Cartas

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Editorial: Bom senso militar

 

Acredito que o ministro Jobim ganharia muito em conversar com qualquer militar brasileiro. Mas percebo que também existe um "oportunismo" para não investir em nossas Forças Armadas.

 

Mauricio Azevedo Sá, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

Frei Betto: Um estatuto deficiente

 

Gratificante e reconfortante ler uma mensagem simples e tão repleta de conteúdo humano como esse artigo de Frei Betto sobre cultivar a criança que existe em todos nós para que o mundo se torne mais humano. Valeu!

 

Antonio Moraes, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Como sempre, Frei Betto vai ao âmago, à raiz da questão. Não há como justificar normas legais que, sobrepostas à legislação existente, sobrem feito gordura. Gratos a você, todos nós que vivenciamos a condição de pessoas com deficiência; cidadãos iguais, sob a mesma Constituição.

 

J. Olímpio, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

No artigo "Um estatuto deficiente", Frei Betto trouxe à tona, inspirado pelos supostos beneficiários pela futura aprovação do Estatuto do Portador de Deficiência, um tema da maior importância, embora relativamente pouco explorado: o dos estatutos jurídicos especiais para determinadas camadas da população - estatutos propostos, geralmente, em nome dos próprios interesses dessas camadas.


Trata-se de questão que se articula com a das ações afirmativas, mas que merece distinguir-se dela: uma coisa é defender, em cada política pública, a preocupação com grupos específicos que (por razões históricas ou outras) encontram-se em situação de especial desvantagem; outra coisa é defender um estatuto jurídico especial para esses grupos. No primeiro caso, a norma protetora aponta para as insuficiências do universalismo abstrato do princípio da igualdade liberal; no segundo caso, contudo, há o claro perigo de retrocesso em relação ao próprio direito liberal, na medida em que se substitui uma ordem jurídica única, em que, no limite (ou ao menos como projeto), todos os cidadãos se integram, por uma pluralidade de ordens jurídicas, de sabor nitidamente feudal, que distingue de forma muito profunda e substantiva as pessoas (reconhecendo-lhes, exatamente, distintos estatutos, para não dizer status).


O tema é complexo e não há, de maneira nenhuma, a intenção de julgar negativamente quem, de boa fé e em nome da igualdade substantiva, luta pela aprovação desses estatutos. Sequer estou certo da total inadequação desse recurso na disputa pela igualdade. Não se pode, contudo, deixar de analisar a situação em sua verdadeira complexidade, para não darmos outros tiros no pé.


Como foi bem observado no artigo, o estatuto da criança e dos adolescente (e mesmo o dos idosos) se situa em outra dimensão e não pode servir de parâmetro para a análise dos demais estatutos jurídicos propostos.

Márcio Nuno Rabat, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

Gabriel Perissé: Padre Júlio Lancelotti - o apedrejamento jornalístico

 

Seu texto está ótimo, bem coeso e fazendo jus à lisura de um jornalista e sua característica principal: imparcialidade.

Estou farto (já nem leio há muito tempo) de uma revista que apoiou o militarismo (Veja) e um beócio idiota chamado Diogo Mainardi que escreve a maior quantidade de idiotices por centímetro cúbico. Infelizmente, é costumaz deste veículo de comunicação "linchar" suas vítimas, expondo-as à execução pública e, certamente, fazer como Maria Antonieta: pão e circo para as massas.

Não se levanta a problemática da redução da maioridade penal e tampouco têm-se a responsabilidade de educar, instruir e fazer acontecer uma nova sociedade - mais fácil é execrar o "mal" e manter a faceta hipócrita de uma sociedade bestificada e bestializada por veículos e figuras como as citadas em seu artigo.

Fazer o quê? Simples: agir, denunciar, fazer valer o direito de expressão e da cidadania, palavra tão vilipendiada e tão maltratada em nossos dias.

 

Marcelo Siqueira Guilherme, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

 

Danilo Di Giorgi: Modernidade


A dúvida é nossa! A busca também. A maioria de nós é hipócrita e ambígua. E, quanto aos editoriais Abril, eles não estão sozinhos. A mídia abandonou a informação, a opinião pública, o esclarecimento. Ela está do lado da manipulação para o consumo e aceitação. Haja vista a implosão muito bem planejada do WTC. Todos viram, mas todos se calam. Talvez eu pertença à chamada teoria da conspiração.

Parabéns pelo artigo, já não me sinto só.

 

Mauricio Azevedo Sá, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

O artigo de Danilo P. di Giorgi vem a calhar para nossa situação. Nunca é demais relembrar a quem e a que serve essa pretensa modernidade: a modernidade da acumulação, do consumo, da alienação de estruturas sociais. O artigo sugere bem o papel de peça que o humano assume na máquina moderna, engrenagem que roda, roda, mas nunca consegue sair de seu lugar demarcado. E, como peça, aqui o homem é passível de descarte.

 

Julio, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

Waldemar Rossi: As vitórias surgem das lutas do povo

 

O povo trabalha em prol da nação, enquanto muitos intitulados empresários cuidam apenas dos próprios lucros e uma corja de inúteis picaretas, assim classificados pelo próprio presidente da República quando ainda se dizia defensor dos trabalhadores. Cuidam de dificultar a segurança social que todos os trabalhadores pagam e têm direito, principalmente na velhice!

O Fórum da Previdência e Luis Marinho, nomeado ministro da Previdência e que possui três ou quatro altos funcionários que trabalham exaustivamente em cima de todos os dados, servem para apresentar sugestões que ferem os interesses de todos nós. Além disso, há a manhosa posição de Lula, que obedece muito sorrateiramente a instruções vindas do FMI/EUA.

 

Os trabalhadores de todo o país só têm uma saída: paralisar o país inteiro e exigir mais respeito àqueles que de fato constroem o Brasil, garantindo os direitos previdenciários que estão escritos na Constituição de 1988, além de se estabelecer imediatamente um valor sério de recuperação do salário mínimo, sempre acima de R$ 800,00, para começar. Nunca existiu déficit nem rombos na Previdência; existem, sim, indivíduos destituídos de quaisquer valores morais e capazes de cometerem toda a espécie de vilanias para ganharem alguns trocados e um bom emprego na administração pública federal. Assim como meu amigo Rossi, incansável lutador das causas trabalhistas, não podemos esmorecer e temos que partir para luta imediatamente!

 

Marcos Ferreira Pinto Basto, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Disputa no PT

 

Muito coerente o ponto de vista de José Eduardo Cardozo para quem acredita em disputa de rumos do PT.

 

Carlos André, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

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