Edição 803

  • ‘Não espero nada nem do Congresso, nem do Executivo e nem do Judiciário, somente da sociedade’

    altEm meio a mais um imenso escândalo que teria potencial para esfarelar metade da República, desta vez envolvendo o senador Demóstenes Torres e suas relações com o bicheiro/empresário Carlinhos Cachoeira, o Correio da Cidadania conversou o senador, Pedro Simon (PMDB-RS).

  • A gramática do aborto

    altO aborto não é tema religioso ou jurídico, não é matéria política, problema médico ou objeto de pesquisa biológica. Todas essas dimensões são importantes, mas decisiva mesmo é a questão gramatical.

  • Soberania da política externa é ‘ilusionismo’ face à crescente dependência de capitais forâneos

    altA rigor, o que observamos a partir de 2003 é que uma política diplomática de viés progressista foi colocada, com muita habilidade, a serviço de uma política externa que se coaduna com os princípios da política econômica defendida prioritariamente pelos bancos e multinacionais.

  • Culpada por ter sido estuprada!

    altQuando um juiz se recusa a condenar um estuprador, como querem que o cidadão não pense na vítima como culpada? É de se esperar que o suicídio da menina de Larache possa servir para ao menos ajudar a reformar leis e mentalidades marroquinas.

     

  • Santo Antonio e Jirau: hidrelétricas malditas

    altO projeto de Santo Antônio parece confuso. Há três versões diferentes do desenho das estruturas da barragem e a que está sendo construída pode ser responsável pelos impactos de destruição da margem direita do rio Madeira.

     

  • Christoulas morreu para nos salvar

    altOutro filho de Deus, farmacêutico aposentado de 77 anos, em plena semana santa do ano em curso, também buscou a morte como sinal de alerta. Foi na Grécia, berço e, ao que tudo indica, túmulo de um ocidente corroído até a medula pelo poder do dinheiro.

  • Uma história mal contada

    altEstamos completamente carentes de uma história bem contada, que revele o massacre de Kronstadt, a perseguição à oposição operária, a criação dos campos de trabalho forçado para os dissidentes...

  • Dilma Rousseff no Paraíso

    altA discípula superou o escore do mestre, na mesma altura do jogo, apesar da sua enorme inabilidade política, falta de carisma e imperícia na comunicação, qualidades que explicaram tradicionalmente o fenômeno político lulista.

  • Como surgiu a bandeira dos 10% do PIB para a educação pública

    altComo 10% pode parecer cabalístico ou apenas um valor “redondo”, é bom rever sua origem, baseada em estimativas rigorosas e correspondendo a um valor tipicamente encontrado nos países que superaram seus atrasos educacionais.

  • Raiz estrutural do binômio desindustrialização/reprimarização da economia permanece intacta

    altNão se pode referir a esse fenômeno meramente com o uso de estatísticas de perda relativa de participação industrial no PIB, que, diga-se de passagem, não está ainda configurada nas Contas Nacionais e, ainda que o estivesse, poderia ter outros significados.

  • Notas sobre a luta de classes no Brasil

    altNa atual dinâmica, o local das verdadeiras lutas contra a ordem não é no campo ou na selva, mas na periferia, o território da nova classe trabalhadora. Desenvolver formas mínimas de auto-organização nas periferias é o grande desafio urgente.

  • A questão do investimento

    altExcluindo-se a importância dedicada à nacionalização dos equipamentos para a exploração de petróleo, sob o comando da Petrobras, e em menor escala dos equipamentos de geração de energia elétrica, sob o comando disperso das estatais elétricas, no resto das cadeias produtivas do país a instalação de fábricas de equipamentos, ou bens de capital intermediário, ainda é um assunto secundário.

  • A Copa do Mundo e o Dólar

    altO brasileiro verá a Copa pela televisão e com medo de reviver um novo maracanazo, mas agora sem brasileiros nos estádios. Assim, a Copa não é para o brasileiro comum, para os 99%. Será feita para o “1%” ganhar o que sempre ganhou.