confiança internacional na economia brasileira, com perspectivas de fôlego ainda longo para o atual modelo de crescimento, discussões a respeito do mundo do trabalho estão a cada dia mais raras. Entrevista Nadia Gebara.