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ISSN 1983-697X
Começa Fórum Mesoamericano na Nicarágua PDF Imprimir E-mail
17-Jul-2008

 

Mesmo recebendo R$ 19,5 milhões para ações de vigilância em saúde, dos quais, 60% (R$ 11,7 milhões) se destinaram à prevenção e ao controle da malária no período 2003-2008, o governo acreano não tem conseguido evitar mortes causadas pela doença. A Agência Amazônia obteve esses valores com o coordenador do Programa Nacional de Controle da Malária do Ministério da Saúde, José Lázaro de Brito Ladislau.

 

O Fórum Mesoamericano dos movimentos sociais, partidos políticos e ALBA foi inaugurado ontem (16), em Manágua, com um apelo para estabelecer uma estratégia de luta comum para enfrentar o neoliberalismo.

 

Mais de 600 delegados de países da região e de outras latitudes começaram nesta quarta-feira as deliberações sobre vários temas em uma situação muito complexa, como disse Gustavo Porras, presidente da Frente Nacional de Trabalhadores da Nicarágua, ao dar-lhes as boas vindas.

 

Porras explicou que a recente celebração de um chamado VII Fórum no país trás o que se esconde na defesa do Estado de direito da oligarquia e que foi um tema de amplo debate na jornada da manhã.

 

O dirigente nicaragüense dedicou palavras de agradecimento à presença de uma delegação de Cuba, integrada por Héctor Fraginal e Omar Córdoba, funcionários do Partido Comunista, e ressaltou a solidariedade da ilha e da Venezuela, no que diz respeito à ALBA.

 

O primeiro expositor da jornada foi o filósofo Francois Houtart, que abordou "A cooperação internacional e sua estratégia frente aos governos, partidos e movimentos sociais".

 

As palavras de Houtart desataram um amplo debate, em especial sobre o papel da chamada sociedade civil e organizações não governamentais, que na opinião de delegados como Rafael Valdés, do Movimento Social Nicaragüense, representam os interesses norte-americanos e da oligarquia.

 

Para a tarde, estava prevista a intervenção do embaixador da Venezuela na Nicarágua, Sergio Rodríguez, que apresentaria o Projeto da ALBA aos partidos políticos e movimentos sociais da região.

 

O Fórum continuará hoje e será encerrado no dia 18, na cidade de León, primeira capital da Revolução Popular Sandinista.

 

Publicado originalmente em Adital.

 
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