Edição 807

  • Eu sou você amanhã: a experiência chilena e o ‘Minha Casa, Minha Vida’

    altAs centenas de milhares de casas e apartamentos da supostamente exitosa política habitacional chilena produziram um território marcado por uma segregação profunda, onde o "lugar dos pobres" é uma periferia de péssima qualidade.

  • Estados Unidos: democratas em vantagem em novembro de 2012

    altO declínio extemporâneo das hostes chazeiras aponta que a tentativa de extremar o posicionamento político malogrou. Outra opção aos republicanos, embora improvável hoje, seria o contrário, ao defender modificações na estrutura sócio-econômica do país.

     

  • Realidade e Farisaísmo

    altAvançamos nas aberturas financeira, comercial, produtiva e tecnológica, com acentuada perda de soberania em áreas vitais para o futuro. A desnacionalização da economia e a concentração são gritantes; a deterioração dos serviços públicos absurda. Contudo, para muitos vivemos uma aurora de novos tempos.

  • ‘Não dá pra esperar o socialismo para garantir que o negro tenha acesso à universidade’

    altO STF aprovou a validade das cotas raciais nas universidades públicas brasileiras, destinando 20% de suas vagas a estudantes afro-descendentes. Apesar de parecer um enorme avanço, é apenas uma medida, pois a decisão não institui, apenas legaliza as cotas.

  • A face nazista da ditadura brasileira

    altO Brasil é o único país da América Latina que se recusa a punir aqueles que cometeram crimes em nome do Estado, entre 1964 e 1985. O pretexto é a esdrúxula Lei da Anistia, consagrada pelo STF, que pretende tornar inimputáveis algozes do regime militar.

  • Depois do pós-neoliberalismo: um socialismo com características latino-americanas?

    altEstes complexos processos pós-neoliberais, que ainda necessitam demonstrar porque podem ser alternativas reais considerando as possíveis formas de regresso do neoliberalismo, não devem ser confundidos com uma transição pós-capitalista.

  • Notícias de Belo Monte: uma pequena vitória do Rio Xingu

    altA ensecadeira é um barramento rústico, de pedras e terra, que cria um desvio no rio necessário para a construção da barragem. Fazê-lo em janeiro, no auge da época de elevação do nível do rio, e não na seca, quando isso seria obviamente mais fácil, foi uma operação ousada.

  • Verdade, só rompendo as amarras!

    altEm alegres farândulas econômicas e financeiras, o capital internacional e seus agentes aqui no Brasil vão, de uma cajadada só, impor a castração da memória histórica do Brasil e avançar na rapinagem econômica avassaladora que sofremos.

  • Educação e crescimento da produção de bens e serviços

    altUm trabalho do IPEA compara impactos de diferentes ações no crescimento da economia e montra que a cada R$1,00 investido em educação pública há um aumento de R$1,85 no PIB. Além das vantagens sociais, tais investimentos mais que se pagam.

  • Procurador-Geral de Justiça do estado

    altNem mesmo a sociedade civil organizada – por exemplo, os movimentos sociais – sabem ao certo o que faz o Procurador-Geral de Justiça. Não só a escola, mas também os meios eletrônicos de comunicação de massa deveriam ter a iniciativa de instruir a população.

  • Um estranho no ninho da Europa conservadora

    altComo presidente da França, Hollande ocupará papel de destaque na liderança da Europa, desempenhado por seu país e a Alemanha. Ele é mais um social-democrata que um socialista. Porém, suas principais posições não deixam de ser revolucionárias no contexto.

  • A Europa acreditará na mudança?

    altHollande quer que a população idosa aposente-se mais cedo. Quer os fazendeiros franceses confortavelmente subsidiados – para nem citar as vacas francesas, cujo padrão de vida é muito melhor que o de 2 bilhões de pessoas. Como pagar tudo isso?

  • Complemento à discussão dos investimentos

    altHá evidências de que damos pouca atenção ao debate sobre as prioridades industriais, que deveriam ainda incluir o papel das indústrias básicas, como siderurgia, química, metal-mecânica e eletromecânica, e das indústrias de alta tecnologia.

  • Código florestal vai de mal a Piau

    altO veto de Dilma não encerra o ambiente de crise política que está posto. Isto porque também a presidente é prisioneira de um virtual pacto de economia política pelo setor primário da economia, que tem funcionado como verdadeiro estorvo à produção de norma política restritiva aos mercados de ‘commodities’.

  • Dilma mira poupança com desculpa esfarrapada

    altNão seria melhor criar uma modalidade especial de poupança que garantisse o rendimento, como é hoje, mas que tivesse condicionalidades para que apenas os trabalhadores pudessem acessá-la, ou talvez fixar valores máximos?

  • A CELPE e o ranking da ANEEL

    altDiante dos números oficiais, o consumidor pernambucano fica indignado, pois na verdade não representam a realidade. Situações cada vez mais recorrentes têm mostrado a queda na qualidade dos serviços de fornecimento de energia no estado.

  • A revisão de Lovelock

    altMais que nunca, seria hora de aumentar a precaução, com preservação das florestas, a mudança na matriz energética, a diminuição do consumo, o cuidado com os solos e água. É o que gostaríamos de ver sinalizar a Rio+20.

  • Getulio Vargas e sua paixão paranaense

    altNão sei de político ou estadista que tenha escrito durante 12 anos um Diário contando fatos e nomes de tantos personagens civis e militares. Verdadeiro, não se escusou de relatar uma paixão que o dominou aos 55 anos de idade.