Edição 809

  • Dois caminhos de uma tragédia

    altVençamos as nossas carências, nos libertemos dos equívocos e dogmas implantados nesses noventa anos de stalinismo, resgatemos o socialismo revolucionário, repudiemos a fantasia do socialismo evolucionário, por sua natural inviabilidade.

  • Uma CPI descaradamente corrupta - “Vocês são como sepulcros caiados”

    altQuando pensava que, em matéria de corrupção, não ia me surpreender com mais nada, fiquei totalmente perplexo, diante da desfaçatez sem limites da CPI do Cachoeira, no Congresso Nacional.

     

  • São Paulo vai morrer

    altNão se discute mais democraticamente seu planejamento, impondo-se políticas caça-níqueis ou populistas, com forte caráter segregador. Acima de tudo, uma cidade que acha normal relegar quase metade de sua população a uma vida precária e insalubre.

  • Horizonte sombrio

    altNão há nenhum indício de uma leve reversão que seja do quadro de desequilíbrio corrente das contas externas. Ao contrário, e os resultados de 2011 e deste 2012 demonstram claramente, há um crescimento cada vez mais robusto do déficit da conta de serviços.

  • A ruptura de um sistema “democrático”

    altNo dia 10 de maio de 2012, véspera do despejo, na sala da juíza, aconteceu uma reunião secreta, a mando do prefeito de BH e do governador de Minas. Houve uma trama ilegal, uma conspiração de Estado, só vistas em Estados de Exceção ou ditatoriais, para violentar famílias desarmadas.

     

  • Uso de leds na iluminação pública

    altApesar da miopia dos gestores encastelados, que pouco dialogam com a academia e os centros de pesquisa no país, o desenvolvimento tecnológico e a inovação existem e permitem soluções viáveis, simples e com alto grau de maturidade.

  • Os dois lados da Comissão da Verdade

    altA comissão atuará sob a obscura luz da injusta Lei da Anistia, promulgada em 1979 e referendada pelo STF em 2010. Seus integrantes sabem muito bem que legalidade e justiça não são sinônimos.

  • Argentina: dilemas da esquerda marxista

    altNão há uma solução simples para o enigma do peronismo na política argentina: um projeto burguês, sem dúvidas, porque a mesma Cristina já disse que seu desejo é instalar na Argentina um “capitalismo sério”, mas dotado de invejável base popular.

  • Enterro simbólico denuncia caos no sistema saúde no Grajaú

    altAs reivindicações dizem respeito, principalmente, ao número de Unidades Básicas de Saúde na região. Mas apontam também problemas mais complexos, como a inexistência de unidades para atendimento em saúde mental e a 'agenda fechada'.

  • Criando espectadores emancipados: notas sobre o Teatro do Oprimido

    altO Teatro do Oprimido não nos ensina a fazer uma “dramatização expositiva” das contradições sociais, mas a vivê-las, senti-las, transformá-las em ações. A riqueza destas situações no teatro não tem limites, seja para crianças ou adultos.

  • Delegação Kaiowá Guarani em Brasília: cheios de boa vontade, vazios de decisões

    altA tão sonhada e suada recuperação e garantia da terra ficou para mais adiante, depois da Rio+20, depois das eleições, depois do governo Dilma, e até onde a paciência alcançar ou eclodir em silenciosa revolta e retomada de seus territórios tradicionais.

  • Vale paga ninharia de imposto. E o Pará, nem quer saber disso?

    altA Vale exportou no ano passado 97 milhões de toneladas de minério de ferro de Carajás, com faturamento de 11,7 bilhões de dólares, correspondentes a quase 20 bilhões de reais. Esses R$ 20 bilhões renderam R$ 30 milhões de ICMS.

  • Movimento sindical dá um passo à frente e dois para trás

    altAbril de 2012 corre o risco de ficar na memória como o momento de um revés importante para a classe trabalhadora brasileira. Realizaram-se no Rio de Janeiro e em Sumaré (São Paulo), na segunda quinzena do mês passado, dois encontros com um mesmo e trágico significado.

  • Crisis? What Crisis? - a Europa passa e eu NÃO acho graça

    altPodemos dizer que está Tudo Como d'Antes no Quartel do Abrantes, no que diz respeito à incolumidade das estruturas do capitalismo, a meu ver só passíveis de serem abaladas quando os movimentos sociais e sindicais de lá avançarem em suas reivindicações.

  • Desculpe qualquer coisa!

    altFaço uma sugestão. Quando alguém lhe disser um humilde “desculpe qualquer coisa”, não deixe barato, responda sem dó: “Não, eu não vou desculpar qualquer coisa, mas desculpo esse seu injusto pedido de desculpas!”.

  • O casal espião

    altHoje, a família vive em Cuernavaca e o casal dá aulas na universidade. Instei-os a publicarem sua história. Alicia não está convencida de que seja o momento.

  • Mészáros: o partido como ferramenta de luta ofensiva dos trabalhadores

    altSua própria forma de constituição interna, nesse contexto, precisa ser prenunciadora de uma formação social qualitativamente superior. Organização e orientação estratégica são, aqui, duas faces de uma mesma moeda.

  • Proteger a indústria nacional

    altNa prática, as políticas nacionais de abertura a investimentos externos jamais impuseram qualquer exigência de associação com empresas brasileiras e de transferência real de novas tecnologias.

  • Ensino à distância não é uma solução, e sim outro problema a ser superado

    altNão restam dúvidas de que as proporções das vagas oferecidas em EaD não estão relacionadas às necessidades nacionais de profissionais, mas, sim, são em número tão maior quanto mais frágil e menos controlada é a profissão e mais “vendável” for o curso.