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ft_barack_obama2.jpgSe no novo mundo pós-crise a vocação imperial dos EUA parece anacrônica, divorciada
até de suas necessidades, resta convencer seu povo que o “sonho americano” deve mudar.

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ft_hillaryclinton.jpgEm matéria de ameaças ao Irã por seu programa nuclear, Bush e acólitos jamais passaram do refrão "todas as opções continuam sobre a mesa", que deixava implícita a via militar, mas Hillary Clinton foi muito além.

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eua_dragao_garfo.jpgNão se pode ignorar a inusitada participação do poder militar no processo político, pressionando e conseguindo, pelo menos em parte, fazer Obama dar um passo atrás.

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ft_barack_obama.jpgPrimeiro de dois artigos sobre o início da ‘nova política externa’ americana na América Latina e no Oriente Médio.

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bandeira_israel.jpgBarack Obama passou sete meses defendendo a idéia de uma Palestina independente. Destacou sempre a necessidade de Israel congelar a expansão dos assentamentos como inicio para as negociações com os árabes.

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ft_ahmadinejad.jpgEm 1953, os serviços secretos americano e inglês organizaram um golpe que derrubou o governo democrático do primeiro-ministro Mossadegh. O motivo foi ele ter estatizado o petróleo.

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bushnero.jpgFechar a passagem dos talibãs afegãos para o Paquistão e reprimir o crescimento dos seus aliados, os movimentos islâmicos terroristas, torna-se absolutamente imperativo.

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tanquedeguerra.jpgComo um narcotraficante poderia estar tão próximo do exército americano e gozar de sua confiança? Respostas podem ser encontradas na história recente do Afeganistão.

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ft_hillaryclinton.jpgObama foi aplaudido universalmente quando afirmou desejar os EUA respeitados pela justiça de suas ações, não temidos pela sua força. Já Hillary Clinton, não está ligando muito para esse "statement".

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homem_andando_corda.jpgObama visa conquistar a opinião do povo israelense, dos políticos dos Estados Unidos e dos judeus americanos. Joga com a pressão desses públicos para conduzir Netanyahu a fazer concessões pelo menos razoáveis. Começa a ter êxito.

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ft_barack_obama2.jpgSegundo de dois artigos sobre o início da ‘nova política externa’ americana na América Latina e no Oriente Médio.

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obama_bottom.jpgSerá inevitável um enfrentamento com os “lobbies pró-Israel” e parte dos congressistas. Mas ele não pode menosprezar seu exército de 13 milhões de militantes.