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ISSN 1983-697X
Edição 588 – 04/02/2008 a 10/02/2008
14-Fev-2008

 

Resumo da edição 588, publicada entre os dias 04 e 10 de fevereiro 2008.

 

 

 

Crise mundial já reforçou o conservadorismo e o estrangulamento social

 

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Incertezas na economia global já se fazem sentir no Brasil.



 

Novas teorias e novas práticas (editorial)

 

Os projetos de transposição do rio São Francisco; de privatização das terras devolutas do Pontal do Paranapanema; de ocupação do cerrado com a soja; e de exploração "racional" da floresta fazem parte dessa nova estratégia de acumulação de capital nos pólos centrais do sistema capitalista. Os movimentos populares do campo precisam urgentemente tomar consciência dessa nova realidade.



 

Cartão de Crédito (Léo Lince)

 

Ainda não se sabe se conseguiremos desenrolar o poderoso novelo da corrupção sistêmica. Por enquanto, na confusão geral, os inimigos de Cazuza continuam no poder.



 

Os candidatos à Casa Branca e a política internacional (2): Iraque (Luiz Eça)

 

Embora os pré-candidatos do Partido Republicano defendam a guerra do Iraque e os democratas a ataquem vigorosamente, as posições deles divergem muito mais nas palavras do que na realidade.



 

De cartões, investimentos, juros e “superávits” (Waldemar Rossi)

 

Para que nossa esperança não morra de vez, é fundamental que nosso povo saia do seu marasmo e entre na luta com os setores que insistem em “não deixar a peteca cair”.



 

Carnaval de papel (Gabriel Perissé)

 

Conheço o carnaval de outros carnavais. Sem nostalgia e sem revolta, esperei a Quarta-Feira de Cinzas para queimar os papéis de que não preciso mais.



 

Cartão corporativo e “mídia esgoto” (Altamiro Borges)

 

O que menos vale é a informação imparcial e a justa fiscalização do poder público. O objetivo não é denunciar os abusos, mas sim fortalecer a oposição de direita.



 

Brasil, campeão (Osíris Lopes Filho)

 

Considerada a insuficiência da ação estatal em retribuir ao povo o que obteve a título de tributos, somos campeões no campo da carga tributária. Conquista de triste campeonato.



 

Rodovias na floresta (Rodolfo Salm)

 

O asfaltamento é uma garantia para que se possa desmatar e escoar durante o ano todo, competitivamente, a madeira retirada, a carne e a soja.



 

Eleições no Paraguai e miopia da imprensa brasileira (Pe. Alfredo J. Gonçalves)

 

Desde algum tempo, a imprensa brasileira vem dando ampla cobertura ao processo eleitoral dos EUA. Em contrapartida, o que sabe o povo brasileiro sobre o processo eleitoral do vizinho Paraguai?



 

É hora de acusar alguém (Maurício Thuswohl)

 

É hora de exigir que o agronegócio, que jamais deixou de exercer pressão sobre a floresta, assuma responsabilidades públicas para evitar a destruição do maior patrimônio ambiental do país.



 

Escolher a vida (Maria Clara Lucchetti Bingemer)

 

Pretendendo ser livres, estamos cada vez mais escravizados: as nossas paixões, nossos desejos e gostos imediatos, nossas compulsões várias, sexuais, consumistas.



 

AA, BBB, CVV: a audiência sobe e a sociedade perde (Paulo Henrique Lima de Oliveira)

 

Podemos mudar de canal, tomar atitudes. As grandes empresas idem. Daqui a pouco, elas estarão também no “paredão” de uma sociedade que não se vê apenas no BBB, mas no MST, na CNBB, na OAB.



 

Reforma tributária e luta de classes (Altamiro Borges)

 

O sistema tributário brasileiro é dos mais injustos do planeta.

 

“O assustador é que 70% dos impostos incidem sobre o consumo e apenas 30% sobre o patrimônio”.



 

Chile: êxito ou malogro do neoliberalismo? (Virgílio Arraes)

 

O país apenas confirma, por intermédio de outra vestimenta, os mesmos males socioeconômicos da região, em vigor há muitas gerações.



 

Labirintos (Frei Betto)

 

Os espelhos movediços do labirinto refletem a dádiva de Momo; advertem que são apenas uns poucos dias. Depois, sem máscara e fantasia, a realidade coloca cada um em seu devido lugar.



 

O Brasil e a aversão ao risco (Wladimir Pomar)

 

Alguns analistas saudaram a decisão do Banco Central do Brasil de manter inalterada a alta taxa de juros. No entanto, a aversão ao risco deveria ter levado o BC a reduzir os juros.

 
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