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ISSN 1983-697X
Edição 598 - 14/04/2008 a 20/04/2008
23-Abr-2008

Resumo da edição 598 - 14/04/2008 a 20/04/2008

 

Eixo privado-mercantil abriu as portas para a corrupção no ensino superior

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Assembléia de estudantes da Universidade de Brasília (UnB) discutindo sobre a ocupação da reitoria. Foto: Valter Campanato/ABr

 


 

Sem distribuir terra, não há solução para problema de moradia

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Em entrevista Ermínia Maricato, docente do departamento de Projeto da FAU, fala sobre os problemas urbanos na cidade de São Paulo. Gabriel Brito.

 


 

Base política ruralista impõe MPs que afrontam a igualdade de direitos (Guilherme Delgado)

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As mudanças normativas de relações sociais, que devem respeitar critérios do direito social calcados nos princípios da igualdade, não podem ser alteradas do dia para a noite.

 


 

Aproveitando o leite derramado (Editorial)

 

A única coisa verdadeiramente a lamentar é o mal que a volta da direita truculenta ao poder representa para os trabalhadores italianos e o reforço ao processo de direitização da Europa. Mas nem tudo é prejuízo. Duas grandes lições podem ser tiradas da derrota. A primeira é fazer a distinção entre uma plataforma de lutas por reformas no sistema capitalista e um programa de governo reformista.

 


 

Raposa do Sol, juros e Isabella Nardoni (Luiz Antonio Magalhães)

 

O presidente Lula é um homem de sorte. Não fosse o caso Isabella, que mobiliza o país, dois assuntos estariam tomando a atenção dos brasileiros, o conflito em Raposa do Sol e o aumento da taxa básica de juros.

 


 

Brasil na rota da turbulência (Fernando Silva)

 

A opção do governo por colocar o país na vanguarda da exportação de commodities e na produção de agro-combustíveis pode contribuir decisivamente para uma maior dependência e vulnerabilidade do país.

 


 

Greve dos auditores completa um mês e impasse prossegue (Gabriel Brito)

 

Os auditores mantêm intacta sua posição de paralisação e acusam o governo de tê-los praticamente empurrado à greve, por conta de um retrocesso nas conversas e propostas discutidas.

 


 

Questão de ordem companheiro! (Jorge Luiz Martins)

 

É inadmissível a atitude de companheiros (as) que utilizaram ‘a idéia da força ao invés da força das idéias’ (parafraseando Florestan Fernandes) para se impor no último encontro da Intersindical.

 


 

Banco Central: sitiado ou estrela-guia? (Paulo Passarinho)

 

A preocupação principal das autoridades continua sendo a sensibilidade e os humores dos nossos credores, e não os interesses e necessidades da nossa população.

 


 

Eleições no Paraguai (Frei Betto)

 

O Partido Colorado domina todo o aparelho estatal e judiciário do Paraguai. Lugo se dispõe a resgatar a autonomia dos juízes e despartidarizar a máquina estatal.

 


 

O papa nos Estados Unidos (D. Demétrio Valentini)

 

As duas visitas intercontinentais realizadas por este Papa, no ano passado na América Latina, e agora nos Estados Unidos, colocam com evidência o problema do futuro da catolicidade.

 


 

PT e PSDB juntos em BH? (Antonio Julio de Menezes Neto)

 

Tanto o socialismo petista quanto a social-democracia tucana passaram a se encontrar nas políticas liberais e neoconservadoras. As negociações para um candidato único em BH não deveriam causar espanto.

 


 

A corrupção e o seu sistema (Léo Lince)

 

Além do Serra, não serão mais incomodados a Dona Ruth, Fernando Henrique, a mãe do PAC, nem a filha do Lula. O dossiê, tudo indica, cumpriu a sua finalidade.

 


 

Criança indígena não tem direito à família? (Ariadne de Fátima Cantú da Silva)

 

Negar o direito fundamental à família para crianças indígenas que estão esquecidas por anos em abrigos é por demasiado cruel e desumano.

 


 

Agronegócio, desenvolvimento e meio ambiente (2) (Rogério Grassetto Teixeira da Cunha)

 

Tal como ocorreu em outros períodos da história, a expansão agrícola avança hoje sem freios, organização, controle ou respeito a regras.

 


 

Ironia e cinismo regem este país (Waldemar Rossi)

 

A mídia é cínica e o povo, já sem discernimento, não tem lembrança de crimes cruéis, mas se deixa envolver pelo emocionalismo de alguns fatos recentes.

 


 

Crescimento e distribuição de renda na China (Wladimir Pomar)

 

Se avaliarmos que a China colocou no patamar de classe média cerca de 850 milhões de pessoas, será necessário medir suas desigualdades com outros parâmetros.

 


 

Estados Unidos: forças armadas e candidatura republicana (Virgílio Arraes)

 

O desgaste aplicado às forças armadas não seria uma medida com vistas a atenuar a corrosão do Partido Republicano em ano de eleição presidencial?

 


 

Abrir a caixa-preta (Osiris Lopes Filho)

 

É uma realidade deprimente a expressa na política de gastos do governo federal e, historicamente, a auditoria da dívida pública tem sido favorável aos interesses do país.

 


 

Sobre dengue, mídia e autoridades públicas (Rafael Fortes)

 

A idéia de que a responsabilidade pela epidemia de dengue é de todos, da forma como é apresentada, não visa à conscientização, mas sim à imobilidade e à despolitização.

 


 

Show da imprensa na morte de Isabella (Hamilton Octavio de Souza)

 

A morte de Isabella acabou se transformando num grande espetáculo para a mídia, que passou a dedicar exagerado espaço para conteúdos duvidosos.

 


 

Mas o que é a escola?

 

A escola não é uma idéia vaga. Não é um lugar onde há ou não há vagas. Não é vagão de trem onde entramos e do qual saímos quando chega à próxima estação.

 


 

Big Brother legislativo (Frei Betto)

 

Uma CPI não deveria jamais encerrar seus trabalhos apresentando à nação um rol de suspeitos. Melhor não nomeá-los se não há provas convincentes e contundentes.

 


 

Quando a água é conflito (Roberto Malvezzi)

 

Nossa relação com os bens naturais criou uma cultura do desperdício, da depredação, da migração atrás de novas áreas, rios, florestas, mas sempre movidas pelo parasitário.

 


 

CPI da Saúde de São Paulo denuncia “universalização excludente” (Luciana Araújo)

 

Apesar da criação do SUS dentro de uma perspectiva universalizante, a falta de regulamentação do financiamento e a permissão cada vez maior de participação do setor privado criaram a "universalização excludente".

 


 

Caminha o México para uma explosão social?

 

Enquanto o poder da oligarquia não for contestado, será impossível democratizar o país e assegurar a participação popular e vida digna a todos. Grupo de São Paulo.


 
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