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ISSN 1983-697X
Exercício da paciência PDF Imprimir E-mail
Escrito por Frei Betto   
01-Jul-2008

homem_andando_corda.jpgSem fé não há tolerância; sem tolerância, impossível a paciência. E confie, Alguém o conduzirá pela mão, livrando-o de todos os riscos.

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Quem vai pagar o pato? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Osiris Lopes Filho   
01-Jul-2008

dinheirohomensapoiados.jpgÉ importante que o governo Lula esclareça como vai ser coberta a perda de arrecadação decorrente dessa redução de alíquota patronal para a previdência social.

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O complô civil-militar contra o MST PDF Imprimir E-mail
Escrito por Altamiro Borges   
01-Jul-2008

semterrabandeira.gifDiante desta escalada fascista, os movimentos sociais e as forças de esquerda estão chamados a se manifestar com urgência e contundência. Altamiro Borges.

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Direito à Moradia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Daniel Serra Azul Guimarães   
01-Jul-2008

casinha.jpgA previsão da moradia entre os direitos fundamentais complementa um complexo de normas constitucionais asseguradoras deste aspecto imprescindível da dignidade humana. Daniel Serra Azul Guimarães.

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Indígenas sofrem atentado e recebem ameaças no Maranhão PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
01-Jul-2008

 

Na madrugada de quinta para sexta-feira passada (27), dois indígenas do povo Guajajara - que vive próximo ao município de Arame, no Maranhão - tiveram suas casas baleadas. Os indígenas, que vivem entre a aldeia e o município de Grajaú, estavam no momento do atentado em Grajaú.

 

Os disparos aconteceram entre as 23h30min e 00h30min e os autores deixaram bilhetes com ameaças na porta dos indígenas que diziam: "Instinto de sobrevivência todo mundo tem, mas só alguns têm coragem de matar. Chegou a hora dessa turma morrer". Além da ameaça, os bilhetes continham uma lista com os nomes de seis outros indígenas Guajajara a serem executados.

 

Na mesma noite, horas antes dos disparos em Grajaú, por volta das 21h30min, também foram disparados tiros na aldeia Angico Torto, na terra indígena Araribóia, município de Arame. Nesta ocasião também foi deixada uma cópia do bilhete, contendo as mesmas ameaças mencionadas acima.

 

Os indígenas tentaram fazer um Boletim de Ocorrência na delegacia de Grajaú, mas a Polícia Civil no estado encontrava-se em greve e se negou a registrar a queixa.

 

As comunidades indígenas do Maranhão têm sofrido inúmeras ameaças e muitos indígenas têm sido vítimas de crimes. O preconceito contra os indígenas é muito forte na região. No dia 5 de maio, dois homens encapuzados invadiram a aldeia Anajá, na terra indígena Araribóia, próxima ao município de Arame, e mataram uma menina Guajajara de seis anos com um tiro na cabeça. Eles também deixaram o irmão da menina ferido.

 

Já no dia 23 de maio, um casal de indígenas também Guajajara que caminhava em direção à aldeia Bacurizinho pela rodovia MA-006 – próximo ao povoado de São Raimundo - foi atingido a tiros por dois homens que passavam de moto pelo local. Itamar Guajajara foi atingido com um tiro nas costas, que perfurou seu pulmão. Já Deolice foi atingida na coxa direita.

 

Não foi identificado nenhum motivo para as agressões. Após uma observação detalhada dos casos de violência, a equipe do Cimi na região identificou que todos possuem relação com a questão da terra e/ou com a exploração ilegal de madeira. As agressões têm ocorrido principalmente por motivos econômicos e não apenas por preconceito.

 

Publicado originalmente no site do CIMI (Conselho Indigenista Missionário)

Contato: (98) 3221.4442

 
Metalúrgicos de São Paulo iniciam campanha salarial 2008 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
01-Jul-2008

 

O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo reuniu, na sexta-feira (27), cerca de 400 delegados sindicais para discutir as propostas que devem constar da pauta de reivindicações e a mobilização da Campanha Salarial 2008. Os sindicalistas decidiram começar a campanha mais cedo, realizando reuniões mensais para ampliar a participação dos trabalhadores da base.

 

O presidente do Sindicato e da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), filiada à Força Sindical, Eleno Bezerra, adverte: "O governo deu uma justificativa para os patrões não darem aumento, porque eles não podem repassar para os preços para não aumentar a inflação. Não aceitamos isto". Ele convocou os trabalhadores a participarem da campanha.

 

BC culpa salário – Segundo o secretário-geral do Sindicato, Miguel Torres, a campanha está sendo antecipada, a fim de fortalecer a mobilização por aumento real. "O Banco Central está responsabilizando os salários pelo aumento da inflação, está elevando os juros e os empresários já estão dizendo que vai ser muito difícil dar aumento real", observa.

 

O encontro também contou com as presenças do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (Paulinho), da candidata à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy (PT), e do vice na chapa, deputado Aldo Rebelo (PCdoB).

 

Mais informações: www.metalurgicos.org.br

 
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