Editorial
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Numa conjuntura de grande incerteza, alguns economistas afirmam cautelosamente que o impacto será moderado; outros, que será muito forte e criará dificuldades de grandes proporções para o crescimento econômico do país. Traduzindo: no primeiro cenário, teremos um aumento discreto do desemprego; no segundo, um aumento exponencial. O que parece certo é o aumento da violência, que recairá sobre a população das favelas, morros e periferias (pobre contra pobres), o que dará pretexto para o Estado criminalizar a pobreza ainda mais do que em 2008.
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Escrito por Valéria Nader
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| 2009 inicia-se sem o costumeiro frescor característico dos anos novos. A explosão da crise financeira mundial em setembro de 2008, ainda que não tenha sido uma surpresa para economistas e analistas que acompanhavam a realidade com seriedade, deixou a todos estupefatos com a velocidade pela qual se propagou do epicentro da crise nos EUA para outros países centrais e emergentes. Em nosso país, encerrou-se precocemente nesse setembro um ciclo de crescimento de 4 anos, aproveitando-se de uma conjuntura internacional muito favorável e após longo período de taxas medíocres de evolução de nossa economia. |
| É enorme a quantidade de interrogações a respeito do que reserva este momento para as populações de todo o planeta, que iniciam o ano sob a angústia da incerteza quanto à duração e profundidade da mais severa crise econômica desde os anos 30 do século passado. O Correio traz nesse começo de ano uma edição especial prospectiva, com análises de nossos colunistas e colaboradores nas áreas política, econômica, social, ambiental e cultural, tentando ‘desvendar’ um pouco dos misteriosos tempos que vêm por aí. Os vários textos poderão ser vistos logo abaixo, nas diversas seções. |
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| E nosso entrevistado especial nesse começo de ano é o historiador Mário Maestri, para quem o momento seria de retomar a consciência da classe trabalhadora no sentido de se recuperar a unidade perdida no passado, o que tanto a alienou. Clique aqui para ler a entrevista completa, concedida a Valéria Nader. |
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Política
| Uma perspectiva desafiante |
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| Wladimir Pomar |
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O problema da atual crise capitalista, para a esquerda, reside em que sua análise será indispensável para definir a estratégia e as táticas dos anos vindouros.
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| Perspectivas sombrias para os trabalhadores |
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| Waldemar Rossi |
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Como o movimento social está muito dividido, as chances de uma ampla mobilização popular a fim de exigir profundas mudanças na política econômica são remotas.
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| Três cenários para 2010 |
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| Luiz Antonio Magalhães |
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Nada é pior para a oposição do que um "descolamento" do Brasil da crise internacional. Tal situação coroaria os oito anos de governo Lula, aos olhos do povão, como antítese da gestão tucano-pefelista, que sucumbiu em todas as crises internacionais que enfrentou.
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| Melhorar a Justiça, sobrevivência democrática |
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| Dicionário da Cidadania |
| João Baptista Herkenhoff |
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Momentos de crise são grande oportunidade para avanços e superação. É assim que, neste momento de crise do Judiciário, proponho dez medidas para aprimorar a Justiça.
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| Feliz ano novo para o povo |
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| Roberto Malvezzi |
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Estamos longe das mudanças que precisamos. Tantas vezes somos traídos, sangrados, capados e re-capados. Mas não há como desistir. Da luta do povo depende o futuro do povo.
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| Esquina da história |
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| Léo Lince |
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A turbulência chegou e, como a casta financeira está blindada pelo governo, se instalou direto na economia real. Com isso, 2008 se encerra na brutal reversão de expectativas.
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| Wall Street / 2008: um muro em ruínas |
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| Fernando Silva |
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Em que pese as dificuldades, especialmente no Brasil, devido a uma relação de forças ainda desfavorável, não devemos ser defensivos diante da crise do capital.
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| 2008: Tudo que era sólido se desmanchou no ar |
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| Valéria Nader |
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Nosso entrevistado especial no final de 2008 foi o economista Nildo Ouriques, para quem, junto com a crise financeira internacional, também naufragou a ‘forma conciliatória’ de fazer política.
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Internacional
| Gaza: um povo em estado de coma |
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| Luiz Eça |
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As sanções de Israel constituem crime de guerra pela IV Convenção de Genebra. De pouco adianta. Nenhum governo do ocidente terá coragem de levar os culpados ao banco dos réus.
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Economia
| 2009 não nos reservará boas notícias |
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| Paulo Passarinho |
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Está claro que a conjuntura econômica mudou e 2009 não nos reservará boas notícias. Redução no nível da atividade econômica e desemprego em alta parecem ser inevitáveis.
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| As manchetes de 2009 |
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| Jurandyr O. Negrão |
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O governo brasileiro pode, e vai, remar contra a maré recessiva internacional. Mas, do jeito que a economia está organizada, o seu desempenho depende muito dessa maré – e o governo não pode fazer nada pra mudá-la.
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| Oportunidade para ajudar |
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| Osiris Lopes Filho |
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Carga tributária é matéria da legislação que rege os tributos e sua redução pode ser realizada na lei de cada um. Que se aproveite a chance e se aperfeiçoe o imposto de renda.
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| Retrospectiva 2008 e sinais para 2009 |
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| Guilherme Costa Delgado |
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Se prevalecer a repetição da convenção antiga, 2009 será péssimo; se aprendemos algumas lições, talvez seja oportunidade ímpar de repensar o desenvolvimento nacional.
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Meio Ambiente
| O meio ambiente em 2009: perspectiva |
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| Rogério Grassetto Teixeira da Cunha, Danilo Pretti Di Giorgi e Rodolfo Salm |
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O dilema entre preservar o que resta e manter o nível de produção e, conseqüentemente, de emprego, fatores inevitavelmente sempre ligados, vai continuar a desafiar a humanidade.
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Cultura e Esporte
| Paradoxo do signo |
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| Cassiano Terra Rodrigues |
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Antonioni foca bem: o recorte da câmera – do fotógrafo, do cineasta – revela ocultando; ao deixar muitas coisas de fora, revela outras – amplia a percepção, restringindo-a.
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| Oração Do Pai-nosso |
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| Versão de Frei Betto |
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Venha a nós o vosso Reino para saciar-nos a fome de beleza e semear partilha onde há acúmulo, alegria onde irrompeu a dor, gosto de festa onde campeia desolação.
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| 2009: a esperança vencerá a crise? |
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| Maria Clara Lucchetti Bingemer |
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Machado de Assis, grande escritor brasileiro, dizia que "Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa apagar o caso escrito".
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Irmã Dolores: uma santa espanhola no Brasil |
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Escrito por Andrea
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04-Set-2008 |
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Irmã Dolores era pequenina e frágil. Mas o amor pelo Cristo e a paixão por Seu Reino davam-lhe a força interior de uma Santa Tereza de Ávila.
Durante 36 anos, Irmã Dolores evangelizou os pobres, peregrinando pelos lugares mais insalubres e mais abandonados da Baixada Santista. Conscientizou o povo, criou comunidades, grupos de fé e política. Juntos construíram creches, escolas e centros comunitários; juntos reivindicaram, protestaram, marcharam, exigiram, elegeram vereadores e prefeitos, denunciaram autoridades relapsas e governos omissos.
O testemunho dessa Irmãzinha de Maria Imaculada nos lugares mais esquecidos de Santos, Guarujá, São Vicente, fez com que a Boa Nova do Reino passasse, como queria o Cristo, da espera para a construção da hora.
Dia 30 de agosto, Irmã Dolores faleceu em Santos. Levaram-na para o bairro do Quarentenário, no extremo mais distante de São Vicente, onde ultimamente trabalhava. A noite era de chuva muito forte - mesmo assim centenas e centenas de pessoas foram velar o corpo da figurinha franzina que as ensinou a amar e a lutar, trazendo-lhes assim esperança.
Sem programa pré-estabelecido ou orquestrado, continuamente ouviam-se cantos, testemunhos, relatos, orações.
Irmã Dolores, uma santa espanhola no Brasil.
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Indígenas do Acre se mobilizam em prol de Raposa/Serra do Sol |
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Escrito por Andrea
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04-Set-2008 |
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Aproximadamente 100 indígenas que representam os vários povos do estado do Acre, como Apurinã, Huni Kui, Yawanawá, Manchineri, Jaminawa, Apolima-Arara e Shanenawá, se mobilizaram ontem por volta das 8h da manhã em frente ao Palácio do Governo. Levaram cartazes, faixas e suas vozes em apoio a manutenção da demarcação da terra contínua de Raposa Serra do Sol, conforme homologação do presidente da República e em cumprimento ao que determina a Constituição Federal.
Na Terra Indígena Raposa Serra do Sol vivem hoje cerca de 19 mil índios dos povos Macuxi, Wapixana, Patamona, Ingarikó e Taraurepang, A ação que será julgada foi protocolada pelos senadores de Roraima Augusto Botelho (PT) e Mozarildo Cavalcante (PTB). A homologação da reserva é aguardada pelos povos de Roraima há décadas, sendo que foi concluída em decreto presidencial em 15 de abril de 2005. Os senadores citados sustentam a tese de que o laudo antropológico que resultou na demarcação em faixa contínua é falso e defendem a exclusão de áreas produtivas e sede de municípios.
O evento começou com um canto Yawanawá como símbolo de unidade, fortalecimento e resistência dos povos indígenas e outros movimentos que apoiaram a luta, entidades como CIMI, UFAC, Cáritas brasileira, CUT e CPT.
Durante o ato, foram distribuídas notas em esclarecimento sobre Raposa Serra do Sol e a situação na qual se encontram os índios do Acre e suas terras. Aproveitando a manifestação, os vários povos do Acre reivindicaram também atenção, sensibilidade e cumprimento da Constituição Federal a respeito das Terras Indígenas do Estado do Acre que ainda não foram homologadas, como é o caso da Terra Indígena do povo Apolima- Arara.
Francisco Siqueira Arara, liderança dos Apolima-Arara, falou em nome do seu povo sobre luta que enfrenta há 10 anos e a resistência que seu povo tem passado de geração para geração. Expôs também sua preocupação pelas conseqüências que os outros povos do Brasil que há anos estão na mesma luta por terra, dignidade e continuidade da vida podem sofrer caso haja retrocesso na demarcação. O professor Elder (cientista político da UFAC) foi brilhante na sua fala, resgatando toda a história de sofrimento dos povos indígenas no Acre e no Brasil.
Os povos indígenas do estado do Acre vieram a público para apresentar à sociedade a real situação em que se encontram e como o Estado trata das suas terras. Hoje, há no Acre 17 terras não regularizadas, tais como as dos índios isolados do Parque Estadual do Chandless, do Igarapé do Tapado, no Parque Nacional da Serra do Divisor, e dos Kaxinawa do Curralinho. É de suma importância que a sociedade saiba que o tão falado "governo da floresta" ainda não se manifestou de forma favorável para a regularização dessas terras. Compreender os direitos dos povos indígenas que ocupam suas terras de forma milenar é respeitar a perpetuação de suas gerações, que lutam anos a fio em prol da vida e por uma terra sem males.
Os índios e seus aliados fizeram uma caminhada simbólica até o Fórum da Justiça, onde uma Jaminawa cantou em sua língua materna.
O ato foi encerrado às 11h com almoço da partilha em plena praça.
Publicado originalmente na página do Cimi (Conselho Indigenista Missionário).
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Escrito por D. Demétrio Valentini
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04-Set-2008 |
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Ainda persistem realidades gritantes, que o Grito expressa para despertar nossa consciência de cidadãos, sobretudo no dia em que celebramos a pátria.
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Agrotóxicos, alimentação e abelhas |
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Escrito por Henrique Cortez
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04-Set-2008 |
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Além da utilização dos agrotóxicos piratas importados ilegalmente, ainda, legalmente, importamos agrotóxicos proibidos nos próprios países onde são produzidos.
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Veja, demos e o impeachment de Lula |
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Escrito por Altamiro Borges
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04-Set-2008 |
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As peças do quebra-cabeça desta nova conspiração golpista vão se encaixando. Só a mídia venal, parte dela bancada por Daniel Dantas, finge não enxergar.
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Josué de Castro: um mundo sem fome |
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Escrito por Wilson Aparecido Lopes
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04-Set-2008 |
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Ao deixar a presidência do Conselho da FAO, em 1955, Josué de Castro nos legou estas proféticas palavras: "Me sinto decepcionado diante da obra que realizamos".
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Resenha
O despertar do nativismo brasileiro, de Edson Monteiro, 160pp, Editora LetraCapital, R$27,30.
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