Edição 808

  • A Transposição e a Seca

    altA Transposição continua semi-paralisada, a um custo que já supera R$ 8 bilhões, sem colocar uma gota d’água a quem quer que seja. Ao contrário, destruiu açudes e cisternas por onde os canais já passaram, aumentando a penúria da população.

  • Militarização crescente no Atlântico Sul

    altAssistimos agora aos primeiros capítulos de um acirramento de posições. Por sua legislação aberta à participação estrangeira na exploração e exportação de petróleo, o Brasil ainda não está diretamente envolvido neste embate. Até quando?

  • O caso do mensalão: até quando ficará impune?

    altInfelizmente - embora dos 38 réus, 22 respondam por formação de quadrilha -, por ter o crime prescrito, nenhum dos 'mensaleiros' poderá ser condenado. O STF precisa tomar consciência de que protelar julgamento de prática de corrupção é outra corrupção.

  • Petróleo é poder

    altA economia mundial viciada em petróleo terá uma sobrevida, se hipoteticamente o Pré-Sal abastecesse sozinho o mundo, de três anos. O Iraque foi invadido por causa de uma reserva não muito diferente, de 115 bilhões de barris.

  • Na omissão do governo, vítimas paquistanesas dos drones vão à justiça

    altÉ muito estranho que os EUA bombardeiem um país aliado. Não se pode aceitar o uso de uma arma que esteja tirando a vida de civis inocentes, apesar de sua apregoada “precisão cirúrgica”. O espaço aéreo paquistanês é parte do território nacional.

  • Estados Unidos: o caminho esquecido dos democratas

    altCom a desistência dos oponentes, à exceção de Ron Paul, Mitt Romney já se enfronhou na disputa presidencial. A diferença entre ele e Obama reduz-se, o que fez com que os democratas finalmente assumissem a campanha.

  • Euforia com mega-eventos pode manter intactos retrocessos da era Teixeira

    altCerca de dois meses após sua renúncia da presidência da CBF, absolutamente nada no futebol brasileiro oferece sinais de mudança. Cabe, portanto, uma análise a respeito do que foram, de fato, os anos de Teixeira à frente do futebol nacional e sua herança

  • Desafios sociais e ambientais

    altPara se ajustar aos Objetivos do Milênio, nosso país clama por reformas: política, judiciária, agrária e tantas outras que corrijam os desmandos que ainda imperam, resquícios de uma mentalidade colonialista.

  • Muitos projetos, nenhuma solução

    altOs exemplos incluem projetos de diferentes épocas, abrangências e níveis governamentais e ilustram que os projetos educacionais não são capazes de alterar nossa realidade educacional. As razões pelas quais muitos programas educacionais não tiveram o sucesso esperado são evidentes.

  • Ou aceleramos a recuperação da natureza ou mudamos o modelo do crescimento

    altO Correio da Cidadania publica o primeiro artigo da nova integrante de sua equipe de colunistas, a ativista sócio-ambiental e pesquisadora Telma Monteiro. Em sua estréia, Telma trata exatamente da necessidade premente de preparar o país para um novo modelo de crescimento.

  • 1º de Maio Popular em Goiânia

    altA região Noroeste realizou um 1º de Maio autônomo (do povo) e não um 1º de Maio pelego e atrelado aos interesses do capital. Todos que fizeram uso da palavra defenderam a Saúde e Educação públicas como direitos fundamentais e dever do Estado.

  • Dá para acreditar?

    altO “Custo Brasil”, nas mãos do PT, tem sido oneroso, pois muito se gasta para manter as organizações populares em silêncio, engessadas. Entretanto, isso se tornou um bom negócio para a burguesia, precisa “cuidado”.

  • Terrorismo de Estado

    altNos milhares de martirizados, feriram-se profundamente as carnes da população brasileira, expropriada fortemente em seus direitos e conquistas, não raro para sempre. Tudo em proveito dos eternos donos das riquezas e poder do país.

     

  • A quem interessa industrializar

    altSetores médios, e a maior parte das pequenas e micro empresas, tanto privadas quanto solidárias, enfrentam dificuldades na elaboração de projetos, no acesso a novas tecnologias e a financiamentos públicos, na concorrência desleal e nos tributos.

     

  • Há sinceridade nisso?

    Se a presidente Dilma deseja mesmo acelerar a reforma agrária, como diz, basta assinar um decreto que está na sua mesa de trabalho há tempos, dizendo que, uma vez decretada pelo juiz competente a desapropriação de um imóvel rural, o Incra, com ou sem contestação, fica automaticamente investido na posse do imóvel, podendo, portanto, iniciar imediatamente o assentamento.