Edição 768

  • Poluição atmosférica em SP pressiona por urgente reversão na política de incentivo ao carro

    Como se já fosse parte da natureza, a atual época do ano em São Paulo é conhecida como a da poluição atmosférica, acarretando aumento de adoecimentos e internações em sua já combalida rede de saúde. Em entrevista ao Correio da Cidadania, Evangelina Vormittag, presidente do Instituto Saúde e Sustentabilidade, expõe com mais profundidade a atual gravidade da situação.

     

  • A Demissão de jobin e a Cortina de Fumaça

    Jobin completa o serviço, tripudia o Governo DiLLma e força  sua saída. DiLLma lança programa de benesses ao patronato e contra a Previdência.

  • O ‘crack’ por vir: o fim do período “pós-crise”

    O que está ficando claro é que o período “pós-crise de 2008” foi apenas uma grande ilusão perto da dimensão gigantesca da crise global. Vivemos agora o temor de que a crise não tenha controle e nem possível “regulação”.  Um colapso se avizinha, a nova etapa da crise global, mas ainda sem alternativas sociais e organização internacional à disposição.

  • Rebeliões pelo mundo

    Elas precisam ser analisadas sob dois ângulos: positivo, pois estimula o despertar das massas populares inertes; por outro lado, implica risco de que a burguesia, alertada e temerosa, resolva agir preventivamente e restrinja ainda mais essa democracia. É importante que os partidos de esquerda, hoje perdidos num esforço eleitoreiro desgastante, mudem de discurso e de conduta.

  • Para além da Reforma Agrária

    Não defendo o imediato fim da luta pela reforma agrária tradicional, pelo simbolismo desta bandeira. Mas temos de avançar, ir além. Temos um outro Brasil, uma nova realidade no campo e na cidade, novos conflitos, novas tecnologias, novos saberes, novas necessidades.

  • Episódios Neocoloniais: Acaparamento de Terras

    Atualmente, governos de países abastados (China, países árabes, Coréia, entre outros), fundos de investimentos, companhias transnacionais do ramo de alimentos, indústria química e farmacêutica, além de grandes empresas de mineração e de transporte, estão arrendando e/ou comprando dezenas de milhões de hectares de terras boas, muitos deles irrigados, na Ásia, África e América Latina.

  • Governo cede a meias verdades patronais em mais um corte de encargos sociais

    São ao menos duas as mentiras da FIESP: 1) rendimento não é encargo; 2) a proporção entre os encargos reais se torna muito maior nos demais países industrializados, porque os salários de lá são bem mais elevados. O que está por trás dessa falácia? Forçar o frágil governo Dilma a entrar na onda empresarial para que sejam reduzidos tais encargos?

  • Um general diferente

    Diversas gerações de cientistas sociais formaram-se escutando que o velho pensador Nelson Werneck Sodré constituía anacronismo a ser esquecido. Em geral, sem o estudo de sua obra. 

  • Abrangência do Concílio

    Por ter abordado uma questão que atravessava séculos, o Concílio não se esgota em décadas. Ele requer uma recepção mais demorada e progressiva.

  • Terrorista louro de olhos azuis

    O autor do hediondo crime foi um jovem norueguês, branco, adepto da fisicultura e dono de uma fazenda de produtos orgânicos. O tipo do sujeito que jamais levantaria suspeitas na alfândega dos EUA. 

  • Desafios do planejamento

    Nas condições brasileiras, em que a esquerda apenas galgou uma parcela do Estado, parcela que foi em grande parte desmontada nos 12 anos de governos neoliberais, a implantação de reformas de cunho democrático e popular dificilmente poderá ser de curto prazo, mesmo que o governo fosse totalmente de esquerda.

  • Quem tornou os bueiros explosivos?

    A ganância da empresa francesaEDF, que arrematou a estatal brasileira Light por preço baixo, em 1996, em um leilão de privatização, é uma das grandes causas dos bueiros estarem explodindo. De posse da Light, a EDF só se preocupou, durante anos, em remeter lucro para sua matriz.

  • Um assalto de 16 trilhões de dólares

    O debate sobre o possível calote dos EUA eclipsou por completo um escândalo financeiro de inéditas proporções. O resultado da primeira auditoria que se fez sobre o Federal Reserve mostrou números são assustadores: entre 01/12/2007 e 21/07/2010, o Fed deu empréstimos secretos a grandes corporações e empresas do setor financeiro de 16 trilhões de dólares.

  • Novamente o desmatamento da Amazônia

    Não se consegue entender como a população amazonense se opõe às medidas de contenção desse desmatamento irresponsável, pois a grande riqueza da região não é a venda de madeira, mas a exploração da sua extraordinária biodiversidade. Precisamos exigir do governo um imediato plano de criação de centros de pesquisa em várias cidades da região, a fim de identificar as espécies aptas à produção de medicamentos e vários outros produtos.