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altAnuncia-se uma grande quebra na colheita de cereais. A fome será inevitável, espalhando sofrimento e raiva por todo o país. O caminho que a Coreia do Norte parece ter escolhido foi desafiar os EUA.

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altPosturas agressivas nas questões iraniana e síria poderiam ser usadas como moeda de troca por um “basta” na expansão dos assentamentos. A viagem de Obama pode ser relações públicas ou suscitar discussões que alterarem profundamente o Oriente Médio.

 

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altCom o reconhecimento do Estado palestino pela ONU, basta que ele ratifique o Estatuto de Roma para poder responsabilizar Israel perante o TPI por sérias violações dos direitos humanos e das leis internacionais.

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A ideia é matar o maior número possível de talibãs, especialmente combatentes graduados, para compensar o enfraquecimento das forças que defendem o governo central. Por isso, em 2013 e 2014 devem ser incrementados ao máximo os ataques de drones contra talibãs.

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altO crescimento do poder dos jihadistas tem preocupado os EUA, razão pela qual eles se negam a fornecer armas na quantidade e qualidade requeridas pelos rebeldes.

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altOs EUA perceberam que o poderio dos grupos islamitas radicais, especialmente os ligados à Al Qaeda, era mesmo muito grande. Por isso mesmo, Obama teme fornecer armas a quem poderá vir a voltá-las contra os próprios doadores.

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altSomente com o pessoal das várias tendências da direita dura não dá para Bibi governar. Enquanto isso, os partidos de centro-esquerda conseguiam igualar seus rivais, com os mesmos 60 deputados eleitos.

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As entradas de Kerry e de Hagel (especialmente) no governo poderão representar as mudanças tão prometidas e esperadas na política internacional dos EUA. Que influenciará positivamente o progresso na solução dos grandes assuntos do Oriente Médio. Por enquanto, uma esperança que, no cenário sombrio do Oriente Médio, já quer dizer muito.

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altEle pressionou Abbas, reiterando que não processasse Israel no Tribunal Penal Internacional “seja qual for o motivo”, inclusive os assentamentos. Ou seja: quer que os palestinos renunciem à única arma de que dispõem.

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altA briga está feia em Teerã. De um lado, os setores mais conservadores, muito próximos do Supremo Líder, o aiatolá Kamenei. Do outro, o presidente Ahmadinejad e seus aliados, ensaiando uma postura liberal e humanista.

 

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altCertamente Hollande teme que um sucesso dos invasores contamine os regimes dos países limítrofes, todos produtores de materiais essenciais à indústria francesa. A guerra civil não é uma luta entre good guys versus bad guys.

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altCom o acordo de 1998, as coisas ficaram mais calmas na Irlanda do Norte. Embora ainda alguns exaltados do IRA, de raro em raro, cometam um atentado e as lutas entre grupos – por vezes multidões – de católicos e de protestantes não tenham acabado de todo. O caso Finucane, que parecia esquecido, voltou a emocionar.