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Com o fracasso das últimas negociações e como já haviam renunciado à resistência armada, só restava aos palestinos uma cartada: obter para si o reconhecimento internacional de um Estado independente e viável, dentro das fronteiras de 1967. Caso o reconhecimento seja aprovado pela ONU e o governo Israel persista em combatê-lo, ficará provada sua oposição à idéia de dois Estados.

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 Israel aprovou apenas 7% dos projetos apresentados pela ONU, que incluíam 100 escolas e centros de saúde, para substituir o que a invasão de Israel destruíra. E desses 7% grande parte foi proibida. Com isso, a reconstrução de 50 mil moradias, 800 unidades industriais e 200 escolas e centros de saúde reduzidos a escombros pela aviação israelense passa a ser miragem.

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mundo_guerra.pngSob o ponto de vista dos três países que lideram os ataques, sairão eles ganhando com uma vitória provável dos rebeldes? Há indícios de que entre eles há tanto "mocinhos" quanto "bandidos".

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orientemedio.jpgCinismo nas negociações de paz entre Israel e Palestina, instabilidade no Iraque, guerra sem fim no Afeganistão, pressões sobre o Irã; 2011 pode começar como 2010 terminou: com a paz distante.

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O almirante Mullen foi insistente. Garantiu que a retirada total envolveria uma operação complexa que precisava ser planejada com larga antecedência. E, como um bom vendedor, informou que o governo de Bagdá teria poucas semanas para dizer se quer que tropas americanas não se retirem.

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Obama disse: "As partes - israelenses e palestinos - negociarão uma fronteira que será DIFERENTE DA EXISTENTE EM 1967. Permitirá que as partes levem em conta as mudanças dos últimos 44 anos, INCLUINDO A NOVA REALIDADE DEMOGRÁFICA".

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eua_dinheiro.jpgUma vez presidente, foi se desvanecendo. Em seu lugar apareceu esse que chega ao Brasil, mais parecido com o tão criticado George Bush do que com o Obama-2008, do qual conservou a retórica, hoje divorciada dos fatos.

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obama_congresso.jpgObama mostrou que está do lado de Israel. Vai, certamente, forçar uma solução que exija poucas concessões de Netanyahu e muitas de Abbas.

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Barack Obama, que já chamou essa guerra de “necessária”, bem que gostaria de chamar seus soldados de volta logo. Mas simplesmente sair poderia ser catastrófico para suas pretensões de reeleição

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eua_dragao_garfo.jpgA grande mídia vibra de emoção. O governo Dilma estaria sinalizando uma volta à tradicional política externa, abandonada pelo governo anterior em favor de um dito "anti-americanismo" que seria prejudicial ao país.

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ft_barack_obama.jpgÉ exatamente o que o governo Obama está fazendo ao procurar criminalizar a liberdade de imprensa, protegida pela emenda 1 da Constituição, na guerra que declarou ao WikiLeaks e Julian Assange.

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obama_bottom.jpgSem os independentes e os jovens, os democratas não tinham como vencer. Discute-se se Obama poderia ser mais eficaz no combate à crise, realizando mais mudanças em áreas chaves como política externa e direitos humanos.