A ganância do poder privado sem freios e o colapso do poder público são o verso e o reverso do desastre. E temas postos na pauta da cidadania pela explosão de Congonhas.
Os governantes, todos, fazem cara de paisagem e
operam sobre o fato consumado. No fragor das tragédias, simulam providências.
Não governam, são governados. Prisioneiros da ótica privada, eles se afastam da
ética pública.