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Conversas infantis PDF Imprimir E-mail
Escrito por Gabriel Perissé   
07-Mai-2008

televisao_baba.jpgA babá eletrônica, a e-babá, não poupa os nossos filhos. O garoto vê a foto da menina assassinada. Conversa com ela: "Não se preocupe, eu vou cuidar de você".

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Travestis, travestido, mídia e cidade: algumas reflexões PDF Imprimir E-mail
Escrito por Paulo Henrique Lima de Oliveira   
07-Mai-2008

bem_versus_mal.jpgRonaldo travestiu-se de gente comum, que às vezes infringe leis e afronta a sociedade carregada de moralismos e hipocrisias. Viu tudo como erro e, ao que parece, acertou em alguns pontos. Paulo Henrique Lima de Oliveira.

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Esquerda sindical e partidos reúnem 3 mil pessoas em São Paulo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
07-Mai-2008

 

Discursos contra o governo e críticas aos sorteios e shows das centrais sindicais marcaram ato na Praça da Sé

 

Renato Godoy de Toledo

Da redação do jornal Brasil de Fato

 

Cerca de 3 mil pessoas compareceram à Praça da Sé, no centro de São Paulo, para reafirmar o 1º de maio como um dia internacional de luta da classe trabalhadora. Conlutas, Intersindical, MTST, além de partidos como o Psol, PSTU e PCB, iniciaram o ato político às 10 horas, após a celebração de um culto ecumênico organizado pela Pastoral Operária, na Catedral da Sé.

 

As falas no ato foram marcadas por críticas ao governo federal e clamaram pelo estancamento de prováveis reformas, como a da Previdência. Outro tema recorrente no ato foi a crítica às celebrações da CUT e Força Sindical, que ocorriam simultaneamente nas zonas sul e norte da capital. Os pontos mais criticados foram a despolitização dos atos, os megashows e os sorteios. A CUT não realizou sorteios.

 

Após a concentração, os manifestantes caminharam até a Praça do Patriarca, em frente à prefeitura. Lá, ataques à política de "higienização do centro" promovida pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) também fizeram parte das críticas vindas do carro de som.
A apresentação do ato ficou por conta de Édson Carneiro, o Índio, da Intersindical. Em uma de suas intervenções, Índio afirmou que o 1º de maio "não pode ser financiado por bancos, como está acontecendo hoje".

Única presença parlamentar no ato, o deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) ressaltou a importância do ato da Praça da Sé, como contraponto aos atos das centrais. "Aqui não tem distribuição de prêmios, nem showzinho de artista famoso. Todos os que estão aqui são de luta", afirmou. Ivan mencionou a importância da redução da jornada de trabalho, sem redução de salários, tema que foi eleito como principal pauta das centrais sindicais para 2008.

 

Sobre as mudanças necessárias para os trabalhadores, o parlamentar afirmou que o título de grau de investimento, concedido ontem ao Brasil, pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s, em nada irá alterar a vida dos trabalhadores. "Só vai haver mudança quando suspendermos o pagamento da dívida pública", defendeu Ivan, que propôs no parlamento uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a dívida pública. A CPI já foi protocolada, mas está atrás na "fila" da agenda da Câmara Federal. O deputado ainda criticou a reforma tributária do governo, que taxa "a renda do trabalhador e o consumo", mas não incide sobre "a propriedade e as grandes fortunas".

 

Histórico

 

O aniversário de 40 anos do histórico maio de 1968 foi lembrado por muitos. Ivan Valente resgatou um evento promovido pela ditadura militar na mesma praça da Sé. "Naquele dia, os estudantes colocaram o governador Abreu Sodré para correr e puseram fogo no palanque da ditadura", lembrou. Homenagens aos estudantes Édson Luís e Alexandre Vanucchi Leme, mortos pela ditadura, fizeram parte do discurso de estudantes.

 

O resgate da tradição internacionalista do 1ºde maio também foi abordado por diversos oradores. A todo momento chegavam ao carro de som informes sobre mobilizações em outros países, como a dos portuários da costa leste dos EUA que realizaram uma paralisação hoje – nos EUA o Dia do Trabalhador não é feriado.

 

José Maria de Almeida, presidente nacional do PSTU e coordenador da Conlutas, informou aos manifestantes que no Haiti as manifestações do 1° de maio foram proibidas pelas tropas da ONU comandadas pelo exército brasileiro. José Maria pediu uma vaia às tropas e ao governo federal e aplausos para o povo haitiano. Foi atendido.
Representantes da Conlutas e da Intersindical destacaram a importância da unidade de ambas nas lutas contra o governo federal e na disputa de sindicatos "governistas". Ambas as organizações discutem uma possível fusão numa nova central sindical.

 
Empresas européias são julgadas por atuação no Brasil PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
07-Mai-2008

 

Um tribunal internacional julga a atuação abusiva de empresas transnacionais européias na América Latina, principalmente a violação de direitos humanos, sociais, ambientais e trabalhistas, abordando o regime onde prevalece o poder das corporações sobre os direitos dos povos.

 

Na quinta-feira (08/05), serão apresentadas em uma audiência pública as violações das empresas no Brasil como CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), Syngenta, Shell, construtora Suez, a indústria farmacêutica Roche e Boheringer e Unilever. A atividade acontece no Sindipetro, no centro do Rio de Janeiro, na Avenida Passos, 34, Centro, Rio de Janeiro/RJ, das 11h às 13 horas.

 

Serão apresentados testemunhos sobre casos de violação de direitos humanos cometidos por empresas transnacionais européias no Brasil, sob organização do Instituto Rosa Luxemburg Stiftung, juntamente com o PACS (Políticas Alternativas para o Cone Sul), que organizam o evento chamado de "Rumo ao Tribunal dos Povos".

 

Trabalhadores rurais do MST dão depoimentos sobre a atuação da empresa de experimentos ilegais de transgênicos Syngenta Seeds. Em Santa Tereza do Oeste, no Paraná, após a reocupação do campo de experimentos da empresa por 150 trabalhadores da Via Campesina, em outubro, cerca de 40 homens de uma milícia armada, identificada como "seguranças da empresa NF", contratada pela corporação suíça, atacou o acampamento e executou à queima roupa Valmir Mota de Oliveira, conhecido como Keno. Mais seis trabalhadores ficaram feridos.

 

Diversas integrantes de entidades brasileiras também apresentarão denúncias contra empresas no chamado Tribunal dos Povos, que será realizado em Lima, no Peru, entre 13 a 16 de maio, no marco de "Enlaçando Alternativas 3", um encontro de organizações e movimentos sociais paralelo à Cúpula de Presidentes União Européia-América Latina e Caribe

 

Histórico

 

Uma série de organizações sociais da Europa e da América Latina pretende demonstrar que a União Européia vem sendo um importante motor da globalização neoliberal, com acordos de associação e investimento que estabelecem condições para que suas grandes empresas atuem de forma a desrespeitar os direitos dos nossos povos.

 

Após os tribunais de Russells, nos anos de 1970, o Tribunal Permanente dos Povos (TPP) ficou estabelecido na Carta de Direitos dos Povos em 1976, na Argélia. Ele foi formalmente inaugurado como um tribunal de opinião, com sede na Fundação Basso, em Bologna, na Itália, por juristas eminentes e comprometidos, ativistas de direitos humanos e vencedores de prêmios Nobel da Paz, entre outros.

 

Abaixo, os casos que serão apresentados durante a audiência:

 

Syngenta

 

A empresa suíça possui campos experimentais em diversas regiões do Brasil, em desacordo com a legislação de biossegurança e as normas ambientais, sendo que nenhumas das variedades produzidas pela Syngenta foi autorizada comercialmente. A empresa também é uma das transnacionais de biotecnologia que têm desenvolvido tecnologias genéticas de restrição de uso (terminator) e, ilegalmente, patenteou uma destas tecnologias no Brasil. Testemunhas: MST, Terra de Direitos.

CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico)

 

Empresa alemã Thyssen-Krupp, envolvida na construção do grande complexo siderúrgico e portuário na Baia de Sepetiba, no Rio de Janeiro, com impactos diretos de poluição na Baía e denúncia de violência contra a comunidade de pescadores. Testemunhas: Pescadores da Baía de Sepetiba e Fórum de Meio Ambiente do Trabalhador.

 

Shell

 

Denunciada pelo impacto ambiental e sobre a saúde pública e ocupacional , atingindo toda a população de aproximadamente 45 mil habitantes no entorno do pool da empresa em São Paulo. Testemunhas: Representantes do Coletivo Alternativa Verde (CAVE) e do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo no Estado de São Paulo (SIPETROL).

 

Suez

 

Impactos sócio-ambientais decorrentes da construção de usinas hidroelétricas no Brasil, em especial as Usinas de Estreito em Tocantins(em construção) e a de Cana Brava em Goías (já construída). Denunciada por provocar dívida ecológica e social em regiões complexas e vulnerabilizadas do ponto de vista ambiental(Cerrado/Amazônia), com sofisticada sociodiversidade também ameaçada pelo avanço da fronteira econômica e da apropriação monopolista dos recursos naturais. Testemunhas: Movimento de Atingidos por Barragens (MAB).

 

Roche e Boheringer

 

Indústria farmacêutica denunciada por abuso em testes de medicamento, desrespeito à legislação nacional de quebra de direito de patentes. Denunciantes: Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS e Rebrip.

 

Unilever

 

Empresa de capital holandes e inglês, fabricante de diversas marcas e produtos de limpeza e alimentação. Denúncia de violação de direitos trabalhistas e sindicais no Brasil, Chile e Colômbia. Denunciantes: Organização Regional Interamericana de Trabalhadores, ORIT.

 

Serviço:

Audiência pública "Rumo ao Tribunal dos Povos"

Testemunhos sobre casos de violação de direitos humanos cometidos por empresas transnacionais européias no Brasil.

8 de maio, 11 horas.

SINDIPETRO/RJ: Avenida Passos, 34, Centro, Rio de Janeiro/RJ

 

Informações para a imprensa:

Ana Garcia (21) 8111-9921

Sandra Quintela (21) 9292-6472 / (21) 2210-2124

 

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Igor Felippe Santos

Assessoria de Imprensa do MST

Secretaria Nacional - SP

Tel/fax: (11) 3361-3866

Correio: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Página: http://www.mst.org.br/

 
Invasores de aldeia indígena assassinam criança de cinco anos no Maranhão PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
07-Mai-2008

 

Na noite de ontem, 5 de maio, por volta das 21 horas, dois homens armados invadiram a aldeia Anajá, do povo Guajajara, na terra indígena Araribóia, próxima ao município de Arame, no centro-oeste do Maranhão. Segundo os indígenas, os criminosos chegaram em uma moto e sem falar começaram a atirar. No meio da correria, a menina M.S., de cinco anos de idade, levou um tiro na cabeça e morreu na hora.

 

Os Guajajara também informaram que os assassinos seriam os mesmos que, no início de 2007, assassinaram Timóteo Guajajara. Desde então, eles ameaçam os indígenas, provocando um clima de terror na região. Com medo das ameaças, muitas famílias indígenas se mudaram para o interior da terra indígena. Dizem que não é mais possível viver com tranqüilidade, pois nunca sabem de onde e nem quando virá o próximo ataque.

 

A região de Arame concentra a maioria dos casos de violência contra os povos indígenas no Maranhão. Em 2007, cinco indígenas foram assassinados nesta área. Em 2008 já ocorreu pelo menos um assassinato na região. Em fevereiro deste ano, dois indígenas foram agredidos a pauladas quando saíam de uma seresta na cidade de Arame. Um deles morreu e outro ficou gravemente ferido.

 

A invasão de aldeias indígenas tem se tornado comum no Maranhão. Em 2007, duas aldeias da terra indígena Araribóia sofreram ataques deste tipo. No dia 16 de abril, a aldeia Cururu foi invadida por comerciantes e moradores da área urbana de Arame. Eles queimaram casas, destruíram parte da aldeia e ao sair deixaram dois indígenas feridos a tiros. Em 15 de outubro do mesmo ano, 20 homens fortemente armados invadiram a aldeia Lagoa Comprida, no município de Amarante do Maranhão, e mataram a tiros Tomé Guajajara, de 69 anos.

 

Os indígenas da região dizem não suportar mais essa situação e exigem providência das autoridades em relação a esses crimes. Porém o clima entre eles é de descrédito em relação à punição dos responsáveis. Para se ter uma idéia, até o final da manhã de hoje os indígenas ainda não haviam registrado boletim de ocorrência com medo de represálias. Eles exigem a presença da Fundação Nacional do Índio e da Polícia Federal na área.

Publicado no site da CPT – Comissão Pastoral da Terra.

 
Mídia manipula e sonega informações sobre recentes acontecimentos de Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Valéria Nader   
07-Mai-2008
raul_castro.jpgA renúncia de Fidel Castro e o repasse de suas funções para Raúl Castro, já havia batido em cheio no velho apetite da grande mídia em tecer as suas especulações sobre os rumos de Cuba. Valéria Nader.
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TVs mentem sobre “reformas” em Cuba PDF Imprimir E-mail
Escrito por Altamiro Borges   
07-Mai-2008

televisao_blabla.jpgQuando da desintegração do bloco soviético, a mídia também apostou na débâcle do regime cubano. Mas, sem entender as conquistas sociais da revolução, se deu mal. Altamiro Borges.

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O que a mídia não conta. Mudanças em Cuba? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Salim Lamrani   
07-Mai-2008

ilus_monstro_cabecas_kipper.jpgOs cubanos não voltarão para uma economia de mercado, senão que vão continuar se esforçando na construção de um socialismo moderno, mais justo e mais racional. Salim Lamrani.

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Resenha

Kaputt, de Curzio Malaparte
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Observações sobre as
atrocidades cometidas
pelos exércitos alemão
e russo na 2ª Guerra Mundial.
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