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altNão há dúvidas, pelo menos da Justiça Eleitoral e do eleitorado que votou democraticamente, que a candidata do PT à presidência da república foi a vitoriosa. Tal vitória, porém, está sendo contestada pelos setores reacionários, sob os pretextos mais estapafúrdios e esdrúxulos.

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altQueiramos ou não, para desatar o nó do desenvolvimento econômico e social teremos que atingir o núcleo duro do sistema financeiro e do monopólio econômico. A união política nacional não pode se furtar dessa realidade.

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altNão há como a esquerda, toda ela, escapar dessa disputa. A não ser, é lógico, que pretenda mergulhar no “quanto pior, melhor”, um velho e recorrente erro histórico.

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altNuma das tramoias típicas da dialética, a “terceira via” de “desenvolvimento primarizado” transmutou-se rapidamente em neoliberalismo radical, com endereço certo para quem detém a hegemonia.

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altAo mesmo tempo em que propõem o diálogo e se esforçam para realizá-lo, o PT e o governo terão que reconhecer seus erros e apontar as medidas que vão adotar para superá-los, principalmente em relação àqueles que mais sensibilizam a centro-esquerda e o centro.

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altO aumento da produção deve servir não só como instrumento de centralização do capital em poucas mãos, como também da melhoria das condições de vida da maior parte da sociedade. Talvez por isso, o professor Delfim Neto tenha se preocupado, no frigir dos ovos, em que o restabelecimento do dinamismo econômico ocorra sem retrocesso dos avanços sociais. O que só pode ocorrer se as propostas tucanas forem enterradas nas urnas  de 26/10.

 

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altEle reitera que o governo deixe de ser “gestor” e entregue as coisas a quem sabe fazer: a indústria, o sistema financeiro e o setor de serviços. Ou seja, na prática Steinbruch quer que se entregue a gestão do país ao cassino e à especulação financeira.

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altA rápida metamorfose do marinato para o radicalismo neoliberal somente na aparência está em contradição com as correntes ecologistas que a apoiam e defendem o desencadeamento de “processos que nos livrem do desenvolvimento capitalista industrial, produtivista e consumista”.

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altO governo continua amarrado aos ditames neoliberais. Para que o desenvolvimento ocorra, e combine a economia com as demandas sociais e a política democrática, a macroeconomia deve estar subordinada àqueles objetivos. O inverso será continuar a amarração à ortodoxia neoliberal.

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altEm toda luta política, seja numa guerra, seja numa disputa eleitoral, torna-se questão chave definir o inimigo principal e evitar que ele triunfe, mesmo que seja ao lado de um inimigo secundário.

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altAo contrário do que supõe Delfim Netto, os “homens mais sofridos” terão que comparar o miserável "socialismo real" soviético e demais socialismos reais não só com o "capitalismo ideal", mas também com o “capitalismo real”.

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altO marinato e o tucanato consideram que intervenção do Estado, mesmo mantendo a propriedade privada, é um retrocesso a meados do século 20. Vão fazer de tudo para impedir isso e retornar ao tripé neoliberal.