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ISSN 1983-697X
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Fracasso olímpico desnuda falso crescimento esportivo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Gabriel Brito   
25-Ago-2008

olimpiadas.jpgMais uma edição dos Jogos Olímpicos foi encerrada e não pela primeira vez o país passará uns bons dias como autêntico muro das lamentações esportivas.

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A hora de saber quem somos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
25-Ago-2008

Decorre a necessidade de articular urgentemente um movimento de opinião pública semelhante ao que assegurou a existência da Petrobrás nos anos 50 para reivindicar, antes mesmo do posicionamento sobre as modalidades de exploração, a informação cabal sobre a matéria. É inadmissível que assunto de tamanha gravidade seja levado ao público por meio de declarações de ministros de Estado que não querem ser identificados.

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Madeireiros armados voltam a atacar índios Guajajara no Maranhão PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
25-Ago-2008

 

Na madrugada de ontem, 24 de agosto, um grupo de madeireiros armados invadiu novamente a terra Araribóia, do povo Guajajara-Tentehara, atirando contra casas de duas aldeias (Catitu e Buracão). Felizmente, nenhuma pessoa ficou ferida, pois elas já haviam percebido a presença dos invasores e se esconderam no mato. O ataque aconteceu algumas horas após o fim da 1ª Assembléia do Povo Guajajara, que ocorreu numa aldeia da mesma terra indígena, próxima do município de Amarante, no Maranhão.

 

Segundo informação dos Guajajara, o grupo veio para buscar o motor de um caminhão madeireiro que estava abandonado próximo às aldeias. Eles teriam ouvido barulhos na estrada e, quando chegaram ao local, viram um caminhão Mercedes Bens, cor azul, cheio de homens armados. Quando os pistoleiros notaram a presença dos Guajajara, começaram a atirar. Os indígenas fugiram para a mata.

 

Em seguida, logo após resgatar o motor do caminhão, os invasores voltaram em direção ao município de Amarante. Ao passar pelas aldeias Catitu e Buracão, atiraram incessantemente contra as casas. Desde ontem, as duas aldeias estão abandonadas e o clima é de terror na região.

 

O caminhão abandonado é o mesmo que provocou a invasão da aldeia Lagoa Comprida, em outubro do ano passado, quando os madeireiros mataram o Sr. Tomé Guajajara, de 60 anos. Desde aquela época, os indígenas cobram da Fundação Nacional do Índio (Funai) a retirada do caminhão do local. Alertavam que a permanência do caminhão dentro da terra indígena poderia trazer novos conflitos. Apesar dos alertas, a Funai não retirou o veículo da área.

 

Na manhã de hoje, 25 de agosto, Pedro Henrique, Procurador da República no município de Imperatriz (MA), solicitou o envio de policiais para proteger a terra Araribóia. João Francisco, Secretário Estadual da Igualdade Racial, que esteve na terra durante a Assembléia, se comprometeu a executar as ações necessárias.

 

Alguns participantes da Assembléia acreditam que o ataque foi uma retaliação ao encontro, que mostrou a decisão dos Guajajara de lutar para acabar com a violência e perseguição que têm sofrido nos últimos anos.

 

Demarcação em ilhas

Os Guajajara são a quinta maior população indígena do Brasil, com 27 mil integrantes. Destes, 20 mil vivem no Maranhão. Em 1984, parte de suas terras foi homologada. Esta homologação, no entanto, ignorou aldeias localizadas em 62 mil hectares não titulados pelo governo. A exclusão dessa área foi resultado de pressões da elite local e abriu espaço para a ação de invasores que atuam no corte ilegal de madeira, em carvoarias e no plantio irregular de soja, eucalipto e arroz.

 

A equipe do CIMI-MA acredita que os interesses desses invasores estão por trás dos atentados recentes. Este ano, a Justiça Global enviou um informe à Organização das Nações Unidas (ONU) denunciando a situação e solicitando apuração dos crimes cometidos contra os Guajajara. Segundo levantamento do Cimi, 10 indígenas foram assassinados neste estado em 2008.

 

Publicado originalmente no site do Cimi (Conselho Indigenista Missionário).

 

Mais informações: (98) 3221-4442

 
Centros Integrados de Fiscalização da Amazônia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rogério Grassetto Teixeira da Cunha   
25-Ago-2008

floresta_amazonica.jpgA proposta é a criação de centros logísticos de fiscalização. Cada um seria responsável por uma área e poderiam localizar-se nas grandes ou médias cidades da Amazônia. Rogério Grassetto Teixeira da Cunha.

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O Dote e a militarização da Amazônia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Raymundo Araujo Filho   
25-Ago-2008

floresta_amazonica2.jpgO falso discurso nacionalista apenas serve de fachada para a militarização da vida brasileira, CONTRA as reivindicações populares. E que têm como 1º alvo a Amazônia. Raymundo Araujo Filho.

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Barbariecracia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Frei Betto   
25-Ago-2008

tanquedeguerra.jpgEsta é a mais perversa forma de privatização: a que cede aos traficantes e às milícias clandestinas o direito de agir como um Estado dentro do Estado.

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Edição 616 - 18/08/2008 a 24/08/2008 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
25-Ago-2008

Resumo da edição 616 - 18/08/2008 a 24/08/2008

 

 

 

 

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