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Pré-sal, etanol, Cuba e Síria eram alguns dos assuntos a serem tratados na diplomacia entre ambos os países.

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Menos burocracia no gigante do norte indicaria tratamento semelhante cá. Em 2017, as regras alteraram-se, mas de modo negativo.

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O Planalto contentou-se em seus contatos com a Casa Branca a anunciar suas quiméricas intenções de reversão do quadro comercial bilateral.

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Dilma, ao logo alterar a postura no tocante a direitos, aproximar-se-ia de Obama na retórica.

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Após um ano, a parceria entre a Embraer e a Sierra Nevada seria vitoriosa em novo certame do governo norte-americano.

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Aos países deficitários comercialmente, a recomendação foi poupar despesas governamentais; aos superavitários, estimular consumo interno.

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Com desembaraço, Dilma propôs somar-se aos esforços de Obama com o objetivo de ‘ordem internacional mais pacífica e justa’.

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Quando Obama visitou o Brasil, ainda vivia-se o sonho de todos ganharem juntos.

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Se em três anos o democrata Barack Obama demonstrou interesse insuficiente à América Latina, o quarto não seria diferente.

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Manifestações presidenciais distintas, interesses também diferentes.

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Havia a perspectiva de parceria energética, através do Diálogo Estratégico de Energia Estados Unidos-Brasil.

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Nenhum dos dois países logrou êxito em suas reivindicações: o Brasil aspirava-as na política; os EUA, na econômica.