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ISSN 1983-697X

Editorial

Estado Democrático ou Estado Policial?

É preocupante a rápida multiplicação de "bolsões" de estados policiais terroristas incrustrados em partes do nosso território: nas grandes cidades; nas regiões de fronteira; e até na crescente desenvoltura com que os policiais militares estaduais abusam da sua autoridade na repressão a movimentos populares ou no combate a bandos criminosos.

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Caso Dantas: relações econômicas subjugam instituições jurídicas
Escrito por Gabriel Brito e Valéria Nader   
Em meio às investigações dos diversos escândalos envolvendo Daniel Dantas, abriu-se fogo cruzado entre setores do poder favoráveis e contrários aos métodos de investigação utilizados pela Polícia Federal. Para tratar do assunto, o Correio da Cidadania conversou com a socióloga Maria Orlanda Pinassi, professora da UNESP de Araraquara para quem o atual quadro pode ser considerado de crise institucional, dentro dos poderes e também entre eles. 201108_stf.jpg
 
AGU está juridicamente obrigada a processar militares acusados de crime
Escrito por Gabriel Brito   
141108_paulo_vannuchi2.jpg
 
Estados Unidos: a expectativa com Obama
Escrito por Virgílio Arraes   

A futura administração democrata tem a oportunidade de definir uma nova equipe e formular uma estratégia de fato para opor-se ao terrorismo, especialmente da vertente fundamentalista. Mantida parte do gabinete na área de segurança, não há mais por que acreditar que o presidente Obama efetivaria rumo bastante diferente do da administração Bush.

 
Política
Keynes ou não Keynes, não é a questão!
 
Raymundo Araujo Filho
20.11.2008

dinheirohomemmoeda.jpgNa lógica capitalista só teremos migalhas para mal mitigar o sofrimento de parcelas ínfimas. A ralé continuará no andar de baixo, e com a ração ainda mais racionada.

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Destruição da polícia fortalece crime organizado
 
Dicionário da Cidadania
Airton Florentino de Barros
18.11.2008

dinheirocorpomulher.jpgOs agentes da segurança pública, como integrantes da estrutura do Estado, devem ser valorizados por dignos planos de carreira e remuneração, de modo a que possam exercer a função com satisfação.

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Abutres sobrevoam restos mortais
 
Waldemar Rossi
18.11.2008

bodehomem.jpgEnquanto os chefetes dos governos se animam em salvar o capital corrupto, predador da natureza, gerador de miséria, os movimentos sociais competem entre si e parte deles se vende ao capital.

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A crise e o papel da China
 
Wladimir Pomar
18.11.2008

china_mundo.jpgA construção de um forte mercado interno tornou-se questão central para o país preparar-se e enfrentar a quase certa crise, cujo foco deveria ser países desenvolvidos.

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Duas macroeconomias, dois judiciários
 
Milton Temer
15.11.2008

justicagrita.jpgA sessão em que quase todo o STF se concentrou no ataque ao juiz De Sanctis comprova haver uma justiça para o grande capital e outra para o mundo do trabalho.

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Meu nome é crise
 
Frei Betto
15.11.2008

relogio.jpgTodas as vezes que irrompo na história ou na vida das pessoas, trago um recado: é hora de começar de novo. Quem puder entender, entenda.

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Os desafios de Obama
 
Luiz Antonio Magalhães
14.11.2008

eua bush torre arma.gifSe na economia Obama vai precisar agir com firmeza, no campo político há muito para ser feito, até porque o legado de Bush filho nesta seara também não é dos melhores.

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Obama nas alturas
 
Léo Lince
14.11.2008

ft_barack_obama2.jpgNós brasileiros temos a experiência prática recente de um governo eleito para mudar e que traiu as promessas de campanha. Não vale, portanto, embarcar sem cautelas na onda.

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Internacional
“Yes, nós temos Obama!”
 
Julio Cesar de Castro
12.11.2008

obama_bottom.jpgObama é uma espetacular estratégia, carisma de líder paz-e-amor à brasileira, preparado para "mexer" com a emotividade das massas e restabelecer a fidúcia da classe média.

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Entendendo o Irã
 
Luiz Eça
10.10.2008

bandeira_ira.jpgA Casa Branca tem um plano para derrubar Ahmenadabad: agravar cada vez mais as sanções contra o Irã até levar sua economia ao colapso.

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Economia
A Seguridade Social na reforma tributária: retrocesso à vista
 
Guilherme Delgado
14.11.2008

aposentadoria_pedagio.jpgSem entrar em outros detalhes do Relatório Mabel, as mudanças havidas com relação à versão original confirmam, por dedução lógica, que o projeto original não era neutro em relação a Seguridade Social.

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Generosidade às montadoras
 
Paulo Passarinho
14.11.2008

dolares_voando.jpgA preocupação maior do governo parece ser a manutenção de condições para as montadoras continuarem a enviar recursos às suas matrizes.

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A reforma do pessoal economicamente poderoso
 
Osiris Lopes Filho
13.11.2008

balancahomemfolha.jpgO Relatório Mabel à PEC em matéria tributária elenca os principais interesses do empresariado, dando-lhes prioridade de elevá-los à dignidade constitucional.

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Os impactos da crise na América Latina
 
Altamiro Borges
05.11.2008

americalatina_bicolor.jpgO capital tentará despejar todo o ônus da crise nas costas dos assalariados. Na fase da bonança, ele embolsou os lucros; agora, tentará socializar os prejuízos.

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Meio Ambiente
Lixo no ar
 
Danilo Pretti Di Giorgi
18.11.2008
homem_interrogacao.jpg

Acordo fechado no final de outubro adiou por mais quatro anos a implantação do diesel mais limpo no país. Um detalhe fundamental é que estas montadoras já produzem motores de maior qualidade apenas para exportá-los para a Europa.

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As próximas crises
 
Rogério Grassetto Teixeira da Cunha
08.11.2008

terraesquentando.jpgNão sabemos se a catástrofe ambiental virá abrupta ou gradualmente. Porém, logo não será questão de escolha, seremos forçados a uma redução drástica no consumo.

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Cultura e Esporte
Zumbi caçador de negro
 
Mário Maestri
20.11.2008

africanos.jpgEntre as inúmeras sandices do jornalista da Veja, destaca-se certamente a pérola de que o palmarino "não lutava contra o sistema da escravidão".

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Mito e Cinema VI: Iniciativas livres e distópicas
 
Cassiano Terra Rodrigues
18.11.2008
ft_tomhanks_forestgump.jpg Forrest Gump ousa pensar por si mesmo, mas segue todas as convenções conforme elas lhe são instruídas.
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Black is beautiful
 
Maria Clara Lucchetti Bingemer
11.11.2008

ft_barack_obama.jpgTalvez Obama não seja tão inovador ou pioneiro ou audaz quanto se espera ou quanto seria de se desejar. No entanto, a força do símbolo permanece.

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Não me leia assim
 
Gabriel Perissé
10.11.2008
ilus_cara_a_cara_kipper.jpgNão me leia bebendo uísque que eu não sou Paulo Leminski. Não me leia mais... que eu não sou Vinicius de Moraes.

 

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Foco na OMC resulta de pressões do agronegócio e de imposições eleitorais PDF Imprimir E-mail
Escrito por Reinaldo Gonçalves   
04-Ago-2008

alvo.jpgA derrota da estratégia do Itamaraty nas negociações no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) significa vitória para países que têm estratégias mais abrangentes e inteligentes. Reinaldo Gonçalves.

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O Estado brasileiro no banco dos réus PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
04-Ago-2008

 

A sociedade brasileira enfrenta todos os dias as mais variadas violências praticadas pelo Estado, justamente a instituição que deveria promover a justiça, garantir a segurança e assegurar o bem estar de todos – sem privilégios e sem discriminações.

 

No entanto, quando a Polícia Militar – o Bope, a Brigada Militar ou outra força armada – invade uma favela ou bairro periférico, arromba as portas das casas, aterroriza as famílias e mata sumariamente homens e mulheres, velhos e crianças, e principalmente jovens pobres e negros, é o braço armado do Estado que pratica a violência.

 

Quando trabalhadores sem terra se organizam para defender a reforma agrária e ocupam áreas ociosas, abandonadas e improdutivas, sem função social, mas são despejados, agredidos e condenados à miséria e à fome por força de uma decisão judicial, é o braço legalizador do Estado que pratica a violência.

 

Quando famílias, comunidades, categorias de trabalhadores e segmentos sociais – especialmente as populações mais pobres do campo e das periferias das cidades – clamam por justiça, por ações e obras públicas, por serviços básicos de educação, saúde, transportes etc., mas não são ouvidos nem atendidos, é o braço burocrático e discricionário do Estado que pratica a violência.

 

Quando pessoas são aprisionadas, julgadas ou não, condenadas ou não, mas encarceradas e colocadas sob a custódia do Estado em presídios superlotados, em condições desumanas, sob constante humilhação e tortura, é o braço punitivo do sistema prisional do Estado que pratica a violência.

 

O Brasil está repleto de exemplos de violações graves e sistemáticas dos direitos humanos praticadas pela ação ou pela omissão dos agentes do Estado, pelos poderes da República, por políticas públicas pensadas, elaboradas e executadas para atingir – seletivamente – parcelas do povo brasileiro.

 

A prisão indiscriminada de jovens negros e pobres na Bahia; a criminalização e o preconceito de instâncias do Judiciário contra os movimentos sociais no Pará e no Rio Grande do Sul; a política de extermínio de favelados no Rio de Janeiro; as execuções de centenas de pessoas pelas forças policiais de São Paulo em 2006, sem a menor investigação e condenação. Todos são crimes do Estado.

 

É com o objetivo de analisar, debater, conscientizar e julgar os casos concretos que comprovam essa situação de barbárie no Brasil que inúmeras entidades populares, movimentos sociais, associações de classe e grupos de familiares vítimas da violência do Estado, estão organizando um grande Tribunal Popular, a ser realizado em São Paulo, de 3 a 5 de dezembro, na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco.

 

O Tribunal Popular quer mesmo colocar o Estado Brasileiro no banco dos réus, quer mobilizar a sociedade para a denúncia dessa violência contra o povo, quer apontar os responsáveis, quer contribuir para a construção de instituições realmente comprometidas com o respeito à democracia, à cidadania e à vida.

 

No dia 10 de dezembro de 2008, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 60 anos. Já está na hora de o Estado Brasileiro cumprir o que assinou em 1948. Não dá mais para calar diante de tanta arbitrariedade e violência.

 

Hamilton Octavio de Souza é jornalista e chefe do departamento de jornalismo da PUC-SP.

 

Fonte: Jornal PucViva

 
MST divulga manifesto sobre lutas e conquistas do mês de julho PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
04-Ago-2008

 

No dia 21 de julho, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra iniciou mais uma Jornada Nacional de lutas por reforma agrária, promovendo mobilizações em vários estados do Brasil.

 

Em São Paulo, cerca de 400 trabalhadores e trabalhadoras ocuparam a sede da Superintendência Regional do INCRA, juntamente com outros trabalhadores que ocuparam escritórios regionais deste mesmo órgão em cinco municípios do estado, com o objetivo de impulsionar um processo de negociação que permita conquistas ou avanços baseados em uma pauta configurada em três eixos fundamentais, sendo eles:

 

1) Melhoria das condições de vida nos assentamentos que carecem de investimentos em infra-estrutura;

 

2) Assentamento imediato de 1.600 famílias acampadas (algumas há pelo menos 5 anos);

 

3) Assistência técnica, fomento à cooperação e agroindústria, para garantir condições básicas na produção de alimentos.

 

Após interlocuções feitas junto à direção do INCRA, ocorreu no dia 28 de julho uma primeira audiência na qual pudemos detalhar os eixos da pauta de reivindicação. Nesta ocasião, a Superintendência apresentou um orçamento insuficiente para viabilizar o atendimento das demandas apresentadas.

 

Reconhecendo que, para implementar as políticas públicas emergenciais que caracterizariam um processo efetivo de reforma agrária no estado de São Paulo seria necessário multiplicar os recursos existentes no atual momento, o MST concluiu que o avanço das negociações passou a estar condicionado à ampliação do volume de recursos destinados para a reforma agrária.

 

Sendo assim, o único caminho apontado pela mobilização dos trabalhadores levou a propor a ampliação do processo de negociação, envolvendo a presidência nacional do INCRA e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, medida tomada em consonância com os desdobramentos da Jornada Nacional de lutas, em especial com a manutenção da ocupação do prédio da Superintendência Regional do INCRA no estado do Rio Grande do Sul.

 

No decorrer das tentativas de envolvimento das esferas nacionais no processo de negociação, não obtivemos nenhuma resposta que sinalizasse para a solução do impasse e, concomitante a este posicionamento, o que se encaminhou foi o pedido judicial e a ameaça de reintegração de posse dos prédios públicos ora ocupados.

 

No bojo desses procedimentos de interlocução, recebemos ainda uma "Proposta de Acordo" por parte da Superintendência do Incra-SP no dia de 31 de julho (quinta-feira), na qual o conteúdo apresentado, além de apenas apresentar um relatório das ações realizadas nos últimos anos, trouxe um planejamento de ações para efetivar o gasto do escasso orçamento já existente. Na nossa avaliação, não houve avanços significativos referente ao que havia sido exigido nesta proposta apresentada por escrito.

 

Na tarde de sexta-feira, 1 de agosto, retomamos as negociações e as concluímos, por ora, com a Superintendência do INCRA através do o anúncio por parte do superintendente de que terá à disposição para execução das demandas referentes às obras de infra-estrutura nos assentamentos o montante de R$14 milhões. Além disso, o compromisso de retomar o processo de planejamento das ações juntamente com a comissão de negociação legitimada pela direção do MST/SP. Ainda como resultado de nossa luta, temos o compromisso do Ministério do Desenvolvimento Agrário e INCRA Nacional de receber a comissão nacional de negociação do MST para tratar dos entraves referentes à reforma agrária em âmbito nacional.

 

Até o início de nossa jornada, o orçamento disponível estava na ordem de R$6 milhões (para o item obras). Portanto, o acréscimo destes R$8 milhões é fruto de nossa luta, que não deve cessar enquanto não conquistarmos a reforma agrária de fato neste país.

 

Diante de todo o caminho percorrido durante esta jornada de lutas, o posicionamento assumido pelo governo federal nos revela a já recorrente prioridade de sua política econômica, ou seja, destinar orçamento para investir na política agrícola que beneficia o agronegócio e reprimir os recursos para as políticas públicas que representam o real interesse da população, como a reforma agrária.

 

Chegamos ao desfecho desta mobilização conscientes de que as pequenas concessões feitas não satisfazem as demandas por reforma agrária no estado de São Paulo e convencidos de que apenas a organização dos trabalhadores e trabalhadoras em luta por seus direitos é que pode garantir a implementação das conquistas realizadas até então, nos devolvendo o mínimo de dignidade enquanto trabalhadores que somos.

 

Um país como o Brasil necessita da reforma agrária para combater as injustiças sociais e ser considerado soberano. Enquanto se sujeitar a posição de fornecedor de matérias-primas e agro-exportador que remonta ao caráter colonial da dependência brasileira, esta soberania não será atingida.

 

Reiteramos que o papel do MST é lutar pela implementação da reforma agrária no Brasil. Com isto, realizamos nesta jornada apenas o nosso dever de fazer a disputa por recursos orçamentários para efetivar políticas públicas que são de direito dos trabalhadores garantidos pela Constituição Brasileira.

 

Nos comprometemos a jamais esmorecer e lutar sempre!

 

MST/SP, 1 de agosto de 2008.

 
Lição do fracasso da Rodada de Doha PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andrea   
04-Ago-2008

Os latino-americanos têm, e com razão, uma surda queixa do descaso do Brasil em relação aos interesses do continente. A Rodada de Doha é mais um dos exemplos de que a esquerda precisa ter a coragem de encarar o desafio de construir com as nações latino-americanas um processo revolucionário capaz de alijar essa burguesia do poder e de fazer com que os Estados Unidos revejam a Doutrina Monroe.

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A nova Justiça PDF Imprimir E-mail
Escrito por Claudionor Mendonça dos Santos   
04-Ago-2008

ilus_justica_balanca.jpgA sociedade aposta no Judiciário, na crença de que se superará aquele normativismo asséptico, deixando de ser entrave ao avanço das lutas populares. Claudionor Mendonça dos Santos.

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Templo dos desejos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Frei Betto   
04-Ago-2008

maca_mordida.jpgAli eu me sentia próximo ao céu, ao mundo dos que foram poupados do sofrimento. Contudo, fui avisado pelo vigilante que dentro de cinco minutos o shopping seria fechado.

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A explosão dos acidentes de trabalho PDF Imprimir E-mail
Escrito por Altamiro Borges   
04-Ago-2008

placa_homenstrabalhando.jpgOs acidentes e as doenças ocupacionais tiveram um crescimento vertiginoso nos anos 90. A terceirização e o aumento das horas extras ocasionaram elevação sem precedentes do número de acidentes. Altamiro Borges.

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Elba Ramalho e o São Francisco PDF Imprimir E-mail
Escrito por Roberto Malvezzi   
04-Ago-2008

rio_saofrancisco.jpgElba poderia fazer demagogia hídrica ou ficar calada. Prefere se expor publicamente. A transposição já consumiu cerca de 600 milhões de reais, sem levar água do nada para lugar algum. Roberto Malvezzi.

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Edição 613 - 28/07/2008 a 03/08/2008 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
04-Ago-2008

Resumo da edição 613 - 28/07/2008 a 03/08/2008

 

 

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