Edição 806

  • Mussolini, o oportunista violento

    altTer sido batizado Benito em homenagem ao líder anti-imperialista mexicano Benito Juárez, ele, que seria o campeão do imperialismo italiano, não foi o maior dos seus paradoxos.

  • Ditadura continua polarizando a imprensa brasileira

    O país continua recheado de confrontações políticas e ideológicas em torno do legado da ditadura que vigorou no país de 1964 a 1985. Não se trata de nenhuma casualidade, uma vez que a mídia comercial incitou, festejou e apoiou incondicionalmente o golpe, até os seus estertores, quando, de forma obviamente oportunista, passou a acompanhar os ventos que já sopravam para a democracia. Do outro lado, estão os herdeiros que até hoje tentam substituir os órgãos de imprensa desaparecidos nos anos de chumbo, em geral recheados de jornalistas que conheceram de perto a repressão e o arbítrio fardado.

  • Cristãos da Armênia

    altForam muitas as vicissitudes por que passou este pequeno e valente país, que ainda hoje luta para preservar sua identidade, depois de ter sido obstaculizada por tantas peripécias históricas.

  • A terceira crise do capitalismo

    altNeste esquema global, diante do poder das gigantescas corporações transnacionais, que controlam das sementes transgênicas aos venenos agrícolas, o latifúndio brasileiro passa a ser o elo mais fraco.

  • Mais recursos para a educação: nada a perder e muito a ganhar

    altHá muitas possíveis fontes para o aumento dos recursos da educação pública. Comparando a arrecadação de impostos sobre propriedade no Brasil com a realidade tributária em outros países capitalistas, o IPEA aponta a possibilidade de um aumento dos recursos públicos em até 2,7%.

  • O novo Código Florestal e as mentiras que nos contam os ruralistas

    altA verdade é que a iniciativa de reformular o Código Florestal é de autoria de ruralistas e seus interessados. O projeto de lei, portanto, já nascera indelevelmente eivado pelo não-compromisso com a proteção ambiental.

  • A máscara rachou e a corrupção vazou

    altO caso Carlinhos Cachoeira mostra que a iniqüidade, a corrupção, a podridão e a imoralidade são sistêmicas, estruturais. Os atos de corrupção - que mais aparecem - são simples vazamentos (erupções) desse sistema.

  • O velho e o novo latifúndio

    altDe um lado, o modelo agrícola hegemonizado pelo agronegócio, com agrotóxicos e sementes transgênicas, é responsável pelo envenenamento da agricultura. De outro, a ausência de educação ambiental, desde as escolas até a mídia.

  • Estados Unidos: o marasmo social em tempos de eleição presidencial

    altOs democratas acomodaram-se. Pouco têm a oferecer ao eleitorado, a não ser uma modesta reforma no setor da saúde, inspirada de certa maneira na gestão republicana de Massachusetts na primeira metade da década passada.

     

  • A “ameaça” chinesa

    altAlgo que deveria ser do beabá da economia, isto é, diferença entre salário nominal e salário real, ou poder de compra nominal e poder de compra real, é escamoteado. Tudo para esgrimir argumentos que expliquem a competitividade chinesa pela forma mais rastaquera possível.

  • Rui Facó: um intelectual da revolução brasileira

    altA história do Brasil sempre foi apresentada para outras gerações através de leituras que davam protagonismo à burguesia; a visibilidade das lutas sociais, e dos trabalhadores, não é do conhecimento da sociedade brasileira.

  • Juros baixos? Um país de classes médias?

    altOs Estados Unidos também abaixaram os juros, mas não houve impacto. É necessário aguardar os próximos passos da economia. E evitar a euforia de emprestar um dinheiro não tão barato.