Edição 784

  • Estados Unidos: atualizar a política externa

    Desponta à sociedade americana a seguinte inquietação: não seria o momento de alterar lá o norte da política externa, uma vez que não há modernidade aferroada ainda ao período da Guerra Fria?

  • Egito: o povo está vencendo

    Os militares farão de tudo para cooptar a Irmandade Muçulmana, de olho na grande massa de egípcios que ela passa a representar. Seus 30% de votos darão forças para assumir reivindicações da Praça Tahrir.

  • Chevron: elas atacam de novo

    Já passou da hora de se criar uma nova lei do petróleo em que toda a área do Pré-Sal ainda não leiloada seja entregue sem leilão somente à Petrobrás.

  • Heróis condenados

    “Os últimos soldados da guerra fria” é fruto de exaustivas pesquisas e entrevistas realizadas por Fernando Morais em Cuba, EUA e Brasil; o livro comprova por que Cuba resiste há mais de 50 anos.

  • Um mundo hipócrita e perigoso

    O mundo parece haver ingressado naqueles tipos de hipocrisia e perigo que antecederam as duas grandes guerras mundiais. Mas há sinais crescentes de que os povos dos países desenvolvidos voltam a despertar.

  • Manifesto pelo veto ao “SuperCADE”

    O sistema deve se referir à defesa da ordem econômica e não à defesa da concorrência, como parece sugerir a denominação utilizada na proposta.

     

  • Na Espanha, Rajoy e o PP ganharam: governarão os mesmos

    Portanto, os especulares, os financistas, os tecnocratas da União Européia que ninguém elegeu, serão os que continuarão tendo em suas mãos o destino dos cidadãos do Estado espanhol.

  • Direito Fundamental ao Crédito: Presente de Grego!

    É hoje (amanhã será outro) a própria Grécia que faz tocar as trombetas do segundo momento de trojan horse, que (lembremos!) não passa de mais uma manifestação terrena do grande Zeus-Mercadoria...

  • ‘Barulho’ de Cabral em torno dos Royalties é ‘biombo’ pra proteger cartel do petróleo

    A crise econômica mundial vem demonstrando os métodos cada dia menos dissimulados de apropriação de riquezas por parte de pessoas, grupos ou países. A distribuição de royalties no país é caso notório.

  • Europa: múltiplas formas de reagir à crise econômica

    Sobretudo após o atentado de 11 de setembro, a Europa vem sendo a protagonista, em decorrência de diretrizes da política externa estadunidense, de um incansável combate ao extremismo islâmico.

  • Ainda a USP e a Mídia – pequena nota

    Criticada por um dos representantes do pensamento conservador cabal e assumido, veiculando, ademais, tal crítica em sua edição, a Folha cria uma chancela bem oportuna para prosseguir com seu conservadorismo mais sorrateiro.

  • Crise atinge o coração da Europa

    Os últimos fatos políticos confirmam que o agravamento da crise resultou numa guinada à direita na Europa, hoje totalmente sob o comando da ditadura do capital financeiro.

     

  • O preço do petróleo deve ser calculado em vidas

    A atual crise econômica criou a “necessidade” de aumentar a tributação dos mais pobres, e pagando preços ainda mais altos para as petrolíferas ficam garantidos os recursos para abastecer os bancos.

  • “Se eu encontrar dez justos na cidade não a destruirei” (Gn. 18, 32)

    O que nos alimenta novas esperanças é perceber que a cada ano maior número de pessoas se dá conta do descalabro reinante, vai perdendo antigas ilusões quanto ao sistema e até mesmo quanto a organizações ultrapassadas.

  • Os honoráveis bandidos e o holocausto brasileiro

    Como Hitler na Alemanha, que içou bandeiras contra judeus e comunistas, no Brasil a bandeira do anticomunismo foi erguida apenas para esconder o verdadeiro holocausto brasileiro, a implementação de uma política econômica de subtração de rendas das classes trabalhadoras.

  • ‘Imprensa de idéias tem que buscar sua vanguarda entre os trabalhadores, os estudantes, o povo’

    Conversar com o jornalista Raimundo Rodrigues Pereira é como reviver os tempos de um outro jornalismo, autêntico e, ao mesmo tempo, efervescente, primordialmente movido pelo espírito investigativo e corajoso, e cujo objetivo essencial era buscar uma informação relevante para o público.

  • A São Paulo demo-tucana é uma cidade triste e sucateada

    Depois de omissões e desmandos demo-tucanos, São Paulo precisa urgentemente se redescobrir - e se reinventar. Não para reforçar a tese de "locomotiva da nação", que só faz enraizar comportamentos arrogantes e excludentes. 

  • Amazônia: um imenso pasto

    Para preservar a Amazônia, melhor que códigos florestais e fiscalizações seria a reforma agrária adaptada ao seu grandioso ecossistema, de modo a impedir a atividade predatória do agronegócio, do latifúndio e de empresas de mineração.

  • Nicarágua: eleições fraudulentas e uma ditadura institucional

    Pela primeira vez na breve história eleitoral da Nicarágua (desde 1984), essas eleições tiveram violentos distúrbios em 80 dos 153 municípios às vésperas da votação e depois dela. Pela primeira vez a oposição não reconheceu os resultados nas primeiras horas.

  • Crise européia e momento brasileiro

    O tucanato propõe a velha receita neoliberal e aposta que o governo Dilma será incapaz de enfrentar a crise, cuja profundidade e extensão deve ser ainda mais grave, em especial porque se conjuga com a dos EUA.

  • Estratégias Imperialistas Contemporâneas: ciberguerra e empresas militares privadas

    Estamos no limiar de transformações radicais no exercício da violência. O próximo período deve ser marcado por tentativas cada vez mais escabrosas de censura virtual em larga escala e controle social por segurança privada.

  • Zumbi, general de homens livres

    Nzumbifoi o último grande chefe político-militar da confederação dos Palmares, nascida da federação dos quilombos da região, que unificaram suas forças diante dos incessantes ataques escravistas.

  • Impunidade

    É inaceitável a conduta da presidenta Dilma em face das irregularidades encontradas no Ministério do Trabalho. Esconder a corrupção que pragueja o seu governo é hoje o principal objetivo do governo – um governo, aliás, paralisado.