Edição 725

  • Denuncismo hipócrita e discussões superficiais marcaram debates pré-eleitorais

    Numa guerra entre similares, a única arma que resta é mesmo o acirramento passional de tom, em meio a um debate absolutamente inócuo para alavancar a solução dos problemas que realmente importam ao país e à população. Em ambos os lados, elege-se um monstro para ser execrado. Com este esquema, afasta-se o risco de que os eleitores pensem mais profundamente nos temas relevantes e passem, eventualmente, a questionar o status quo. Em meio a relatos rasos e ao denuncismo hipócrita, perdem todos os que almejam um esclarecimento mais efetivo.

  • As reais ameaças à liberdade de expressão no Brasil

    Às vésperas das eleições para o Executivo e o Legislativo, em momento de intensa discussão sobre as questões de comunicação e liberdade de expressão, o Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social apresenta para os candidatos e o conjunto da sociedade uma análise do campo e uma série de questões a serem consideradas para que a liberdade de expressão e o direito humano à comunicação sejam garantidos a todos os brasileiros.

  • Vandré na Globo News

    ft_geraldo_vandre.jpgA entrevista foi superficial e enviesada para o sensacionalismo. Passou a impressão de que o principal objetivo era arrancar de Vandré que não teria sido torturado e que tudo que fez, após voltar do exílio, foi voluntário.

  • Nas mãos dos eleitores

    urna_mao_bandeira.jpgFormar a própria opinião, prescindindo das grandes manchetes, é tarefa difícil, mas não impossível para cidadãos maduros e adultos que queremos ser.

  • É preciso participar

    dedo_apontando_alto.jpgConcordamos que o processo eleitoral é burguês, mas é oportuno atentar para o fato de que a vida corrente é a burguesa e, nem por isso, devemos nos negar a dela participar.

  • Crônica de um golpe frustrado

    ft_rafael_correa.jpg"Não digam que o presidente está seqüestrado, digam que a polícia o está protegendo no hospital para nos evitar problemas judiciais, mas não vamos deixá-lo sair até que pague pelo que nos fez".

  • Os anos Lula

    lula_tempo.jpgPor força do modelo em curso, nos encontramos em acelerado processo de desnacionalização do nosso parque produtivo, reprimarização de nossa pauta de exportações, aprofundando o processo de liberalização financeira.

  • Agrotóxicos e o caráter predatório do capital

    plantacao2.jpgOs agrotóxicos estão entre os elementos mais emblemáticos do caráter predatório do capital. São compostos químicos desenvolvidos para efeito biocida.

  • Minas Gerais em preto e branco

    minas_gerais_pb.jpgQuem faz marketing olha a partir de palácios e oásis; não discute projeto popular para o país. Eis oito flashes da realidade de MG, escondida interessadamente pelos que detêm o poder. 

  • A bomba ou a vida!

    mundo_explodindo.jpgFicar pedindo para a sociedade reacionária da Europa que deponham as armas, estando eles interessados nas riquezas do Oriente Médio, Ásia e AL, me desculpem, mas é muito pueril.

  • Haiti: vozes da montanha

    bandeira_haiti.jpgTendo que superar os desafios da reconstrução do país pós-terremoto e sob uma ocupação estrangeira militar e econômica de décadas, os meios de comunicação populares jogam papel chave no Haiti.

  • Ei, Vales! – visões do capitalismo árido

    semterra_exercito.jpgOs núcleos de posseiros, até então livres, se deparam com uma forma repressiva; tanto na forma bruta com que foram desalojados, como na nova lógica da organização do trabalho.

  • Perfil mundial e latino-americano

    mundo_capitalismo.jpgSe 2/3 da humanidade vivem, segundo a ONU, abaixo da linha da pobreza (renda mensal inferior a US$ 60), não se pode considerar o capitalismo exitoso. Como o socialismo do Leste europeu, também fracassou.

  • Curso intensivo para eleitores

    urna_eletronica.jpgContando com os seres imperfeitos que somos, até hoje não se descobriu nada melhor do que o que está aí. Então, pare de jogar a culpa na política e assuma suas responsabilidades.

  • O que está em jogo?

    soldados.jpgEssa guerra é, acima de tudo, "uma guerra contra os pobres". Seus promotores não admitem que os pobres pensem, falem e deixem de acreditar nos supostos donos da opinião pública.
  • A guerra pelo poder ou “semeiam ventos, colhem tempestades”*

    vento_tempestade.jpgO que os nossos eleitores deveriam perceber é que também nestas eleições o povo não será o vitorioso, qualquer seja o escolhido.
  • Gilmar Mauro: ‘MST não será refém do próximo governo’

    ft_gilmar_mauro.jpgGilmar Mauro, dirigente do MST, em entrevista ao Correio da Cidadania, na qual explicou a postura do movimento na eleição e a polêmica em torno de um possível apoio velado de suas lideranças à candidatura petista.