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Resumo da edição 587, publicada entre os dias 28 de janeiro e
03 de fevereiro 2008.
Aliança do governo com o agronegócio impulsiona desmatamento
Devastação da
Amazônia volta a crescer.
Um falso dilema (Editorial)
Obrigados a disputar votos no primitivo contexto da troca de
favores, os candidatos socialistas vêem-se, muitas vezes, tentados a seguir os
mesmos caminhos. Recusando esta auto-destruição, restam ainda dois grandes
riscos: o discurso doutrinário e o protesto furibundo. Urge, portanto, montar
campanhas eleitorais que permitam demonstrar aos eleitores o modo pelo qual a
propaganda dos candidatos da burguesia oculta os problemas reais da cidade e
por que o fazem.
Carnaval madrugando (D. Demétrio Valentini)
É bom que o carnaval venha cedo, e seja breve. Ainda mais
num ano como este, com tantos desafios pela frente. Convém enfrentá-los logo
Os candidatos à casa branca e a política internacional (1):
a Palestina (Luiz Eça)
Começamos hoje a publicar uma série de artigos analisando as
posições dos principais candidatos à sucessão de Bush em matéria de política
externa. O primeiro foca a Palestina.
A educação e a família... mas que família? (Gabriel Perissé)
Mães e pais mergulhados na vida profissional delegam às
babás, aos docentes, aos avós responsabilidades básicas que somente os pais
nasceram capacitados para assumir.
Cartões corporativos e transparência (Luiz
Antonio Magalhães)
A histeria da grande imprensa com os gastos nos cartões
corporativos é apenas mais uma forma de jogar para a torcida, apostar no
udenismo rastaquera.
Modecon lança o Movimento Nacional em Defesa da Amazônia (José
Carlos Moutinho)
‘A lei de gestão das florestas, por melhor que ela tenha
sido elaborada, é a renúncia do Estado brasileiro ao controle sobre a
Amazônia’.
Ainda o Semi-árido (Roberto Malvezzi)
Há uma nova concepção do semi-árido, antagônica ao velho
discurso das oligarquias, que traduz o confronto mortal entre dois modelos.
Fim do 'céu de brigadeiro' de Lula? (Altamiro Borges)
A não ser que o governo esteja escondendo o jogo, até agora
parece que ele está inerte diante do fim da CPMF e da crise nos EUA.
‘São Paulo me fez assim...’ (Waldemar Rossi)
Pelas circunstâncias do ato de Benedito na catedral da Sé,
não havia desconexão em suas palavras, e sim expressão clara de revolta, de
decepção.
O sentido Histórico da Revolta dos Jacobinos Negros da Bahia
(Mário Maestri)
A repressão do movimento de 1798 pôs pedra lapidar sobre
luta e programa para toda a sociedade, fazendo fenecer a proposta de conteúdo
democrático e revolucionário.
Carnaval e Cidadania (João Baptista Herkenhoff)
Todos os entraves que obstaculizem a vivência dessa dimensão
do “ser pessoa”, como privatizar praias, merecem nosso repúdio.
‘Burguesia colonial’ e mercado externo dominam o agronegócio
Encerra-se aqui a discussão, com a alusão a modelos mais
apropriados à produção dos biocombustíveis em nosso país e a análise de
alternativas a essa fonte energética e também da postura do governo e dos
movimentos sociais.
Nosocômio Financeiro (Osiris Lopes Filho)
O governo Lula criou uma realidade inexistente
juridicamente, a da CPMF, a fornecer recursos durante o ano de 2008, da ordem
de 40 bilhões de reais.
A crise e o Brasil (Wladimir Pomar)
Seria ingenuidade supor que as ondas da crise vão passar ao
largo da costa brasileira. A financeirização global não é uma figura de
retórica.
A bolha financeira mundial (Adriano Benayon)
Os efeitos irão além da recessão em curso nos EUA. Virá a
depressão, e já está difícil ocultar a natureza fraudulenta do sistema mundial
de poder.
FARCs: terroristas ou insurgentes? (Altamiro Borges)
A tentativa de qualificar as FARcs como grupo terrorista
serve a distintos interesses.
Os artistas e a cidadania (Roberto Malvezzi)
O que aconteceu em Sobradinho diz que gestos como o de Frei
Luiz e artistas como Letícia continuam necessários. (Roberto Malvezzi)
Falso nacionalismo justifica monopólio nas telecomunicações
Chávez e a revolução na Venezuela (Antônio Augusto)
O imperialismo odeia a revitalização da Organização dos
Países Exportadores de Petróleo (OPEP), em grande parte devida à atuação de
Chávez.
Deus é brasileiro? (Frei Betto)
Nossos governos não têm estratégias, têm programas de
euforia cíclica para mero efeito eleitoral. Não miram a história, olham o
próximo pleito.
Crescimento econômico e terrorismo midiático (Rogério
Grassetto Teixeira da Cunha)
Ao defenderem a necessidade de crescimento e geração de
energia, parece que economistas desacoplaram a economia do mundo natural.
Apoteose da maracutaia (Léo Lince)
Compra da Brasil Telecom pela Oi/Telemar: até um verniz
nacionalista foi providenciado. Ralo e quebradiço, não resistirá ao sol da
primeira primavera.
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