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ISSN 1983-697X
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Poderosos interesses não permitem efetivo estudo da Amazônia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Gabriel Brito e Valéria Nader   
13-Ago-2008

floresta_amazonica2.jpg Com o planeta cada vez mais mergulhado na crise ambiental, não é difícil imaginar que os olhos do mundo se voltem para o território brasileiro e seu ecossistema. Gabriel Brito e Valéria Nader.

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Do Fome Zero aos agrocombustíveis PDF Imprimir E-mail
Escrito por Roberto Malvezzi   
13-Ago-2008

prato_vazio.jpgUm governo que fez do combate à fome sua grife pode terminar seus dias colaborando com o aumento da fome sistêmica em todo o planeta. Roberto Malvezzi.

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A Revolução Cubana hoje PDF Imprimir E-mail
Escrito por Grupo São Paulo   
13-Ago-2008

bandeira_cuba.jpgA resistência ao imperialismo segue encontrando lições em Cuba, que há quase 50 anos constrói uma alternativa ao capitalismo liberal, fundando no socialismo os alicerces de uma nação soberana. Grupo São Paulo.

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Vida nova na Receita Federal PDF Imprimir E-mail
Escrito por Osiris Lopes Filho   
13-Ago-2008

ft_linamariavieira.jpgLina Maria Vieira não é noviça na administração tributária. Tem a experiência necessária para enfrentar os embates da nova função e está temperada as pressões que as suas novas funções exigem.

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Plataforma Dhesca Brasil lança relatórios sobre violações aos direitos humanos no país PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
13-Ago-2008

 

A Plataforma Dhesca Brasil, rede com mais de 30 organizações de direitos humanos, com o apoio da Procuradoria Federal da União e do Programa de Voluntários das Nações Unidas, lança nesta quarta-feira (13/8) seis relatórios sobre casos emblemáticos de violações aos direitos humanos em território brasileiro.

 

Entre os temas tratados, estão a ação de milícia armada contra uma ocupação ocorrida no centro ilegal de transgênicos da empresa Syngenta (PR) - que resultou na morte de Valmir Mota Oliveira, do MST -, o processo de implantação das usinas Santo Antônio e Jirau no Rio Madeira (RO) e a morte de treze trabalhadores por super-exploração do trabalho em canaviais (SP). Cada tema foi estudado e analisado pelos relatores, que finalizaram seus documentos entre 2007 e 2008.

 

Os relatórios foram produzidos a partir do projeto Relatorias Nacionais em Dhesca (Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais), uma iniciativa da Plataforma inspirada nas relatorias da ONU e que atua no Brasil desde 2002. A partir da escolha dos casos envolvendo direitos humanos, os relatores realizam missões, em que buscam informações, reúnem-se com atores envolvidos no caso e elaboram as recomendações aos poderes públicos.

 

O lançamento dos relatórios será realizado com o apoio da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, às 14h, no Plenário 9, Anexo 02. Após o ato, a imprensa receberá cópias dos relatórios e poderá entrevistar os relatores de cada caso.

 

Trechos do Relatório:

 

Missão Syngenta Seeds – Relatorias Meio Ambiente e Alimentação e Terra Rural:

"A pior situação é na região oeste, onde conflitos arrastam-se desde a década 70, com a construção de Itaipu e inundação de milhares de hectares de terras, expansão do latifúndio monocultor e cultivo da soja e milho transgênicos. Nessa região, que assistiu a organização de muitos movimentos de trabalhadores rurais, vê-se também a organização da Sociedade Rural do Oeste e do Movimento dos Produtores Rurais (MPR), que, contando com o apoio de multinacionais associadas ao agronegócio, há tempos constituíram um fundo para contratação de empresas de segurança, muitas em situação clandestina, funcionando como verdadeiras milícias paramilitares para promoção de despejos, práticas intimidatórias e violência contra trabalhadores rurais."

 

Sobre as Relatorias Nacionais em Direitos Humanos da Plataforma Dhesca Brasil

 

Em 2002, foram nomeados os primeiros titulares de seis relatorias nacionais, definidas de acordo com a área em que atuam: Direito Humano à Alimentação, Água e Terra Rural; Direito Humano ao Meio Ambiente; Direito Humano à Saúde, Direito Humano à Educação e Direito Humano ao Trabalho.

 

Ao longo do ‘Projeto Relatores Nacionais’ foram realizadas visitas a 18 estados brasileiros e 76 municípios que serviram para acumular importantes informações sobre a situação dos direitos humanos no país. Os relatórios elaborados nas seis áreas temáticas, baseados nas respectivas missões empreendidas, compõem um quadro fiel e realista das violações dos direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais em todo o território nacional.

 

O desafio desses especialistas tem sido o de investigar e monitorar a situação dos direitos humanos no país de forma exemplar, o que implica em conhecer profundamente os problemas relacionados ao seu mandato, articular parcerias em busca de cooperação e apresentar soluções viáveis para o enfrentamento das violações de direitos humanos por meio de políticas públicas e de criação de novas leis que visem tornar mais favoráveis as condições de vida da população brasileira.

 

As Relatorias Nacionais têm por objetivo contribuir para que o Brasil adote um padrão de respeito aos direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais com base na Constituição Federal de 1988, no Programa Nacional de Direitos Humanos e nos tratados internacionais de proteção dos direitos humanos ratificados pelo país.

 

Publicado originalmente no site do MST.

 
Movimentos sociais do Peru se juntam pela Amazônia e contra o TLC PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
13-Ago-2008

 

Organizações nacionais indígenas, camponesas e de produtores agrários, junto a associações trabalhistas, anunciaram no último dia 11 a formação de um novo movimento social que articulará e conduzirá a agenda reivindicativa nacional.

 

Expressaram também o respaldo e solidariedade com a Mobilização Indefinida, iniciada no sábado (09), Dia Internacional dos Povos Indígenas.

 

Em coletiva de imprensa, anunciaram uma plataforma de luta que, neste momento, tem como principal ponto a derrogatória dos 102 decretos legislativos emitidos pelo governo para implementar o TLC (Tratado de Livre Comércio) com os Estados Unidos.

 

Miguel Palacín Quispe, coordenador geral da Coordenadoria Andina de Organizações Indígenas (CAOI), disse que a consolidação da articulação dos movimentos sociais dá continuidade aos acordos da Cúpula dos Povos, reunida na Universidade Nacional de Engenharia, em maio passado, que deu um mandato de unidade para enfrentar as políticas econômicas neoliberais e a criminalização do protesto por parte do governo aprista presidido por Alan García Pérez.

 

Os dirigentes das organizações participantes se declararam em mobilização permanente até conseguir a derrogatória dos inconstitucionais decretos legislativos que atentam contra os direitos territoriais das comunidades andinas e amazônicas, que estão se projetando para facilitar o saque dos bens naturais por parte das transnacionais e orientados a fazer desaparecerem as comunidades.

 

Ao expressarem sua solidariedade com a luta da Amazônia, advertiram que se atingem os povos amazônicos estarão atingindo a todos os peruanos. Logo em seguida, Alberto Pisango, presidente da Associação Inter-étnica de Desenvolvimento da Selva Peruana (Aidesep), informou que o governo ordenou o deslocamento de efetivos militares nas áreas do Amazonas, Marañón e Ucayali. "Nossa mobilização é pacífica. Se existe violência, ela será produzida pelas provocações do governo e o governo será responsável pelas conseqüências", advertiu o dirigente amazônico.

 

Informou, além disso, que 600 indígenas de nove povos tomaram a estação 5 da Petroperú, em Loreto, enquanto outros três mil indígenas, dos povos Aguajún e Wambisa, ocuparam a hidrelétrica no distrito de Aramango (Bagua, Amazonas), e às 10hs da segunda-feira os Machigüenga ocuparam os poços A e B e o heliporto da Camisea, no rio Urubamba.

 

Participaram da Assembléia e da coletiva de imprensa, dirigentes regionais e nacionais da CAOI, a Confederação Nacional de Comunidades Afetadas pela Mineração (Conacami), a Confederação Camponesa do Peru (CCP), a Confederação Nacional Agrária (CNA), a Central Única Nacional de Rodadas Camponesas (Cunarc), a Associação Nacional de Professores de Educação Intercultural Bilíngüe (Anamebi), a Associação Nacional de Empresas Camponesas do Peru, a Confederação Nacional de Trabalhadores Portuários e a Associação de Vendedores Ambulantes e de Mercados.

 

Publicado originalmente em Adital

 

Fonte: Coordenação Geral da CAOI.

 
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