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altÉ a revolução democrática e popular que redesperta do seu sono. Ameaça, desta vez, não ficar em seu “estopim”. Tem expressado todo o rol de questões democráticas populares: corrupção, serviços públicos, política (pequeno-)burguesa.

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altIsto é uma ascensão de lutas, que está mudando a relação de forças e questionando tudo, inclusive a institucionalidade, tal como instalada. Por suas características massivas, já superam o Fora Collor.

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altRevestida de certa imunidade à manipulação pelo poder e também à mistificação pelo futebol e ao espetáculo, a massa “silenciosa” tem muito a nos dizer e a nos ensinar.

 

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altAo insistir que os recursos para financiar a redução das tarifas seriam retirados de outras áreas sociais, a essência do pleito dos manifestantes continuou olimpicamente ignorada por Haddad.

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altOs teóricos governistas, da direita e a grande mídia disseram a mesma coisa, querendo dominar o movimento numa perspectiva conservadora, destacando, unicamente, alguns pequenos problemas, numa perspectiva pontual.

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altO futuro do tal “gigante que acordou” (imagem ruim e extremamente auto-centrada) ainda é incerto. Mas, a depender dos seus desdobramentos, pode forçar Dilma a rever alguns dos seus conceitos. Para melhor.

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altOs jovens do MPL sabem que o modo de produção socialista ainda não conseguiu se concretizar em nenhum lugar do mundo, mas dizem que mulheres e homens precisam sonhar, com a condição de acreditar nos seus sonhos.

 

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altLula e Dilma devem explicações: quais foram as razões para, vitoriosos eleitoralmente, terem capitulado politicamente e assumido as ideias dos derrotados nas urnas?

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altSe o movimento tiver tempo para amadurecer, os manifestantes perceberão que a luta pelo transporte, pela saúde e a educação envolve necessariamente a preservação do meio ambiente e uma política energética justa.

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altPor representar o que há de mais comprometido com tudo o que há de pior do capitalismo selvagem, a perspectiva da Globo é emblemática de como a plutocracia brasileira enxerga as mobilizações que abalam a “paz social”.

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altO povo não se satisfaz com pequenas vantagens que a economia possa lhe dar. E um governo não pode se limitar a garantir o crescimento econômico. Temos necessidade de horizontes mais amplos.

 

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altAs manifestações de rua mostram, com clareza, que o sistema de representação política está em frangalhos. Muitas coisas explicam e, certamente, o sistema de financiamento eleitoral privado é uma delas.