Edição 805

  • ‘Planeta Mantega entra no jogo do petróleo, do lado dos lobistas’

    altO que será que anda acontecendo com o nosso petróleo? Muitos de nós, antenados com as grandes obras que tomam conta da agenda pública, diuturnamente iluminadas pelos veículos de comunicação, podemos estar nos fazendo esta pergunta. Entrevista com Fernando Siqueirai.

  • Ao I Congresso da CSP – Conlutas

    altA desmobilização das massas, com escassas exceções, foi a tônica dominante nos últimos anos. Mas isso está, agora, mudando. O I Congresso da CSP-Conlutas tem diante de si o desafio de lançar uma campanha nacional pela independência de classe das organizações operárias e populares.

     

  • Vende-se a natureza

    altO comércio de serviços ambientais ignora a visão dos povos da floresta. Trata-se de um novo mecanismo de mercado, pelo qual a natureza é quantificada em unidades comercializáveis.

  • Violência contra os pobres

    Embora o número de moradias existentes seja suficiente para abrigar todos os que necessitam de uma casa, não dispõe o Brasil como, por exemplo, a Inglaterra, de uma legislação que obrigue o proprietário cujo imóvel permanece ocioso por certo tempo a alugá-lo a quem decida ocupá-lo e por um preço fixado pelo poder público.

  • 1º de maio, um confronto com o Estado repressivo

    altAs manifestações de caráter classista, em todo o país, denunciam tanta falcatrua e tantos crimes, num amplo movimento de retomada, ainda que modesto, do seu protagonismo em busca de mudanças nas políticas públicas e em defesa dos direitos populares.

  • O extermínio de MCs na Baixada Santista

    altAs mortes desses ídolos do funk evidenciam descaso ou até a cumplicidade do Estado. Permanecem invisíveis, em virtude da origem social dos MCs e do fato de o funk ser constantemente associado à criminalidade, apesar de mobilizar milhões de jovens em busca de lazer.

  • França: a Reação ganhou da Revolução

    altTanto Hollande quanto Sarkozy podem ser considerados homens do sistema. Sarkozy não pode prometer crescimento, uma vez que, ao lado de Angela Merkel, impôs a austeridade como única saída para a Europa em crise.

  • Pós-neoliberalismo: do que se trata?

    altÉ correto caracterizá-lo como um período de transição, com duração variável, para a reorganização da economia, a articulação de um novo papel do Estado, emergência de novos atores sociais e superação da retórica dos livres mercados.

  • Sobre os parcos recursos públicos brasileiros

    altA luta por mais recursos para o setor público e a denúncia de quem e que setores se beneficiam com as políticas fiscais brasileiras deveriam estar em uma pauta conjunta de todos os movimentos comprometidos com a educação e demais setores de interesse social e coletivo.

  • Desindustrialização, um debate torto

    altO debate sobre a industrialização precisa definir os setores industriais chaves para tornar o Brasil um país economicamente independente. O que só será possível se tiver uma forte indústria de fabricação de máquinas que produzam máquinas capazes de produzir equipamentos.

  • O Ministério da pirataria

    altNão sobram dúvidas. Na retaguarda da “caríssima” indústria cinematográfica (a Globo Filmes, por exemplo), parece fazer mais jus a um título do tipo ministra do Entretenimento Corporativo do que àquele que hoje ocupa.

  • Repudiada pela classe artística e cultural, Ana de Hollanda se afirma como defensora da velha indústria

    altÁrea historicamente relegada nas políticas públicas, a cultura é um setor onde se pode dizer que há uma crise ininterrupta desde o início do governo Dilma, sob a batuta de Ana de Hollanda. Entrevista com professor e a o professor e pesquisador da USP Pablo Ortellado.