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ISSN 1983-697X
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São Paulo: não sou conduzido PDF Imprimir E-mail
Escrito por Willian Luiz da Conceição   
01-Set-2008

transitosp_flick_felipekama.jpgOs paulistanos deverão debater o transporte coletivo, o trânsito tarifado ou o pedágio urbano, pois é essencial inverter a lógica do transporte individual sobre o coletivo.

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Serra Leoa e a Mama África PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andréa Paes Alberico   
01-Set-2008

serra_leoa.jpgUm dos desafios que se colocam aos povos africanos é conciliar a atual organização em estados nacionais à sua organização sócio-cultural ancestral.

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Divulgado relatório sobre violência a jornalistas PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
01-Set-2008

 

A Comissão Investigadora de Atentados a Jornalistas (Ciap - sigla em espanhol), filiada à Federação Latino-americana de Jornalistas (Felap - sigla em espanhol) divulgou informe hoje (01/09) registrando a morte de 21 jornalistas latino-americanos entre janeiro e agosto deste ano. O último caso ocorreu no dia 7 de agosto, quando o dominicano Normando Garcia, câmera do programa "Por trás das Notícias", foi atingido por dez tiros.

 

O relatório traz detalhes dos casos de assassinatos e de tortura ocorridos nos países da região. Em junho passado, foram assassinados o equatoriano Raúl Rodríguez, da (Rádio Sucre), o mexicano Candelario Pérez e os venezuelanos Pierre Fould Gerges (subdiretor da "Reportagem da Economia") e Javier Garcia (da Rádio Caracas Televisão - RCTV).

 

Em Guantánamo, após ser libertado em junho, o jornalista Sami Mohieldiin El Aj, da cadeia informativa Al Jazira, contou as bárbaras torturas que sofreu. Preso durante sete anos, Sami denunciou que sofreu tortura desde o primeiro dia. Maus tratos, impedimentos do sono, mudança de cela a cada duas horas, prisões em células geladas, iluminação constante e violações sexuais foram alguns dos tipos de violência sofrida por ele na prisão de Guatánamo.

 

No informe, a Ciap também relata que em julho a sede de Comunicação e Informação da Mulher do México foi assaltada e nesse mesmo mês a Comissão Mexicana de Direitos Humanos registrou um aumento das denúncias por violações a esses direitos dos jornalistas. A Associação de Jornalistas da Guatemala denunciou que a moradia do jornalista Edin R. Maaz foi atingida por balas em julho, enquanto que os repórteres Oscar Perdomo e Danilo López receberam ameaças de morte.

 

Outro caso de tortura relatado pela Ciap ocorreu com três jornalistas do jornal O Dia, do Rio de Janeiro. Os jornalistas foram seqüestrados e torturados por um grupo de paramilitares. No Chile, a documentarista Elena Varela foi detida em junho enquanto fazia um filme sobre o movimento Mapuche, acusada de cometer "atos terroristas". O Colégio de Jornalistas do Chile, a Associação de Documentaristas e outras entidades se solidarizaram com Varela, que obteve liberdade sob pagamento de fiança em agosto.

 

Publicado originalmente em Adital.

 
Guarani Kaiowá decidem "lutar pela terra até o final" PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
01-Set-2008

 

A Comissão de Direitos Guarani Kaiowa, de Mato Grosso do Sul, realizou uma reunião, no dia 29 de agosto em Dourados, para analisar a situação dos povos indígenas na região perante a ofensiva dos representantes do agronegócio através de ameaças, mentiras, pressão política, econômica e jurídica contra os estudos antropológicos que visam definir os limites dos tekoha (terras tradicionais) a serem demarcados.

 

Os indígenas reafirmaram, mais uma vez, sua vontade de lutar pacificamente pelos seus direitos de recuperação das terras que foram tiradas deles de forma violenta pelos senhores do capital e do latifúndio e que hoje estão fortemente aliados e enfileirados numa nova estratégia de acumulação de lucro e riqueza que é o agronegócio. Reafirmaram a determinação de "lutar até o final pela terra", mas pacificamente, sem responder às agressões dos que hoje se escudam nas mentiras para evitar as demarcações de terra.

 

Na reunião foram definidas as estratégias e considerados o apoio recebido de representantes de vários setores da sociedade douradense. Entre eles, o Ministério Público Federal, Comitê Regional de Defesa Popular, Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Conselho Indigenista Missionário, Funai e Sindicato de Trabalhadores da Educação. A Comissão de Direitos Guarani Kaiowa iniciou uma maior articulação com os movimentos sociais com o interesse de fazer a sociedade conhecer melhor seus legítimos direitos, hoje contemplados na Constituição Federal, nas leis internacionais e legitimados em fatos históricos recentes, inquestionáveis.

 

Unidade

Professores, capitães e lideranças religiosas resolveram trabalhar em função da necessidade de conseguir uma maior unidade entre os Guarani Kaiowa, para enfrentar com as palavras, argumentos e o diálogo as atitudes soberbas, prepotentes e violentas dos fazendeiros, donos de usinas e de suas organizações.

 

Manifestaram que sem unidade e luta as famílias indígenas e suas comunidades não poderão sobreviver e suas terras não vão dar nem para plantar um pé de milho no futuro. Também concordaram em fazer uma luta pacifica, porém ativa, sem lançar ofensas contra ninguém. Querem explicar a toda a sociedade que não foram os Kaiowa Guarani os responsáveis por todos os problemas que começaram com a invasão do território indígena, porém que estão dispostos a ajudar em sua compreensão e, fundamentalmente, resolução. Afirmaram também que não vão cair no jogo da guerra, da violência e da poeira da discórdia que os fazendeiros e os representantes do agronegócio colocaram no meio da população não indígena, com a intenção de incriminar o indígena como se fosse o principal inimigo da sociedade.

 

Fonte: Conselho Indigenista Missionário (CIMI).

 
Bolívia: a geografia se faz história pela política PDF Imprimir E-mail
Escrito por Carlos Walter Porto-Gonçalves   
01-Set-2008

bandeira_bolivia.jpgO povo boliviano nos deu uma aula de democracia e vontade de mudança; mais que Meia-Lua quer Lua Cheia, um país onde caibam todos na sua diferença com igualdade.

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O dilema das organizações do campo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
01-Set-2008

Os movimentos do campo relutam em aceitar que o governo Lula tenha mudado definitivamente de lado. Como são aliados históricos do presidente, preferem poupá-lo e assestar as baterias unicamente no agronegócio. Sem dúvida, esse é mesmo o grande inimigo, mas ele não teria força para paralisar a reforma agrária se esta não fosse a determinação do presidente.

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Edição 617 - 25/08/2008 a 31/08/2008 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
01-Set-2008

Resumo da edição 617 - 25/08/2008 a 31/08/2008

 

 

 

 

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