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Resumo da edição 589, publicada entre os dias 11 e 17 de fevereiro 2008.
‘Consenso privado’ impõe as regras de licenciamento dos
projetos de infra-estrutura
Aqui na terra tão jogando futebol... (Editorial)
...o capital estrangeiro já começou a fugir das nossas Bolsas
de Valores. A necessidade de formular um plano de enfrentamento da crise, e de
debatê-lo amplamente com a população, constitui hoje uma urgência inadiável. A
mídia tem a obrigação de pautar esse debate e de garantir que todos os lados
sejam ouvidos.
Um dia chegaremos ao desmatamento zero (Danilo Pretti Di
Giorgi)
Ninguém questiona as grandes obras de infra-estrutura
planejadas para a região amazônica ou o nosso modelo de crescimento ancorado no
agronegócio exportador.
Amazônia devastada (Frei Betto)
Se o ritmo atual de desmatamento prosseguir,
desaparecerão do mapa 670 mil km² de floresta, área que comporta 22
Bélgicas.
Vida: a difícil escolha! (D. Demétrio Valentini)
Pois bem, não basta proibir que um bêbado pegue o volante.
Há erros que precisam ser corrigidos bem antes.
Os candidatos à Casa Branca e a política internacional (Luiz
Eça)
Irã Nesse terceiro de uma série de artigos sobre as posições
em política internacional dos candidatos à Casa Branca, o colunista aposta na
maior serenidade de Obama
Além do desmatamento (Osvaldo Russo)
O Brasil precisa cuidar estrategicamente deste seu
território e a melhor forma de fazer isso é fortalecer a presença do Estado na
região.
Serra versus Alckmin: a novela continua (Luiz Antonio Magalhães)
Na disputa interna, não havia como Serra levar a melhor. O
que não se sabia é que também nacionalmente
Ditadura da televisão (João Baptista Herkenhoff)
Como sociedade civil, não podemos nem devemos concordar em
ser mero apêndice dos que controlam, pela televisão, a opinião pública
brasileira.
Pochmann e o freio do Banco Central (Altamiro Borges)
O Brasil está diante de um dilema estratégico devido aos
problemas da economia mundial. "Pisa no freio? Ou pisa no
acelerador?"
Política econômica subalterna põe Brasil na ‘linha de tiro’
da crise internacional
Governo Lula ataca direitos dos quilombolas (Fabio Nogueira)
Cedendo às pressões da bancada ruralista e aos interesses do
agronegócio, o governo Lula definiu um novo conjunto de regras lesivas às
comunidades quilombolas.
Cuba e o socialismo do século 21 (Antonio Júlio de M. Neto)
Se Cuba virar uma sociedade de mercado, virão o consumismo,
a sociedade da mercadoria, as classes. Que Cuba continue distribuindo
igualmente o que os seus trabalhadores produzem.
Resistência tributária (Osiris Lopes Filho)
As reivindicações acerca da cobrança, pelo povo, da
prestação de serviços públicos pelo Estado só funcionam em relação aos impostos
que, sendo vistos, podem ter seu peso dimensionado.
E o circo, o que é? (Paulo Henrique Lima de Oliveira)
Já não podemos utilizar outro termo que não seja consumo
quando estamos falando deste grupo artístico, que não resgata mais o sonho de
descobrir o palhaço, o mágico ou o malabarista.
Alemanha, 1968: Sonhos e Pesadelos de uma Geração Derrotada (Mário
Maestri)
Ao abordar a vida dos militantes da RAF na prisão, Alois
Prinz quase justifica as macabras experiências alemãs de longas reclusões à
margem de estímulos visuais e sonoros.
FHC, Lula e a regressão tributária (Altamiro Borges)
O presidente Lula, eleito no final de 2002 com um programa
de mudanças profundas – inclusive na área tributária –, preferiu não mexer
neste vespeiro que afeta interesses tão poderosos.
Amazônia, ecocídio anunciado (Frei Betto)
Dados oficiais revelam que o plantio de cana-de-açúcar
avança sobre a Amazônia, apesar das negativas do governo federal. Projetos
sucroalcooleiros vivem momento de expansão acelerada.
Faça o que eu digo, não o que eu faço (Luiz Antonio Magalhães)
Ao contrário do que ocorreu com os gastos federais, a farra
dos cartões de Serra foi apresentada de forma bem mais sóbria e com amplo
espaço para as explicações do governo paulista.
Uma política anti-crise (Wladimir Pomar)
Uma política anti-crise que tenha como eixo a queda dos
juros, a desvalorização do real e o estímulo aos capitais de longo prazo é
fundamental para blindar a economia brasileira.
Estados Unidos: superterça e o Brasil (Virgílio Arraes)
Com relação ao Brasil, não há, a princípio, alteração de
monta no caso da vitória de um democrata ou republicano. O aspecto de
relevância será o posicionamento no tocante à imigração.
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