Editorial
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É preocupante a rápida multiplicação de "bolsões" de estados policiais terroristas incrustrados em partes do nosso território: nas grandes cidades; nas regiões de fronteira; e até na crescente desenvoltura com que os policiais militares estaduais abusam da sua autoridade na repressão a movimentos populares ou no combate a bandos criminosos.
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Escrito por Gabriel Brito e Valéria Nader
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| Em meio às investigações dos diversos escândalos envolvendo Daniel Dantas, abriu-se fogo cruzado entre setores do poder favoráveis e contrários aos métodos de investigação utilizados pela Polícia Federal. Para tratar do assunto, o Correio da Cidadania conversou com a socióloga Maria Orlanda Pinassi, professora da UNESP de Araraquara para quem o atual quadro pode ser considerado de crise institucional, dentro dos poderes e também entre eles. |
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Escrito por Gabriel Brito
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Escrito por Virgílio Arraes
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A futura administração democrata tem a oportunidade de definir uma nova equipe e formular uma estratégia de fato para opor-se ao terrorismo, especialmente da vertente fundamentalista. Mantida parte do gabinete na área de segurança, não há mais por que acreditar que o presidente Obama efetivaria rumo bastante diferente do da administração Bush.
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Política
| Keynes ou não Keynes, não é a questão! |
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| Raymundo Araujo Filho |
| 20.11.2008 |
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Na lógica capitalista só teremos migalhas para mal mitigar o sofrimento de parcelas ínfimas. A ralé continuará no andar de baixo, e com a ração ainda mais racionada.
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| Destruição da polícia fortalece crime organizado |
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| Dicionário da Cidadania |
| Airton Florentino de Barros |
| 18.11.2008 |
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Os agentes da segurança pública, como integrantes da estrutura do Estado, devem ser valorizados por dignos planos de carreira e remuneração, de modo a que possam exercer a função com satisfação.
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| Abutres sobrevoam restos mortais |
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| Waldemar Rossi |
| 18.11.2008 |
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Enquanto os chefetes dos governos se animam em salvar o capital corrupto, predador da natureza, gerador de miséria, os movimentos sociais competem entre si e parte deles se vende ao capital.
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| A crise e o papel da China |
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| Wladimir Pomar |
| 18.11.2008 |
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A construção de um forte mercado interno tornou-se questão central para o país preparar-se e enfrentar a quase certa crise, cujo foco deveria ser países desenvolvidos.
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| Meu nome é crise |
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| Frei Betto |
| 15.11.2008 |
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Todas as vezes que irrompo na história ou na vida das pessoas, trago um recado: é hora de começar de novo. Quem puder entender, entenda.
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| Os desafios de Obama |
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| Luiz Antonio Magalhães |
| 14.11.2008 |
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Se na economia Obama vai precisar agir com firmeza, no campo político há muito para ser feito, até porque o legado de Bush filho nesta seara também não é dos melhores.
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| Obama nas alturas |
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| Léo Lince |
| 14.11.2008 |
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Nós brasileiros temos a experiência prática recente de um governo eleito para mudar e que traiu as promessas de campanha. Não vale, portanto, embarcar sem cautelas na onda.
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Internacional
| “Yes, nós temos Obama!” |
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| Julio Cesar de Castro |
| 12.11.2008 |
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Obama é uma espetacular estratégia, carisma de líder paz-e-amor à brasileira, preparado para "mexer" com a emotividade das massas e restabelecer a fidúcia da classe média.
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| Entendendo o Irã |
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| Luiz Eça |
| 10.10.2008 |
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A Casa Branca tem um plano para derrubar Ahmenadabad: agravar cada vez mais as sanções contra o Irã até levar sua economia ao colapso.
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Economia
| Generosidade às montadoras |
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| Paulo Passarinho |
| 14.11.2008 |
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A preocupação maior do governo parece ser a manutenção de condições para as montadoras continuarem a enviar recursos às suas matrizes.
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Meio Ambiente
| Lixo no ar |
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| Danilo Pretti Di Giorgi |
| 18.11.2008 |
Acordo fechado no final de outubro adiou por mais quatro anos a implantação do diesel mais limpo no país. Um detalhe fundamental é que estas montadoras já produzem motores de maior qualidade apenas para exportá-los para a Europa.
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| As próximas crises |
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| Rogério Grassetto Teixeira da Cunha |
| 08.11.2008 |
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Não sabemos se a catástrofe ambiental virá abrupta ou gradualmente. Porém, logo não será questão de escolha, seremos forçados a uma redução drástica no consumo.
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Cultura e Esporte
| Zumbi caçador de negro |
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| Mário Maestri |
| 20.11.2008 |
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Entre as inúmeras sandices do jornalista da Veja, destaca-se certamente a pérola de que o palmarino "não lutava contra o sistema da escravidão".
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| Black is beautiful |
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| Maria Clara Lucchetti Bingemer |
| 11.11.2008 |
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Talvez Obama não seja tão inovador ou pioneiro ou audaz quanto se espera ou quanto seria de se desejar. No entanto, a força do símbolo permanece.
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| Não me leia assim |
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| Gabriel Perissé |
| 10.11.2008 |
Não me leia bebendo uísque que eu não sou Paulo Leminski. Não me leia mais... que eu não sou Vinicius de Moraes.
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Bancários se insurgem contra opressão no trabalho e achatamento salarial |
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Escrito por Gabriel Brito
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07-Out-2008 |
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Após paralisação de 24 horas promovida na semana passada, os bancários de todo o país voltarão a entrar em greve, desta vez por tempo indeterminado, a partir do dia 7 de outubro.
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Escrito por Roberto Malvezzi
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07-Out-2008 |
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Lula parece uma espécie de "deserto verde da política". Onde ele pisa não existe biodiversidade política. Só monocultura.
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Escrito por Frei Betto
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07-Out-2008 |
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Não se mede o fracasso do capitalismo por suas crises financeiras, mas sim pela exclusão de 2/3 da humanidade, que segundo a ONU vivem entre a miséria e a pobreza.
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Crise dos EUA e visões catastrofistas |
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Escrito por Altamiro Borges
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07-Out-2008 |
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O estouro da bolha imobiliária confirmou o apodrecimento desta economia, após ciclo de expansão que iludiu muita gente. Os EUA são hoje um país endividado, parasitário.
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Pesquisadores criticam o mercado de carbono |
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Escrito por Andrea
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07-Out-2008 |
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A falta de uma preocupação real com o meio ambiente é o principal argumento do físico Luiz Carlos Molion para criticar o mercado de carbono da forma como é conduzido atualmente. Oposicionista das teorias que defendem o aquecimento global causado pelo homem, Molion diz que o interesse das empresas e governos está em como entrar nesse mercado para ganhar dinheiro e não com a preservação do meio ambiente.
A opinião é compartilhada pelo pesquisador da fundação sueca Dag Hammarskjold e autor do livro Carbon Trading, Larry Lohmann, para quem o Protocolo de Kyoto e o comércio de carbono nele previsto não trazem grandes alterações para o cenário mundial de emissões de gases do efeito estufa. "Trata-se um mecanismo de mercado, pouco prático e nada efetivo, que promove o comércio do direito de poluir. Acabou funcionando de maneira perversa ao drenar as atenções de soluções mais radicais e efetivas que agora se mostram urgentes", defende.
Molion destaca que o lobby de grandes empresas geradoras de energia é prejudicial nesse contexto. Na Europa, os governos avaliam dados das emissões de carbono coletados entre 2002 e 2004, verificam o quanto as empresas locais poluíram nesse período e definem, por meio de cotas, o quanto elas poderão poluir daquele ponto em diante. O problema, ressalta o físico, é que muitas dessas empresas já melhoraram seus equipamentos ao longo desse tempo e estão poluindo menos do que o permitido; assim, ganharão dinheiro vendendo suas cotas para as empresas altamente poluidoras que ultrapassam o limite estabelecido. "Por isso eu digo que não existe preocupação com o meio ambiente e com o futuro da humanidade. Isso se transformou atualmente em um comércio, uma nova bolsa, tanto que hoje existem firmas prontas para investir 1 trilhão de dólares em créditos de carbono com a intenção de vendê-los posteriormente".
O que ocorre na Europa é exatamente o contrário do princípio "poluidor - pagador": é o princípio "quem polui, ganha", afirma Lohmann em entrevista concedida ao jornalista Rafael Evangelista para o site Com Ciência. O pesquisador argumenta que os grandes poluidores se beneficiam também comprando direitos de poluir mais, a partir de projetos em que investem no exterior e que, supostamente, economizariam carbono. É o caso de empresas que compram créditos gerados por projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), como os que geram eletricidade a partir da queima de gases de um aterro sanitário. "Esses projetos oferecem, de bandeja, um turbilhão de direitos futuros de poluir para o conjunto já enorme de direitos à disposição das corporações do Norte".
Em países como o Brasil, o desmatamento evitado das florestas tropicais tem sido apontado como uma alternativa na luta contra as mudanças climáticas. Molion afirma que a Floresta Amazônica é um seqüestrador ativo de carbono, absorvendo duas toneladas de CO2 por hectare ao ano. "Mas quando você olha o Protocolo de Kyoto, as florestas nativas não são levadas em consideração, apenas as plantadas - exatamente para não permitir que países como o Brasil possam se utilizar disso". Ele lembra que a maior parte das madeireiras que atuam na Amazônia é de fora do país e ressalta que esses empresários adotam um discurso contraditório. "Que hipocrisia é essa de dizer: você desmata, mas a madeira nós queremos aqui? É preciso acabar com essa hipocrisia."
Saída
Lohmann considera que a única maneira de reverter a situação é promover uma regulação dura, que taxe e controle a indústria poluente, ao lado de reformas estruturais e investimentos fortes na redução do consumo de energia. "Os governos dos países industrializados precisarão transferir subsídios dos combustíveis fósseis para energia renovável; precisarão empreender investimentos públicos grandiosos em eficiência energética e transportes, para fornecer aos seus cidadãos mais opções sobre como utilizar energia; precisarão aplicar a regulação convencional e taxações de maneira mais radical".
O tempo para se lidar com os problemas ambientais é uma questão que preocupa Molion. "Em 2045, teremos 9 bilhões de pessoas no planeta, que é finito e conta com recursos naturais finitos. A humanidade precisa viver mais alguns milhares de anos para que a tecnologia possa se desenvolver e nós possamos arranjar outras formas de gerar energia como, por exemplo, a fusão nuclear, ou desenvolver novos tipos de alimentos, ou até mesmo começar a explorar outros planetas", avalia. "Tudo o que se puder fazer para economizar e utilizar melhor os recursos naturais existentes será muito bem-vindo. É importante olhar para o futuro e dar um tempo para a humanidade conseguir se desenvolver tecnologicamente. Mas nós realmente precisamos de tempo para isso", conclui.
Fonte: Envolverde/CarbonoBrasil.
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Fórum Social das Américas se inicia na Guatemala |
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Escrito por Andrea
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07-Out-2008 |
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Pautado na consolidação de milhares de entidades e organizações sociais, começa neste dia 07/10, na Cidade da Guatemala, o III Fórum Social das Américas. Sob o lema de "Outra América é Possível", o encontro é ponto fundamental de convergência para o processo de mudança pelo qual passa todo o continente contra o neoliberalismo.
A abertura acontecerá das 16h às 20h, na Universidade San Carlos da Guatemala, na Praça dos Mártires (Usac). A solenidade de abertura prestará homenagem a Alfonso Bauer País, ícone revolucionário e comunista guatemalteco. As delegações serão recebidas com a Canção do Fórum Social das Américas, na versão da Guatemala. Também haverá apresentação do grupo equatoriano Pueblo Nuevo, Marimba Feminina de Concerto e Grupo Yankunú de Livingston.
A estimativa da organização do evento é que mais de que 10 mil pessoas de todo o continente americano participem desta edição do Fórum, que seguirá até o dia 12 de outubro. Mais de 350 atividades estão previstas dentro da programação.
O III Fórum tem como eixos temáticos: ‘Alcances e desafios da mudança no hemisfério: pós-neoliberalismo, socialismos, mudanças civilizatórias’; ‘Povos em resistência frente ao neoliberalismo e a dominação imperial’; ‘Defesa das condições de vida frente ao capitalismo depredador’; ‘Diversidades e a igualdade: metas para sua concretização’; ‘Disputa ideológica: comunicação, culturas, conhecimentos, educação’; ‘Povos e nacionalidades indígenas originárias e afro-descendentes: o "viver bem" e suas chaves para o futuro’.
O Fórum Social das Américas (FSA) faz parte do processo do Fórum Social Mundial (FSM), inaugurado em 2001 e que passou a se constituir no mais amplo espaço para a articulação de iniciativas sociais, desenvolvimento do pensamento crítico e construção de alternativas à ordem neoliberal, sob o comum convencimento de que "Outro mundo é possível".
Cobertura Pulsar
A Agência Informativa Pulsar e Aler realizarão a cobertura especial do Fórum. Os programas poderão ser acessados diretamente no sítio da agência. (http://www.agenciapulsar.org/)
Mais informações no sítio do evento: http://www.forosocialamericas.org/
Fonte: Adital.
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Escrito por Andrea
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07-Out-2008 |
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A lição a tirar deste episódio eleitoral parece clara: a reconstrução da proposta socialista não passa pela oferta de bons gestores ao Estado burguês. A prioridade institucional deverá ser a ocupação de cadeiras no Legislativo, a fim de conseguir uma tribuna para denunciar as mazelas do regime e emprestar voz aos setores populares. Mas é preciso assinalar: essa voz só será ouvida pela massa se a esquerda priorizar uma ligação permanente com suas lutas.
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Edição 622 - 29/09/2008 a 05/10/2008 |
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Escrito por Administrator
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07-Out-2008 |
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Resumo da edição 622 - 29/09/2008 a 05/10/2008
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Resenha
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O Massacre – Eldorado dos Carajás: uma história de impunidade, de Eric Nepomucemo, 216 pp., Editora Planeta, São Paulo, 2007, R$ 32,50
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