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ISSN 1983-697X
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Bancários se insurgem contra opressão no trabalho e achatamento salarial PDF Imprimir E-mail
Escrito por Gabriel Brito   
07-Out-2008

greve_bancarios.jpgApós paralisação de 24 horas promovida na semana passada, os bancários de todo o país voltarão a entrar em greve, desta vez por tempo indeterminado, a partir do dia 7 de outubro.

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Pastelaria eleitoral PDF Imprimir E-mail
Escrito por Roberto Malvezzi   
07-Out-2008

urna_eletronica2.jpgLula parece uma espécie de "deserto verde da política". Onde ele pisa não existe biodiversidade política. Só monocultura.

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O abalo dos muros PDF Imprimir E-mail
Escrito por Frei Betto   
07-Out-2008

placa_wall_street.jpgNão se mede o fracasso do capitalismo por suas crises financeiras, mas sim pela exclusão de 2/3 da humanidade, que segundo a ONU vivem entre a miséria e a pobreza.

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Crise dos EUA e visões catastrofistas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Altamiro Borges   
07-Out-2008

ilus_dinheiro_dolar_cidade.jpgO estouro da bolha imobiliária confirmou o apodrecimento desta economia, após ciclo de expansão que iludiu muita gente. Os EUA são hoje um país endividado, parasitário.

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Pesquisadores criticam o mercado de carbono PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
07-Out-2008

 

A falta de uma preocupação real com o meio ambiente é o principal argumento do físico Luiz Carlos Molion para criticar o mercado de carbono da forma como é conduzido atualmente. Oposicionista das teorias que defendem o aquecimento global causado pelo homem, Molion diz que o interesse das empresas e governos está em como entrar nesse mercado para ganhar dinheiro e não com a preservação do meio ambiente.

 

A opinião é compartilhada pelo pesquisador da fundação sueca Dag Hammarskjold e autor do livro Carbon Trading, Larry Lohmann, para quem o Protocolo de Kyoto e o comércio de carbono nele previsto não trazem grandes alterações para o cenário mundial de emissões de gases do efeito estufa. "Trata-se um mecanismo de mercado, pouco prático e nada efetivo, que promove o comércio do direito de poluir. Acabou funcionando de maneira perversa ao drenar as atenções de soluções mais radicais e efetivas que agora se mostram urgentes", defende.

 

Molion destaca que o lobby de grandes empresas geradoras de energia é prejudicial nesse contexto. Na Europa, os governos avaliam dados das emissões de carbono coletados entre 2002 e 2004, verificam o quanto as empresas locais poluíram nesse período e definem, por meio de cotas, o quanto elas poderão poluir daquele ponto em diante. O problema, ressalta o físico, é que muitas dessas empresas já melhoraram seus equipamentos ao longo desse tempo e estão poluindo menos do que o permitido; assim, ganharão dinheiro vendendo suas cotas para as empresas altamente poluidoras que ultrapassam o limite estabelecido. "Por isso eu digo que não existe preocupação com o meio ambiente e com o futuro da humanidade. Isso se transformou atualmente em um comércio, uma nova bolsa, tanto que hoje existem firmas prontas para investir 1 trilhão de dólares em créditos de carbono com a intenção de vendê-los posteriormente".

 

O que ocorre na Europa é exatamente o contrário do princípio "poluidor - pagador": é o princípio "quem polui, ganha", afirma Lohmann em entrevista concedida ao jornalista Rafael Evangelista para o site Com Ciência. O pesquisador argumenta que os grandes poluidores se beneficiam também comprando direitos de poluir mais, a partir de projetos em que investem no exterior e que, supostamente, economizariam carbono. É o caso de empresas que compram créditos gerados por projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), como os que geram eletricidade a partir da queima de gases de um aterro sanitário. "Esses projetos oferecem, de bandeja, um turbilhão de direitos futuros de poluir para o conjunto já enorme de direitos à disposição das corporações do Norte".

 

Em países como o Brasil, o desmatamento evitado das florestas tropicais tem sido apontado como uma alternativa na luta contra as mudanças climáticas. Molion afirma que a Floresta Amazônica é um seqüestrador ativo de carbono, absorvendo duas toneladas de CO2 por hectare ao ano. "Mas quando você olha o Protocolo de Kyoto, as florestas nativas não são levadas em consideração, apenas as plantadas - exatamente para não permitir que países como o Brasil possam se utilizar disso". Ele lembra que a maior parte das madeireiras que atuam na Amazônia é de fora do país e ressalta que esses empresários adotam um discurso contraditório. "Que hipocrisia é essa de dizer: você desmata, mas a madeira nós queremos aqui? É preciso acabar com essa hipocrisia."

 

Saída

 

Lohmann considera que a única maneira de reverter a situação é promover uma regulação dura, que taxe e controle a indústria poluente, ao lado de reformas estruturais e investimentos fortes na redução do consumo de energia. "Os governos dos países industrializados precisarão transferir subsídios dos combustíveis fósseis para energia renovável; precisarão empreender investimentos públicos grandiosos em eficiência energética e transportes, para fornecer aos seus cidadãos mais opções sobre como utilizar energia; precisarão aplicar a regulação convencional e taxações de maneira mais radical".

 

O tempo para se lidar com os problemas ambientais é uma questão que preocupa Molion. "Em 2045, teremos 9 bilhões de pessoas no planeta, que é finito e conta com recursos naturais finitos. A humanidade precisa viver mais alguns milhares de anos para que a tecnologia possa se desenvolver e nós possamos arranjar outras formas de gerar energia como, por exemplo, a fusão nuclear, ou desenvolver novos tipos de alimentos, ou até mesmo começar a explorar outros planetas", avalia. "Tudo o que se puder fazer para economizar e utilizar melhor os recursos naturais existentes será muito bem-vindo. É importante olhar para o futuro e dar um tempo para a humanidade conseguir se desenvolver tecnologicamente. Mas nós realmente precisamos de tempo para isso", conclui.

 

Fonte: Envolverde/CarbonoBrasil.

 
Fórum Social das Américas se inicia na Guatemala PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
07-Out-2008

 

Pautado na consolidação de milhares de entidades e organizações sociais, começa neste dia 07/10, na Cidade da Guatemala, o III Fórum Social das Américas. Sob o lema de "Outra América é Possível", o encontro é ponto fundamental de convergência para o processo de mudança pelo qual passa todo o continente contra o neoliberalismo.

 

A abertura acontecerá das 16h às 20h, na Universidade San Carlos da Guatemala, na Praça dos Mártires (Usac). A solenidade de abertura prestará homenagem a Alfonso Bauer País, ícone revolucionário e comunista guatemalteco. As delegações serão recebidas com a Canção do Fórum Social das Américas, na versão da Guatemala. Também haverá apresentação do grupo equatoriano Pueblo Nuevo, Marimba Feminina de Concerto e Grupo Yankunú de Livingston.

 

A estimativa da organização do evento é que mais de que 10 mil pessoas de todo o continente americano participem desta edição do Fórum, que seguirá até o dia 12 de outubro. Mais de 350 atividades estão previstas dentro da programação.

 

O III Fórum tem como eixos temáticos: ‘Alcances e desafios da mudança no hemisfério: pós-neoliberalismo, socialismos, mudanças civilizatórias’; ‘Povos em resistência frente ao neoliberalismo e a dominação imperial’; ‘Defesa das condições de vida frente ao capitalismo depredador’; ‘Diversidades e a igualdade: metas para sua concretização’; ‘Disputa ideológica: comunicação, culturas, conhecimentos, educação’; ‘Povos e nacionalidades indígenas originárias e afro-descendentes: o "viver bem" e suas chaves para o futuro’.

 

O Fórum Social das Américas (FSA) faz parte do processo do Fórum Social Mundial (FSM), inaugurado em 2001 e que passou a se constituir no mais amplo espaço para a articulação de iniciativas sociais, desenvolvimento do pensamento crítico e construção de alternativas à ordem neoliberal, sob o comum convencimento de que "Outro mundo é possível".

 

Cobertura Pulsar

 

A Agência Informativa Pulsar e Aler realizarão a cobertura especial do Fórum. Os programas poderão ser acessados diretamente no sítio da agência. (http://www.agenciapulsar.org/)

 

Mais informações no sítio do evento: http://www.forosocialamericas.org/

 

Fonte: Adital.

 
A votação da esquerda PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
07-Out-2008

A lição a tirar deste episódio eleitoral parece clara: a reconstrução da proposta socialista não passa pela oferta de bons gestores ao Estado burguês. A prioridade institucional deverá ser a ocupação de cadeiras no Legislativo, a fim de conseguir uma tribuna para denunciar as mazelas do regime e emprestar voz aos setores populares. Mas é preciso assinalar: essa voz só será ouvida pela massa se a esquerda priorizar uma ligação permanente com suas lutas.

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Edição 622 - 29/09/2008 a 05/10/2008 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
07-Out-2008

Resumo da edição 622 - 29/09/2008 a 05/10/2008

 

 

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